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16 Dezembro 2018

Domingos em Casa

Transferência de Memórias

Até 31 Dezembro 2018

Ano Europeu do Património Cultural

Até 30 Dezembro 2018

Depois do tempo

Duarte Belo

Missão e Valores

A Casa da Memória é um centro de interpretação e conhecimento que expõe, interpreta e comunica testemunhos materiais e imateriais que contribuam para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães, das pessoas de diferentes origens e mentalidades que a fizeram e fazem, trabalhando com e para a comunidade, especialistas e agentes locais e de todas as proveniências, com vista ao desenvolvimento de uma cidadania ativa e participativa. A Casa da Memória é também um lugar de encontro da comunidade com o exterior e da comunidade consigo própria, que propõe uma visão múltipla, diversa e não linear do passado, presente e futuro de Guimarães, aqui e no mundo. A Casa da Memória orienta-se pelos valores da aprendizagem, conhecimento, pertença, tolerância e diversidade.

Aprendizagem

A Casa da Memória privilegia a aprendizagem como um processo dinâmico, que parte da experiência e referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no percurso de visita. O discurso expositivo inclui ferramentas e instrumentos de mediação e interpretação, que funcionam como elementos facilitadores entre a/s obra/s, coleção/ões, conceitos e as audiências.

Conhecimento

A Casa da Memória potencia a produção de novo conhecimento - científico, criativo e artístico - junto não só do indivíduo, mas também das escolas, academias e comunidades, a partir da disponibilização, partilha de documentação, de registos e de informação. Nesta matéria, procurará, também, articular com outros equipamentos (bibliotecas, arquivos, institutos, museus, universidades e associações) a disponibilização de informação relevante sobre os seus núcleos temáticos de intervenção.

Pertença

A Casa da Memória estimula novas leituras e abordagens à construção da memória do território e das pessoas que o habitam, junto das comunidades locais, através do seu envolvimento e participação em processos de recolha, registo e mediação; promove junto dos visitantes temporários uma relação de pertença ao território, por via da experiência de visita, ativando dispositivos pós-visita que permitam promover a continuidade desta relação de pertença, entendendo-a como essencial para uma cidadania ativa e participativa.

Tolerância e Diversidade

Pela compreensão da memória como um processo de construção, múltiplo e participativo, a Casa da Memória promove uma cultura de diversidade, ciente da sua dimensão essencial na construção de uma cidadania mais justa, solidária e tolerante.

Lugar

Uma Casa da Memória em Guimarães deve ser, antes de mais, um lugar onde nos lembramos de e a partir de Guimarães. A memória da cidade enquanto território e a memória das pessoas que escrevem a sua existência nesta cidade, em permanência ou de passagem, permite-nos conhecer e reconhecer o espaço: seja como lugar de pertença e por isso mesmo de exclusão, de acontecimento e por isso mesmo de mitificação, de representação e por isso mesmo de imaginação (em sentido físico e em sentido figurado).

Memória

Se a ideia de casa nos remete para o universo de abrigo e de albergue, o que dizer quando falamos de memória? Podemos começar por referir que a importância da memória será porventura a mesma da casa, se pensarmos que abrigo e lembrança sempre foram, desde os primórdios da humanidade, elementos da sua própria sobrevivência e continuação da espécie. A grande reflexão em torno da memória, iniciada na Antiguidade Clássica por Platão e Aristóteles, associa frequentemente a ideia de memória à ideia de casa. A alegoria platónica da placa de cera, que convoca a memória interior e por isso mesmo primeira, diz-nos que essa placa, onde se inscrevem com maior ou menor profundidade as memorizações subjetivas da existência individual, foi uma oferta de Mnemosine, a deusa da memória. E é pelo mesmo mito de Mnemosine que se chega também à memória como necessidade de conservação e transmissão - a ideia aristotélica de mnemê – e daqui ao Museu: o lugar onde as musas, filhas de Mnemosine, ensinavam aos homens os mistérios e a compreensão do mundo. Ao lado dos arquivos e das bibliotecas, as estruturas museológicas surgiram como instituições-memória (Jacques Le Goff): nem mais nem menos que verdadeiras casas da memória. É possível dizer-se que esta representação da memória como um lugar no espaço se prolongou desde o jardim das musas até ao museu tal como o conhecemos hoje, vindo de finais do século XVIII: no século III, Santo Agostinho descrevia-a como “uma imensa sala com os seus “antros e cavernas sem número” ou como um “palácio [...] onde estão tesoiros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda a espécie”. Em 781, o sábio Alcuíno de York referia a Carlos Magno que a memória era “a casa-tesouro de todas as coisas”. Entre a sua representação física, como o abrigo ou repositório, a memória foi também entendida, ao longo do tempo, como uma arte (mnemotécnica) de gestação e transmissão de conhecimento através de um processo de associação de imagens a lugares: uma casa onde se dispõem imagens cujo sentido se apreende num exercício de visita e interpretação, portanto.

Uma casa da memória será portanto um lugar de abrigo e de compreensão do que é lembrado. Abrigo através de um repositório aberto, imaterial, pessoal e coletivo, entendido como “prótese exterior da memória” (Babo), como discurso e projeção temporal no presente de um depósito de informação de outro tempo. Lugar de compreensão do lembrado através de complexos expositivos, interpretativos e de debate: pela apresentação e interpretação do que se construiu como lembrança (individual ou comunitária), seja pela compreensão da memória como processo e como construção, tal como a história que lhe corre paralela.

Bibliografia referida

BABO, Maria Augusta – “Escrita, Memória, Arquivo”. In Revista de Comunicação e Linguagens, nº 40 : Relógio de Água, 2009.

LE GOFF, Jacques (1984) – “Memória”. In Enciclopédia Einaudi, Tomo 1. [S.l.] : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1984.

YATES, Frances Amelia (2010) – The Art of Memory (1966). [S.l.] : Pimlico, 2010.

Equipa


Direção da Casa da Memória
Catarina Pereira

Museografia
Eduardo Brito

A Casa da Memória é gerida pela A Oficina - Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, uma Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada, fundada em 1989 por iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães.

Órgãos Sociais de A Oficina


Direção

Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - Adelina Paula Pinto
Vice-Presidente
António Augusto Duarte Xavier
Tesoureiro
Maria Soledade da Silva Neves
Secretário
Jaime Marques
Vogal
Casa do Povo de Fermentões

Conselho Fiscal
Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - José Fernandes
Vogal
Taipas Turitermas, CIPRL
Vogal
Djalme Alves Silva

Mesa da Assembleia Geral
Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - Lino Moreira da Silva
Vice-Presidente
Manuel Ferreira
Secretário
CAR-Círculo de Arte e Recreio

A Oficina
 
Presidente da Direção
Adelina Paula Pinto
Assistente de Direção
Anabela Portilha
Direção Artística
João Pedro Vaz
Coordenação Operacional
Ricardo Freitas
Codireção Artística e Internacionalização
Rui Torrinha
Programação
Ana Lúcia Figueiredo (Educação e Mediação Cultural)
Catarina Pereira (CDMG)
Ivo Martins (Guimarães Jazz e Palácio Vila Flor)
João Pedro Vaz (Teatro Oficina)
Nuno Faria (CIAJG)
Rui Torrinha (CCVF e Festivais)
Assistentes de Direção Artística
Cláudia Fontes
Tiago Almeida (CIAJG)
Educação e Mediação Cultural
Marta Silva (Direção)
Celeste Domingues

Daniela Freitas
João Lopes
Carla Oliveira
Produção
Pedro Silva (Direção Áreas Expositivas)
Ricardo Freitas (Direção Artes Performativas e Festivais)
Andreia Abreu
Andreia Novais
Hugo Dias
Nuno Ribeiro
Rui Salazar
Sofia Leite
Susana Pinheiro
Técnica
José Patacão (Direção)
Carlos Ribeiro
Helena Ribeiro (Direção de Cena)
João Castro
Nuno Eiras
Sérgio Sá
Serviços Administrativos / Financeiros
Helena Pereira (Direção)
Susana Costa
Marta Miranda
Ana Carneiro
Liliana Pina
Instalações
Luís Antero Silva (Direção)
Joaquim Mendes (Assistente)
Jacinto Cunha (Manutenção)
Amélia Pereira, Anabela Novais, Carla Matos, Cristina Marques, Conceição Leite, Conceição Oliveira, Rosa Fernandes, Maria Conceição Martins, Maria Fátima Faria (Manutenção e Limpeza)
Comunicação e Marketing
Marta Ferreira (Direção)
Bruno Barreto (Assessoria de Imprensa)
Carlos Rego
Susana Magalhães (Sites e Redes Sociais)
Susana Sousa (Design)
Eduarda Fontes (Design)
Andreia Martins, Cláudia Fontes, Jocélia Gomes, Josefa Cunha, Marisa Moreira, Sylvie Simões (Atendimento ao Público)
Património e Artesanato
Catarina Pereira (Direção)
Eduardo Brito (Museografia)
Inês Oliveira (Gestão do Património)
Felicidade Bela (Olaria)


Generalidades

Associada a um determinado espaço territorial (país, região ou cidade), e nele incluindo toda a imaterialidade que o define como lugar, a Casa da Memória - neste caso, de Guimarães - tem neste mesmo território o ponto de partida: para o seu habitante, um espaço de conhecimento e de reconhecimento (a memória é aqui lembrança e reminiscência, objetiva e subjetiva). Para o visitante, um lugar de descoberta e interpretação do que se tornou memória (e esta cumpre-se aqui como construção e como transmissão). Em ambos os casos chegamos a um espaço de cidadania, onde nos encontramos enquanto indivíduos e comunidade, a um espaço de projeção, onde dialogamos sobre o que ansiamos, a um espaço de conhecimento, onde apreendemos não só pelo estudo e interpretação, mas também pelas relações ou associações que se propõem, nas quais se incluem a semelhança e diferença (o que permite a localização do território no mundo, o que o iguala e o que o distingue), a lembrança e o esquecimento (entendendo a memória como seletividade), a permanência ou a passagem (como geradores de diferentes profundidades de memória). Esta casa da memória servirá então como lugar de encontro das representações passadas e das imaginações futuras de indivíduo e lugar, de comunidade e território. Um lugar onde pela compreensão das coisas se adia o esquecimento, se conhece e se transmite, e o homem se torna mais tolerante, sábio e por isso mesmo mais humano. A exposição Território e Comunidade materializa esta premissa.

Território

A organização do eixo Território é feita em três segmentos: cartografia, representação e utopia. Esta organização permite-nos compreender a memória como tentativa e processo de objetivação (pela cartografia), como subjetividade (pela representação do espaço) e como projeção (pela sua imaginação). Por outro lado, Guimarães enquanto território é compreendida pela sua cartografia, pelas suas representações ou imagens (em sentido metafórico) e pela sua própria projeção imaginária e utópica.


NÚCLEO 1:
 Cartografias e Território de Guimarães

A leitura cronológica da história da humanização do território de Guimarães oferece uma referência linear para conhecer marcos que modelam a região e para compreender a evolução das suas transformações geográficas. Ao longo do tempo, a conformação do território vimaranense foi-se alterando, ganhando e perdendo superfície física na sua demarcação concelhia. E se o Centro Histórico, reconhecido pela UNESCO enquanto Património Mundial, é o epicentro do concelho, também os rios e cursos de água definem as dinâmicas de crescimento e desenvolvimento de Guimarães.


NÚCLEO 2:
 Guimarães Representada

Diversas são as representações - e as motivações – que transmitem a perceção e a memória de um território ao longo do tempo. Documentos que fixam leis e normas, como um Foral ou um reconhecimento de Centro Histórico pela UNESCO, a transmissão de uma subjectividade específica através de filmes ou fotografias, o apontamento pessoal num caderno diário ou a um desenho artístico, passando pelas histórias que a censura proibiu, diversas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que guardam sobre Guimarães.


NÚCLEO 3:
 Utopias e Outros Futuros

Pensar em utopia na memória encerra em si uma aparente contradição: a memória remete para o passado, a utopia projeta futuros. A ideia de utopia é uma projeção ficcional de um lugar imaginário, sem referente físico concreto, cuja sociedade é distinta daquela que nos é familiar. Por vezes, a utopia é uma proposta de futuro idealizado e inatingível. Pensar num território considerando o presente, o passado e o futuro envolve estabelecer ligações entre as memórias passadas e as utopias futuras. Em Guimarães, houve diversos “projetos de futuro” que não foram realizados e que, se o fossem, teriam transformado o concelho num outro lugar. E porque a memória é situada, contextual, e se vai construindo, também os cenários de futuro podem ser criados e jogados na Casa da Memória.

Comunidade

A organização do eixo Comunidade é estruturada nos núcleos curiosidades, objetos, biografias e testemunhos. Esta organização permite-nos compreender a memória individual e coletiva como processo de unificação e de diferenciação de uma comunidade, a memória dos objetos como parte da memória histórica da cidade e a memória sensitiva como forma de conhecimento e interpretação. Por outro lado, Guimarães é compreendida pela sua relação com quem a habita ou visita, pelo simbolismo das coisas que pertenceram a pessoas cuja história acontece em Guimarães e pela disponibilização de dados que possibilita a criação de memórias não lineares da cidade.


NÚCLEO 4:
 Atlas de Curiosidades

Este Atlas reúne um conjunto de objetos e factos que nos permitem conhecer aspetos curiosos da comunidade vimaranense. As estatísticas oficiais das bases de dados caraterizam-na, ao passo que as listagens de vernáculo popular nos fazem sorrir com as suas peculiaridades. O símbolo “Aqui Nasceu Portugal” convive com uma panóplia de anúncios luminosos que, dia e noite, animam os espaços comuns do concelho. E com que auxiliares de memória se apoiam os habitantes de Guimarães? Que memórias lhes trazem os sons e os aromas?


NÚCLEO 5:
 Objectos na Memória

Cada objeto pode ser lido como um repositório de memórias individuais e coletivas. Se alguns objetos representam grandes feitos do passado, como a glória de um Rei encontrada numa espada, outros, como um vaso de flores de cemitério, revelam tragédias pessoais. Outros ainda fazem-nos recordar aspetos comuns na nossa vida, como uma bilha de gás ou um par de sapatos. A memória de objetos de Guimarães chega-nos num largo arco temporal: da pré-História à fundação da nacionalidade, das Sociedades Rurais e das Festividades, à Industrialização do Vale do Ave, à Contemporaneidade. Vários tutoriais vídeo ensinam-nos algo através dos objetos dos períodos representados: a doçaria conventual, os toques de caixas e bombos Nicolinos, a dobragem de lençóis, e o imaginário desportivo Vitoriano.


NÚCLEO 6:
 Biografias Históricas

Cinquenta biografias de vimaranenses, nascidos ou por adoção, que desde os primórdios da ocupação do território até ao passado recente, se afirmaram em diversas áreas, assumindo papéis marcantes na História de Guimarães e não só.


NÚCLEO 7:
 Memórias e Testemunhos

Experiências e histórias de vida marcam a nossa individualidade. Marcam também o modo como nos integramos nas comunidades às quais pertencemos e às quais nos ligamos, em permanência ou de passagem , ainda que temporariamente. Uma mesma pergunta foi colocada a sessenta membros desta comunidade: Qual é a memória mais marcante que têm de Guimarães? A pergunta é tida como o denominador comum do mais vasto segmento possível de pessoas e das suas relações com Guimarães - naturais, habitantes, impermanentes, visitantes, viajantes, turistas – mas também como potenciadora de uma vasta e diversificada panóplia de respostas e de relações com a cidade e o seu espaço público e privado.

Ficha técnica da exposição


Propriedade, promoção e coordenação geral

Câmara Municipal de Guimarães


Coordenação executiva e conceito

Opium

[Joana Meneses Fernandes, Eduardo

Brito, Isabel Reis, Ana Pedrosa]


Investigação e conteúdos

Cabincrew

[Inês Moreira, Sofia Romualdo, Ana

Bragança, Francisco Brito, Sara Moreira]


Design expositivo e gráfico

Studio Andrew Howard

[Andrew Howard, Rita Carvalho, João

Oliveira, Pedro Pina, Gustavo Fernandes,

Sofia Rato, Afonso Borges, Síncrono – illuminação]


Autores convidados

Ana Aragão

Gonçalo M. Tavares

Tito Mouraz


Produção executiva

A Oficina

[Pedro Silva, Catarina Pereira, Hugo

Dias, Inês Oliveira, Jaime Guimarães,

Miguel Barbosa]


Plataforma de criação de 

paisagem urbana

Jeremy Hugh Aston


Produção vídeo

Lumatera

[Célia Machado, Rafael Lino]

Os Fredericos


Produção fotográfica

Miguel Oliveira

Paulo Carvalho


Maquete

Alvaro Negrello


Reproduções 3D

Makesolid

[Filipe Noronha, Ivo Mariano]

Alvaro Negrello


Multimédia e tecnologia

Edigma

Power Focus


Equipamento expositivo

Guarnição


Impressão gráfica

Digipress – Edição Electrónica

de Impressos

Lúmen – Design/Imaging

Xirobloc – Comunicação e Imagem


Tradução

TT Minho – Traduções Técnicas do Minho

Alexander D. Kilpatrick


Colaborações e agradecimentos


Institucionais

Arquivo Nacional Torre do Tombo

Cinemateca Portuguesa –

Museu do Cinema

Direção Geral do Património

Cultural – Arquivo de

Documentação Fotográfica

Instituto Geográfico Português

Centro de Informação Geoespacial

do Exército

Centro Português de Fotografia

Fundação de Serralves

ASPA – Associação para a Defesa

do Património Arqueológico, Braga

Museu Nogueira da Silva, Braga

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

Sociedade Martins Sarmento

Biblioteca Municipal Raul Brandão

Arquivo Municipal Alfredo Pimenta

Muralha – Associação de

Guimarães Para a Defesa

do Património

Museu da Agricultura de

Fermentões

Santuário de São Torcato

AAELG – Velhos Nicolinos

Cineclube de Guimarães

Grupo Moretextile

Mundifios

Lameirinho

Pastelaria Costinhas

Pastelaria Clarinha

Vitória Sport Club

Paço dos Duques de Bragança

Museu de Alberto Sampaio

Centro Internacional das Artes José

de Guimarães

Casa Museu Abel Salazar

Associação Comercial e Industrial

de Guimarães

Universidade do Minho

Associação Artística da Marcha

Gualteriana

Versão Infinita – Artigos de decoração

Banco Português de Germoplasma

Vegetal


Individuais

Prof. Doutora Maria Augusta Babo (FCSHUNL)

Doutor Eduardo Pires de Oliveira

Drª Maria Helena Trindade (MNS)

Dr. Rui Vítor Costa (Muralha)

Prof. Doutora Alice Duarte (FLUP)

Professor Carlos Mesquita

(Cineclube de Guimarães)

Carolina Vieira

(Bobine Super 8 São Torcato)

Eng.º Daniel Oliveira e restante

equipa (UM)

Dra. Daniela Xavier (Moretextile)

Dª. Elvira (Pastelaria Costinhas)

Família de Maria da Conceição de

Oliveira Mota Pinto dos Santos

Dra. Francisca Abreu

Prof. Doutor Gonçalo Leite Velho (IPT)

Dra. Inês Pereira (VSC)

Dra. Isabel Fernandes (Paço dos Duques de Bragança)

Joaquim Fernandes (Mundifios)

Joaquina Campos

Dr. João Sousa Pinto

(Casa Museu Abel Salazar)

Jorge Correia

(Loja e Armazém de Brinquedos)

Dr. Luís Farinha Franco

(Biblioteca Nacional)

Eng. Manuel Martins e restante

equipa (ACIG)

Dra. Manuela Silva

Dra. Marta Melo (Delegação Norte

da Alzheimer Portugal)

Dr. Miguel José Teixeira

(historiador)

Dr. Nuno Faria (CIAJG)

Prof. Doutor Paulo Cruz (UMinho)

Dr. Paulo Vieira de Castro e Direção

e equipa da Sociedade

Martins Sarmento

Prof. Doutor Pedro Bandeira (UMinho)

Dr. Ricardo Gonçalves (VSC)

Dra. Rosa Saavedra

(Museu Alberto Sampaio)

Dr. Rui Azevedo (Moretextile)

Dr. Rui J. Lopes Faria (historiador)

Dra. Susana Medina (FEUP)

João Neves (Velhos Nicolinos)


Artesãos

Adélia Faria

Agostinho Silva

Bela Alves

Carla Santos

Conceição Ferreira

Cristina Vilarinho

Fernanda Braga

Gaspar Carreira

Isabel Oliveira

João Barbosa

João Leite

José Manuel Alves

José Ribeiro

Sameiro Fernandes


Tutorial Nicolinos

Alexandra Cerqueira

António Araújo

Jaime Filipe

João Neves

João Vicente Salgado

José Almeida

José M. Almeida Fernandes

José Maia

Luís Mendes Almeida

Mário Gonçalves

Paulo Fernandes

Paulo Gonçalves Soares

Tiago Simães

Família Martins Aldão pela cedência

do local (Quinta de Aldão)

Conceição Clavel pela orientação

na Quinta de Aldão

AAELG Velhos Nicolinos pela

disponibilidade pela Torre dos Almadas

Irmandade de S.Nicolau pela

disponibilidade da Capela de

S.Nicolau


Tutorial Doces Conventuais

Rosário Ferreira

Clara Ferreira

Pastelaria Clarinha


Tutorial Indústria Têxtil

Rui Azevedo

Daniela Xavier

Grupo Moretextile


Tutorial Claques do Vitória

Tazo (Vice-Presidente da Claque

White Angels) e restante claque

Marco (Presidente da Claque

Suspeitos do Costume)

Lobo (Presidente da Claque

Insane Guys)


Entrevistados

Maria Carlos Mesquita

Jorge Diogo Leite

Tiago Magalhães

José Balinha

Pilar Pastor

Cláudia Martins

Daniele Burattini

Sylvie Oliveira Pinheiro

Emília Araújo

Rafaela Salvador

Joana Gama

Ana Zita Lopes

Liliana Ribeiro

Tazo (Anastácio Lima Pereira)

Fabian Jubbega

João Guimarães

Tiago Simães

Joy Hanford

Maria Luís Neiva

Rodrigo Areias

Andreia Martins

Zong Mei

Álvaro Dinis Mendes

Hélder Guimarães

Oliver Pazo

Mário Carvalho

Delia Pereira de Carvalho

José Sousa

Paulo Bessa

Alexandra Oliveira

Paulo Cruz

Luís Ribeiro

Neno (Adelino Barros)

Maria José Marques

José Garcia

José Carlos Oliveira

Anastácia de Oliveira

Vasco Manuel Carneiro Bastos

Egídio Pinheiro

Manuel Leite da Silva

Dimitri Nikolov

António Júlio Freitas Novais

Augusta Ribeiro

Maria Fátima Costa

Maria Manuel Oliveira

Joaquim Fernandes

Margarida Fernandes

João Matos

Manuel Roriz Mendes

Francisca Abreu

Ivo Martins

Abel Pereira

Carlos Mesquita

António Magalhães

Fortunato Frederico

Raimundo Fernandes

Conceição Lemos

José Freitas Abreu

António Emílio Ribeiro

Avelino Ferreira

Av. Conde Margaride, 536

4835–073 Guimarães, Portugal

Tel (+351) 253 424 716


casadamemoria@aoficina.pt

N 41.442569, W 8.300333


Terça a Domingo

10h00–13h00

14h00–19h00

(últimas entradas às 12h30 e 18h30) 



___abertoagora___

___mapa___

Tarifários

Visitas autónomas


Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)

_

Preços com desconto (c/d)

Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos

Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

Visitas de grupo orientadas (com monitor)


Preço 1,50 eur (grupos escolares) / 4,00 eur (público em geral)

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 30 pessoas

_
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Oficinas criativas


Preço 2,00 eur (grupos escolares e outras instituições) / 5,00 eur (público em geral)

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)

Duração 90 minutos

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas (ou 1 turma)

_
Todas as oficinas estão sujeitas a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Política de Privacidade


1. Introdução
1.1. A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL (doravante OFICINA), é uma Cooperativa de Interesse Público, constituída no dia 14 de março de 1989, por iniciativa do Município de Guimarães (doravante MUNICÍPIO), aprovada em Assembleia Municipal de 19 de outubro de 1985, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 31/84, de 21 de janeiro.
1.2. A Lei n.º 69/2015, de 16 de julho, que procedeu à segunda alteração da Lei n.º 50/2012, de 31 de agosto (doravante a LAEL), introduziu o n.º 3 no seu artigo 58.º, que plasma que o disposto nos capítulos III e VI se aplica, com as devidas adaptações, às régies cooperativas, ou cooperativas de interesse público, em que as entidades públicas participantes possam exercer, de forma direta ou indireta, uma influência dominante em razão da verificação dos requisitos constantes do n.º 1 do artigo 19.º, ainda daquele diploma.
1.3. O Município de Guimarães é seu cooperante, exercendo sobre ela uma influência dominante, designadamente, por ser detentora da maioria dos seus títulos de capital.
1.4. Toda a atividade desenvolvida através dos serviços prestados pela OFICINA, aos utilizadores e público em geral, é de interesse geral, nos termos da alínea a) do artigo 45.º da LAEL, e integra o âmbito das atribuições do MUNICÍPIO, nos termos da alínea e) do n.º 2 do artigo 23.º do Regime Jurídico das Autarquias Locais.
1.5. A OFICINA é, deste modo, um organismo público, designadamente para os efeitos do artigo 37.º, n.º 1, al. a) do Regulamento Geral Sobre a Proteção de Dados (“RGPD”).

2. Objetivo
2.1. Quando utiliza os serviços OFICINA, confia-nos as suas informações. Esta Política de Privacidade destina-se a ajudar o CLIENTE a compreender os dados que recolhemos, o motivo para o fazermos e o que fazemos com esses dados. Este assunto é importante e esperamos que o leia atentamente.
2.2. O Regulamento Geral Sobre a Proteção de Dados (“RGPD”) prevê a proteção das pessoas singulares relativamente ao tratamento e à livre circulação dos dados pessoais, garantindo a licitude das medidas técnicas e organizativas para tal necessárias, nunca descurando, por isso, todos os direitos que assistem aos seus respetivos titulares.
2.3. O RGPD determina que as empresas e os organismos públicos têm de ter um fundamento jurídico para efetuarem o tratamento de dados. Se tiver algum direito específico consoante o fundamento jurídico que utilizamos, os mesmos encontram-se descritos abaixo. Deverá saber que, independentemente do fundamento jurídico aplicável, terá sempre o direito de pedir o acesso, a retificação e a eliminação dos seus dados ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (o "RGPD").
2.4. À medida que utiliza os nossos serviços, queremos que esteja perfeitamente esclarecido sobre a forma como utilizamos as informações e dos meios de que dispõe para proteger a sua privacidade, para tal, explicamos sobre:
●Que informações recolhemos e porque o fazemos.
●Como utilizamos essas informações.
●As opções que disponibilizamos, incluindo como aceder e atualizar informações.
2.5. A missão que nos foi acometida de proteger os seus dados pessoais é um processo contínuo, o que justifica que a nossa Política de Privacidade possa ser alterada. Porém, nenhuma alteração poderá reduzir direitos adquiridos sem o seu expresso consentimento.
2.6. Qualquer alteração à política de privacidade será publicada no nosso sítio eletrónico e, na eventualidade daquelas alterações serem consideráveis, destacaremos a sua alteração. Em todos os casos, manteremos o acesso a versões anteriores num arquivo para consulta.

3. Conceito de dados pessoais
3.1. São dados pessoais toda e qualquer informação, independentemente da natureza e do suporte em que se encontre armazenada, relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável, a qual se denomina de titular dos dados.
3.2. É considerada identificável a pessoa singular que possa ser identificada, direta ou indiretamente, nomeadamente por referência a determinados identificadores relevantes, como, por exemplo, um nome, um número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica ou um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular.

4. Tratamento de dados pessoais
4.1. O tratamento de dados pessoais consiste numa operação ou num conjunto de operações efetuadas sobre dados pessoais ou sobre conjuntos de dados pessoais, por meios automatizados ou não automatizados, tais como a recolha, o registo, a organização, a estruturação, a conservação, a adaptação ou alteração, a recuperação, a consulta, a utilização, a divulgação por transmissão, difusão ou qualquer outra forma de disponibilização, a comparação ou interconexão, a limitação, o apagamento ou a destruição.
4.2. Assumimos o compromisso de proteger os nossos CLIENTES de acessos não autorizados a ou alterações, divulgações ou destruições não autorizadas de informações que se encontram sob a nossa responsabilidade, designadamente através da revisão das nossas práticas de recolha, processamento e armazenamento de informações, incluindo medidas de segurança físicas, bem como outras medidas de segurança como restringir o acesso de informações pessoais apenas a funcionários, contratantes e agentes da OFICINA que precisarem de saber determinadas informações para efeitos de processamento e que estão sujeitos a obrigações estritas de confidencialidade contratual, podendo ser objeto de processo disciplinar ou rescisão contratual em caso de incumprimento das referidas obrigações.


5. Responsável pelo tratamento de dados pessoais e Subcontratante
5.1. O responsável pelo tratamento de dados pessoais pode ser uma pessoa singular ou coletiva, autoridade pública, agência ou outro organismo que, a nível individual ou em conjuntamente com outras, tem como objetivo determinar as finalidades e os meios de tratamento de dados pessoais.
5.2. O subcontratante pode ser uma pessoa singular ou coletiva, autoridade pública, agência ou outro organismo que trate os dados pessoais por conta do responsável pelo tratamento.
5.3. De acordo com a finalidade de tratamento que sumariamos no quadro que elencamos nesta política de privacidade, a OFICINA atua na qualidade de responsável de tratamento de dados pessoais, recorrendo a subcontratados em determinados tratamentos.
5.4. A OFICINA procede a Avaliações de Impacto das operações de tratamento previstas sobre a proteção de dados pessoais, nos termos previstos no artigo 35.º do RGPD.
5.5. Como boa prática, a OFICINA determinou que as Avaliações de Impacto sejam regularmente revistas e reavaliado o contexto de cada tratamento à luz de eventuais desenvolvimentos tecnológicos e sociais.

6. Encarregado de proteção de dados pessoais
6.1. O encarregado de proteção de dados tem como função principal garantir que o tratamento de dados pessoais não colide ou prejudica os direitos, liberdades e garantias do sujeito em causa.
6.2. A sua assistência não atende à dimensão da organização, mas sim ao risco que os tratamentos a efetuar têm no que concerne aos direitos, liberdades e garantias do titular dos dados.
6.3. Assim, é obrigatória a presença do encarregado de proteção de dados em três situações, nomeadamente quando o tratamento é efetuado por uma autoridade ou organismo público (excetuando os tribunais no exercício da sua função jurisdicional), quando as atividades principais do responsável pelo tratamento ou do subcontratante consistam em operações de tratamento que, devido à sua natureza, âmbito e/ou finalidade, exijam um controlo regular e sistemático dos titulares dos dados em grande escala e ainda quando as atividades principais do responsável pelo tratamento ou do subcontratante consistam em operações de tratamento em grande escala de categorias especiais de dados nos termos do artigo 9.º do RGPD ou de dados pessoais relacionados com condenações penais e infrações a que se refere o artigo 10.º do mesmo Regulamento.
6.4. Pelo facto de a OFICINA ser um organismo público, está, por respeito ao artigo 37.º, n.º 1, al. a), obrigada a designar um encarregado de proteção de dados.

7. Tipos de dados pessoais tratados
A OFICINA nas suas relações com os CLIENTES procede ao tratamento dos dados que melhor identifica no “quadro sumário” descrito nas finalidades de tratamento.

8. Modo de recolha dos dados pessoais
8.1. De acordo com o RGPD, as empresas têm de ter um fundamento jurídico para efetuarem um qualquer tratamento de dados, e ao titular dos dados pessoais são conferidos direitos específicos consoante o fundamento jurídico que é utilizado e os mesmos encontram-se descritos infra.
8.2. Assim, um tratamento de dados pessoais só é lícito se e na medida em que se verifique pelo menos uma das seguintes situações:
a) O titular dos dados tiver dado o seu consentimento para o tratamento dos seus dados pessoais para uma ou mais finalidades específicas;
b) O tratamento for necessário para a execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados;
c) O tratamento for necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica a que o responsável pelo tratamento esteja sujeito;
d) O tratamento for necessário para a defesa de interesses vitais do titular dos dados ou de outra pessoa singular;
e) O tratamento for necessário ao exercício de funções de interesse público ou ao exercício da autoridade pública de que está investido o responsável pelo tratamento;
f) O tratamento for necessário para efeito dos interesses legítimos prosseguidos pelo responsável pelo tratamento ou por terceiros, exceto se prevalecerem os interesses ou direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais, em especial se o titular for uma criança.
8.3. A OFICINA acautela que os dados recolhidos no âmbito das finalidades de tratamento melhor resumidas no “quadro sumário” são necessários, limitados e pertinentes para cada uma das finalidades declarada.
8.4. Os dados pessoais são armazenados em bases de dados específicas e criadas para o efeito, podendo ser tratados informaticamente e de forma automatizada ou não automatizada, tendo sempre por base o cumprimento da legislação relativa à proteção de dados pessoais.
8.5. Os dados recolhidos pela OFICINA nunca serão utilizados para outra finalidade que não aquela para a qual foram recolhidos ou dado o consentimento por parte do titular dos dados, exceto se tal for determinado por norma ou interesse público que prevaleça.
8.6. O titular dos dados terá sempre o direito de se opor ao tratamento de dados e de pedir a restrição do tratamento. A sua oposição será respeitada e a OFICINA deixará de tratar das suas informações, exceto se o tratamento tiver por base fundamentos legítimos convincentes ou for necessário por motivos legais.

9. Violação de dados pessoais
9.1. Existe violação de dados pessoais quando estivermos perante uma violação da segurança que provoque, de modo acidental ou ilícito, a destruição, a perda, a alteração, a divulgação ou o acesso, não autorizados, a dados pessoais transmitidos, conservados ou sujeitos a qualquer outro tipo de tratamento.
9.2. Na eventualidade de ocorrer uma violação de dados pessoais, a OFICINA notifica o responsável pelo tratamento de dados, se aplicável, a autoridade de controlo ou o titular dos dados, conforme a violação dos dados for suscetível de implicar um elevado risco para os seus direitos, liberdades e garantias.

10. Finalidades do tratamento dos dados pessoais
Quadro sumário do tratamento de dados pessoais em função da sua finalidade:

Finalidade do tratamento
Gestão dos Equipamentos Culturais
Condições de Legitimidade

Artigo 6.º, n.º 1, al. b) do RGPD: execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados.
Categoria de dados pessoais tratados
Na finalidade do tratamento estão contidos o controlo de documentos de admissão, gestão de cooperantes, reserva e concessão de espaços, gestão de classes e inscrições, taxa de assiduidade das classes, controlo de acessos, controlo do número de utilizações. Os dados contidos em cada registo são o nome, morada, data de nascimento, bilhete de identidade, número de identificação fiscal, estado civil, filiação, número de identificação bancária, contactos e, no caso de utilizador deficiente, indicação da deficiência e atestado médico, que dependerá sempre do consentimento expresso e explícito por parte do titular dos dados.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
A entidades oficiais ou outras com as quais o responsável colabore ou venha a colaborar, com a finalidade de promoção e elaboração de estudos e inquéritos, desde que verificado o consentimento do titular dos dados para essa finalidade específica.
Autoridade Tributária: dados de faturação
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Prazo de Conservação
2 anos após a cessação da relação contratual.
Dados para faturação: 10 anos.
Finalidade do tratamento
Envio Newsletters e Marketing
Condições de Legitimidade

Artigo 6.º, n.º 1, al. a) do RGPD: Consentimento expresso do titular e artigo 13.º-A, n.º 3 da Lei n.º 41/2004, de 18/8, alterada pela Lei n.º 46/2012.
Categoria de dados pessoais tratados
Nome e endereço eletrónico
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
Não existe comunicação de dados
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Direitos a observar
Direito de informação: o responsável deve garantir que, no momento da recolha, disponibiliza ao titular a informação relativa à finalidade da recolha. Nesse momento, bem como do envio de cada newsletter, a OFICINA garante que o titular tem um campo específico para exercer o direito de oposição ao tratamento dos seus dados para efeito de marketing direto, nos termos previstos no n.º 3 do artigo 13.º-A da Lei n.º41/2004, de 18/8, alterada pela Lei n.º 46/2012.
Prazo de Conservação
1 mês após o pedido de oposição ao tratamento
Finalidade do tratamento
Serviços de Férias Escolares
Condições de Legitimidade

Artigo 6.º, n.º 1, al. b) do RGPD: execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados e Artigo 6.º, n.º 1, al. a) do RGPD: consentimento explícito.
Categoria de dados pessoais tratados
Nome, endereço eletrónico, NIF, N.º de Identificação, contacto telefónico, nome do educando menor, data de nascimento, NIF, N.º de Identificação, necessidades educativas especiais.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
Não existe comunicação de dados, para além dos dados de faturação para a Autoridade Tributária
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Os dados são categorizados como dados sensíveis e é promovido o tratamento com recurso a técnicas de pseudonimização e permite o acesso a informação de acordo com os diferentes níveis de acesso dos utilizadores. Foram realizadas Avaliações de Impacto nos termos do RGPD.
Prazo de Conservação
2 anos após a cessação da relação contratual.
Dados para faturação: 10 anos.
Finalidade do tratamento
Proteção de pessoas e bens
Condições de Legitimidade
Artigo 6.º, n.º 1, al. f) do RGPD: interesses legítimos prosseguidos pelo responsável pelo tratamento.
Categoria de dados pessoais tratados
Imagens captadas pelo sistema.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
As imagens só podem ser transmitidas nos termos da lei processual penal.
Detetada a eventual infração penal, o responsável deverá, juntamente com a participação, enviar à autoridade judiciária ou ao órgão de polícia criminal competentes as imagens recolhidas. Noutras situações em que as autoridades solicitem acesso às imagens, tal só poderá ocorrer, no âmbito de processo judicial devidamente identificado, em cumprimento de despacho fundamentado da autoridade judiciária competente. Fora destas condições não pode o responsável comunicar as imagens.
Medidas de segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas devem assegurar, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
O responsável pelo tratamento toma as medidas adequadas para:
a) Impedir o acesso de pessoa não autorizada às instalações utilizadas para o tratamento desses dados (controlo da entrada nas instalações);
b) Impedir que suportes de dados possam ser lidos, copiados, alterados ou retirados por pessoa não autorizada (controlo dos suportes de dados);
c) Impedir a introdução não autorizada, bem como a tomada de conhecimento, a alteração ou a eliminação não autorizadas de dados pessoais inseridos (controlo da inserção);
d) Impedir que sistemas de tratamento automatizados de dados possam ser utilizados por pessoas não autorizadas através de instalações de transmissão de dados (controlo da utilização);
e) Garantir que as pessoas autorizadas só possam ter acesso aos dados abrangidos pela autorização (controlo de acesso);
f) Garantir a verificação das entidades a quem possam ser transmitidos os dados pessoais através das instalações de transmissão de dados (controlo da transmissão);
g) Garantir que possa verificar-se a posteriori, em prazo adequado à natureza do tratamento, a fixar na regulamentação aplicável a cada sector, quais os dados pessoais introduzidos quando e por quem (controlo da introdução);
h) Impedir que, na transmissão de dados pessoais, bem como no transporte do seu suporte, os dados possam ser lidos, copiados, alterados ou eliminados de forma não autorizada (controlo do transporte).
Limites ao Tratamento
Não é permitida a recolha de som; A recolha de imagens deve confinar-se à propriedade do responsável, não podendo abranger imagens da via pública ou de propriedades limítrofes; No caso de existirem terminais de pagamento ATM, as câmaras não podem estar direcionadas de modo a captar a digitação dos códigos; Não podem as câmaras incidir regularmente sobre os trabalhadores durante a atividade laboral, nem as imagens podem ser utilizadas para o controlo da atividade dos trabalhadores, seja para aferir a produtividade seja para efeitos de responsabilização disciplinar (cf. artigos 20º e 21º do Código do Trabalho); Em circunstância alguma são recolhidas imagens de acesso ou interior de instalações sanitárias, acesso e interiores de vestiários, áreas de descanso ou outras áreas destinadas aos trabalhadores, zonas de fabrico, zonas de espera, salas de reuniões e auditórios.
Sistema de videovigilância
Pontos de acesso a partir do exterior/ Zonas de pagamentos/ Locais de circulação/ Zonas técnicas/ Locais de atendimento ao público/ Zonas comerciais
Prazo de Conservação
30 dias

11. Duração da conservação dos dados pessoais
11.1. Os dados pessoais serão conservados apenas durante o período necessário para as finalidades para as quais são tratados, a não ser que sejam tratados exclusivamente para fins de arquivo de interesse público, para fins de investigação científica ou histórica ou para fins estatísticos.
11.2. Os titulares dos dados pessoais serão sempre informados sobre a duração do período de duração e de quais os critérios definidos para tal.

12. Direitos do titular dos dados pessoais
12.1 Regra geral, e independentemente do fundamento do tratamento, o titular dos dados pessoais tem direito à informação, à confirmação do tratamento e ao acesso aos dados pessoais, bem como à retificação.
12.2. Não obstante, tem ainda direito a apagar, limitar, atualizar e retificar os dados, tal como a ser notificado em caso de uma violação de dados pessoais.

13. Medidas técnicas e organizativas para assegurar a segurança dos dados pessoais
13.1. De modo a evitar a divulgação acidental, intencional ou indevida dos dados pessoais, a OFICINA tem implementado e continua a implementar um conjunto rigoroso de medidas capazes de proteger os dados pessoais contra qualquer forma de tratamento ilícito.
13.2. A OFICINA compromete-se a desenvolver todos os esforços para garantir que as medidas técnicas e organizativas implementadas sejam cumpridas por parte de todos aqueles que tiverem permissão legal para aceder aos dados pessoais.

14. Disponibilização de dados pessoais a terceiros
14.1. Terceiro é a pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, o serviço ou organismo que não seja o titular dos dados, o responsável pelo tratamento, o subcontratante e as pessoas que, sob a autoridade direta do responsável pelo tratamento ou do subcontratante, estão autorizadas a tratar os dados pessoais.
14.2. Quando tal sucede, o terceiro deve assegurar a proteção dos dados pessoais, utilizando as mesmas medidas técnicas e organizativas do que o responsável pelo tratamento.
1.4.3. Em caso algum se verificará a transferência de dados pessoais para países terceiros em nenhuma das finalidades de tratamentos.

15. Fluxos Transfronteiriços de Dados
15.1. Os “Fluxos Transfronteiriços de Dados” referem-se à movimentação ou transferência de informações entre servidores através das fronteiras dos países.
15.2. Em caso algum se verificará a transferência de dados pessoais para países terceiros em nenhuma das finalidades de tratamentos.

16. Comunicações Comerciais e Promocionais
16.1. A OFICINA procede ao tratamento de dados pessoais fornecidos pelos titulares dos dados para enviar comunicações eletrónicas com informações relativas a comunicações comerciais e promocionais.
16.2. Sempre que a OFICINA fizer uma comunicação deste tipo, será direcionada exclusivamente aos titulares dos dados que as tenham autorizado previamente e de forma expressa.
16.3. De acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de janeiro, mais concretamente no n.º 3 do seu artigo 13.º-A, no caso de o utilizador desejar deixar de receber comunicações comerciais ou promocionais da OFICINA, poderá solicitar a oposição do serviço utilizando o “remover”.

17. Cookies
17. 1. Os cookies são ficheiros que têm pequenos fragmentos de informação que é descarregada do seu dispositivo quando visita um website.
17. 2. Os cookies ajudam o Website a memorizar informações sobre a sua visita, como o seu idioma preferido e outras definições. Isto pode facilitar a sua próxima visita e tornar o Website mais útil para si. Os cookies desempenham um papel importante. Sem eles, utilizar a Web seria uma experiência muito mais frustrante. Os cookies aumentam a eficiência da navegação nos websites.
17.3. A OFICINA pode utilizar Cookies. A utilização de Cookies na internet é usual e não prejudica os computadores dos utilizadores. Os Cookies executam diversas funções, nomeadamente auxiliar os responsáveis do website a perceber o modo como este é utilizado, facilitando a respetiva navegação, guardando as suas preferências e, de modo geral, melhorando a sua experiência de utilização, servindo ainda para garantir que o website lhe mostra conteúdo relevante. Como utilizamos os cookies para personalizar a sua experiência no nosso site? A tecnologia "cookie" ajuda-nos a fornecer conteúdos adaptados aos interesses dos visitantes.
17.4. E se o Titular dos Dados não quiser os "cookies"? Se não desejar receber "cookies", pode configurar o seu computador para o avisar sempre que receber um "cookie" ou desativar todos os "cookies" através do seu programa de consulta (ex: Internet Explorer ou Google Chrome). (Consulte o menu de Ajuda do seu programa de consulta para saber qual a forma correta de alterar ou atualizar os "cookies"). Se desativar os "cookies", poderá não conseguir aceder a algumas das funções acima indicadas. Através das definições do browser, é possível ter algum controlo sobre a maioria dos cookies.
17.5. Que tipo de cookies podem ser utilizados? Existem dois grupos cookies que podem ser utilizados - Cookies permanentes - são cookies que ficam armazenados ao nível do browser nos seus equipamentos de acesso (PC, mobile e tablet) e que são utilizados sempre que faz uma nova visita a um dos nossos websites. São utilizados, geralmente, para direcionar a navegação aos interesses do utilizador, permitindo-nos prestar um serviço mais personalizado. - Cookies de sessão - são cookies temporários que permanecem no arquivo de cookies do seu browser até sair do website. A informação obtida por estes cookies serve para analisar padrões de tráfego na web, permitindo-nos identificar problemas e fornecer uma melhor experiência de navegação. A informação obtida por estes cookies serve para analisar padrões de tráfego na web, permitindo-nos identificar problemas e fornecer uma melhor experiência de navegação.

18. Exercício dos Direitos do titular dos Dados
18.1. De acordo com as disposições do RGPD, o utilizador pode exercer a todo o tempo os seus direitos de acesso, retificação, apagamento, limitação, oposição e portabilidade. Os Titulares do Dados têm diferentes preocupações de privacidade e podem a qualquer momento rever, atualizar e decidir que tipo de dados pretendem ver guardados. O encarregado pela proteção dos dados designado pela OFICINA pode ser contactado diretamente através do endereço de correio eletrónico dpo@aoficina.pt
18.2. Utilize o contacto disponível para esclarecer qualquer dúvida que tenha no âmbito da proteção de dados. A OFICINA garante, como estabelecido no RGPD, o prazo de um mês (prorrogável por 2 meses quando justificável) para dar resposta às solicitações, bem como prestar os esclarecimentos necessários ao Titular dos Dados.

19. Autoridades de Proteção de Dados (APD)
19.1. As APD são autoridades públicas independentes que controlam, através de poderes de investigação e de correção, a aplicação da legislação relativa à proteção de dados. Prestam aconselhamento especializado sobre questões de proteção de dados e tratam reclamações apresentadas contra violações do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e as leis nacionais pertinentes. Existe uma em cada Estado-Membro da União Europeia.
19.2. De um modo geral, o principal ponto de contacto para questões sobre proteção de dados é a APD do Estado-Membro da União Europeia, que em Portugal é a Comissão Nacional de Proteção de Dados – CNPD, com os seguintes contactos:

R. de São. Bento, 148-3°
1200-821 Lisboa
+351 21 392 84 00
geral@cnpd.pt
http://www.cnpd.pt

20. Reclamações
20.1. A Autoridade Europeia para a Proteção de Dados recomenda que, se tiver razões para crer que o seu direito à privacidade foi violado por uma instituição ou um organismo da UE, deverá contactar, em primeiro lugar, os responsáveis pelo tratamento dos dados pessoais na instância onde pensa que foi cometida a infração. Se não ficar satisfeito com o resultado, deverá contactar o encarregado da proteção de dados da instituição ou do organismo da UE onde pensa que foi cometida a infração.
Se aquela diligência não resultar, pode apresentar queixa à AEPD, utilizando um formulário próprio.
20.2. O formulário da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) encontra-se disponível em https://www.cnpd.pt/bin/duvidas/queixas_frm.aspx




1 Janeiro 2017

Pergunta ao Tempo

No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.


Todas as idades

Programação


1 Janeiro 2017

Programação

Pergunta ao Tempo

No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.


Todas as idades


Programação

14 Janeiro 2017

Guia de Visita
Jeremy Ashton

Como será a cidade de Guimarães no futuro?

A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


14 Janeiro 2017

Programação

Guia de Visita
Jeremy Ashton

Como será a cidade de Guimarães no futuro?

A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

29 Janeiro 2017 | 10h00

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!


Monitora Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 10h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação


29 Janeiro 2017
10h00

Programação

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!


Monitora Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 10h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

4 Fevereiro 2017

Guia de Visita
Rui Vítor Costa

Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


4 Fevereiro 2017

Programação

Guia de Visita
Rui Vítor Costa

Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

19 Fevereiro 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Histórias de cântaros e cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!


Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford

 Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


19 Fevereiro 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Histórias de cântaros e cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!


Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford

 Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

4 Março 2017

Guia de Visita
Ana Bragança

Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


4 Março 2017

Programação

Guia de Visita
Ana Bragança

Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

19 Março 2017 | 11h00

Domingos em Casa
À Roda das Estações #1

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.


Monitores Cor de Tangerina e convidados

Público-alvo Maiores de 12 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


19 Março 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
À Roda das Estações #1

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.


Monitores Cor de Tangerina e convidados

Público-alvo Maiores de 12 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

1 Abril 2017

Guia de Visita
Samuel Silva

Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


1 Abril 2017

Programação

Guia de Visita
Samuel Silva

Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

22 Abril 2017 | 17h00

Memórias da Memória
Maria Matos Graça

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #1, 22.04.2017

Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.


Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?


Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação


22 Abril 2017
17h00

Programação

Memórias da Memória
Maria Matos Graça

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #1, 22.04.2017

Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.


Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?


Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Memória, experiência consciente


Programação

23 Abril 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Memórias do chão

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.


Monitora Vera Santos

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


23 Abril 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Memórias do chão

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.


Monitora Vera Santos

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

24 Abril 2017 | 22h00

Onde estava no 25 de Abril de 1974?

A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.


Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


24 Abril 2017
22h00

Programação

Onde estava no 25 de Abril de 1974?

A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.


Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Rui Guimarães, Wladimir Brito, António Emilio de Abreu Ribeiro
Moderador Samuel Silva


Programação

25 Abril 2017 | 16h00

Espalha Memórias
Sessão 0

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00


No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.


Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


25 Abril 2017
16h00

Programação

Espalha Memórias
Sessão 0

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00


No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.


Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

1 Maio 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30

Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador


Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.


Guia convidado Miguel Teixeira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


1 Maio 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30

Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador


Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.


Guia convidado Miguel Teixeira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

6 Maio 2017 | 17h00

Guia de Visita
Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva

O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?

A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


6 Maio 2017
17h00

Programação

Guia de Visita
Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva

O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?

A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

11 Maio 2017 | 22h00

Têxtil: a memória do futuro
#1 Industrialização sem revolução – o Século XIX e I República

A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.

No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro). A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.


Convidados

José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)

Francisco Brito  Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);

Moderação 

Paula Ramos Nogueira  Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação


11 Maio 2017
22h00

Programação

Têxtil: a memória do futuro
#1 Industrialização sem revolução – o Século XIX e I República

A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.

No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro). A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.


Convidados

José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)

Francisco Brito  Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);

Moderação 

Paula Ramos Nogueira  Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Convidados: José Lopes Cordeiro, Francisco Brito
Moderação: Paula Ramos Nogueira


Programação

20 Maio 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Arquitetura Contemporânea em Guimarães

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30

Arquitetura Contemporânea em Guimarães


Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.


Guia convidado  João Rosmaninho

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


20 Maio 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Arquitetura Contemporânea em Guimarães

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30

Arquitetura Contemporânea em Guimarães


Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.


Guia convidado  João Rosmaninho

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

21 Maio 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Tabula Rasa

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.


Monitora Matilde Seabra

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


21 Maio 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Tabula Rasa

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.


Monitora Matilde Seabra

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

3 Junho 2017 | 17h00

Guia de Visita
Carlos Mesquita

Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


3 Junho 2017
17h00

Programação

Guia de Visita
Carlos Mesquita

Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

10 Junho 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Entre Imagens da Cidade

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30

Entre Imagens da Cidade


A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.


Guia convidado Eduardo Brito

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


10 Junho 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Entre Imagens da Cidade

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30

Entre Imagens da Cidade


A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.


Guia convidado Eduardo Brito

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

17 Junho 2017 | 17h00

Memórias da Memória
Daniel Blaufuks

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #2, 17.06.2017 

Daniel Blaufuks


Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.


Público-alvo Maiores de 15 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


17 Junho 2017
17h00

Programação

Memórias da Memória
Daniel Blaufuks

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #2, 17.06.2017 

Daniel Blaufuks


Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.


Público-alvo Maiores de 15 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

18 Junho 2017 | 11h00

Domingos em Casa
MnemoZine

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?


Monitora Carina Oliveira

Público-alvo Maiores de  6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


18 Junho 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
MnemoZine

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?


Monitora Carina Oliveira

Público-alvo Maiores de  6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

24 Junho 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Guimarães e o dia 1 de Portugal

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30 

Guimarães e o dia 1 de Portugal 


Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?

Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.


Guia convidado Raul Pereira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


24 Junho 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Guimarães e o dia 1 de Portugal

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30 

Guimarães e o dia 1 de Portugal 


Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?

Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.


Guia convidado Raul Pereira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

1 Julho 2017 | 17h00

Guia de Visita
João Almeida

O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação


1 Julho 2017
17h00

Programação

Guia de Visita
João Almeida

O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

13 Julho 2017 | 21h00

Têxtil: a memória do futuro
#2 Indústria Têxtil e Estado Novo

O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.

“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.

As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)


Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva

Moderação Paula Ramos Nogueira  

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação


13 Julho 2017
21h00

Programação

Têxtil: a memória do futuro
#2 Indústria Têxtil e Estado Novo

O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.

“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.

As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)


Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva

Moderação Paula Ramos Nogueira  

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Convidados: Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva
Moderação: Paula Ramos Nogueira


Programação

14 Julho 2017 | 10h30

Espalha Memórias
A Marcha de S. Gualter

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30

A Marcha de S. Gualter


Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.


Workshop para famílias

Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana 

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela 

Todas as idades 

Atividade gratuita

Programação


14 Julho 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
A Marcha de S. Gualter

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30

A Marcha de S. Gualter


Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.


Workshop para famílias

Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana 

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela 

Todas as idades 

Atividade gratuita


Programação

15 Julho 2017 | 16h00

À Roda das Estações
Adoçando o Verão

Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.

Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:

Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);

Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a 

Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares. 


Público-alvo Maiores de 12 

Horário 16h00

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


15 Julho 2017
16h00

Programação

À Roda das Estações
Adoçando o Verão

Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.

Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:

Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);

Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a 

Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares. 


Público-alvo Maiores de 12 

Horário 16h00

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

23 Julho 2017 | 11h00

Domingos em casa
O Fio da Conversa

Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min. 

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


23 Julho 2017
11h00

Programação

Domingos em casa
O Fio da Conversa

Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min. 

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

5 Agosto 2017 | 17h00

Espalha Memórias com Guia de Visita

No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!

Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.

Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.

O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.

Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.


Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva

Ponto de encontro CDMG


Programação


5 Agosto 2017
17h00

Programação

Espalha Memórias com Guia de Visita

No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!

Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.

Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.

O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.

Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.


Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva

Ponto de encontro CDMG



Programação

20 Agosto 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Quem conta um conto acrescenta um ponto

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?


Monitora Juliana Sá

Público-alvo Maiores de 6

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


20 Agosto 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Quem conta um conto acrescenta um ponto

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?


Monitora Juliana Sá

Público-alvo Maiores de 6

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

2 Setembro 2017 | 17h00

Guia de Visita
Sofia Ribeiro

Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


2 Setembro 2017
17h00

Programação

Guia de Visita
Sofia Ribeiro

Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

9 Setembro 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Guimarães Património Mundial, pela obra de Távora

Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.


Guia convidado Ricardo Rodrigues

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação


9 Setembro 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Guimarães Património Mundial, pela obra de Távora

Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.


Guia convidado Ricardo Rodrigues

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

16 Setembro 2017 | 10h30

Espalha Memórias
Toural: antes e agora

A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.


Guia convidado Maria Manuel Oliveira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação


16 Setembro 2017
10h30

Programação

Espalha Memórias
Toural: antes e agora

A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.


Guia convidado Maria Manuel Oliveira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

17 Setembro 2017 | 11h00

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.


Monitora Elsa Martinho

Público-alvo Maiores de 6

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


17 Setembro 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.


Monitora Elsa Martinho

Público-alvo Maiores de 6

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

7 Outubro 2017 | 17h00

Guia de Visita
Jorge Castelar

Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


7 Outubro 2017
17h00

Programação

Guia de Visita
Jorge Castelar

Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

14 Outubro 2017 | 16h00

À Roda das Estações
#Outono

Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?

Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.



Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação


14 Outubro 2017
16h00

Programação

À Roda das Estações
#Outono

Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?

Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.



Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

21 Outubro 2017 | 17h00

Memórias da Memória
Tiago Gil Oliveira

Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.


Público-alvo Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação


21 Outubro 2017
17h00

Programação

Memórias da Memória
Tiago Gil Oliveira

Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.


Público-alvo Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

22 Outubro 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.


Monitoras Tatiana Santos e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


22 Outubro 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.


Monitoras Tatiana Santos e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

4 Novembro 2017 | 16h00

Guia de Visita
Raimundo Fernandes

Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


4 Novembro 2017
16h00

Programação

Guia de Visita
Raimundo Fernandes

Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

10 Novembro 2017 | 21h30

Têxtil: A Memória do Futuro
Séc. XX. Entre a Ciência e a Globalização

Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil. Chegamos ao tempo em que a ciência e a técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política e económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem as novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e a tecnologia no centro da nova era. Nesta sessão vamos tentar perceber como a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.


Convidado: Professor Carlos Fiolhais

Maiores de 12 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


10 Novembro 2017
21h30

Programação

Têxtil: A Memória do Futuro
Séc. XX. Entre a Ciência e a Globalização

Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil. Chegamos ao tempo em que a ciência e a técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política e económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem as novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e a tecnologia no centro da nova era. Nesta sessão vamos tentar perceber como a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.


Convidado: Professor Carlos Fiolhais

Maiores de 12 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

19 Novembro 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Tranacantrantana

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.


Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


19 Novembro 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Tranacantrantana

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.


Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

2 Dezembro 2017 | 15h30

Território e Comunidade
Da Fábrica Pátria à Casa da Memória de Guimarães

Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação. 

Organiza-se em três tempos: presente – pela partilha de uma parte significativa dos processos que deram origem à nova exposição permanente; passado – da reconversão da Fábrica de Plásticos Pátria em centro cultural; e futuro – propondo projeções sobre as expetativas e desafios da CDMG. Esta edição é coordenada por Inês Moreira, que para ela contribui com um ensaio, assim como José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes e José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; foi desenhada por Andrew Howard.

A apresentação contará com uma conversa com a editora e convidados.


Todas as idades 

Entrada livre 


Programação


2 Dezembro 2017
15h30

Programação

Território e Comunidade
Da Fábrica Pátria à Casa da Memória de Guimarães

Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação. 

Organiza-se em três tempos: presente – pela partilha de uma parte significativa dos processos que deram origem à nova exposição permanente; passado – da reconversão da Fábrica de Plásticos Pátria em centro cultural; e futuro – propondo projeções sobre as expetativas e desafios da CDMG. Esta edição é coordenada por Inês Moreira, que para ela contribui com um ensaio, assim como José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes e José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; foi desenhada por Andrew Howard.

A apresentação contará com uma conversa com a editora e convidados.


Todas as idades 

Entrada livre 



Programação

2 Dezembro 2017 | 18h00

Guia de Visita
Inês Moreira

Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP. A curadoria da coleção da exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães, os seus guiões expositivos, foram coordenados por si e com a equipa da Cabincrew, sua empresa. Desde 2010 tem dedicado especial atenção a Guimarães e à sua cultura contemporânea, tendo colaborado com a Fundação Cidade de Guimarães na Capital Europeia da Cultura, tanto no programa de Arte e Arquitetura como na revitalização da Fábrica ASA, onde organizou a exposição e o livro “Edifícios e Vestígios”, entre outros projetos.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação


2 Dezembro 2017
18h00

Programação

Guia de Visita
Inês Moreira

Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP. A curadoria da coleção da exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães, os seus guiões expositivos, foram coordenados por si e com a equipa da Cabincrew, sua empresa. Desde 2010 tem dedicado especial atenção a Guimarães e à sua cultura contemporânea, tendo colaborado com a Fundação Cidade de Guimarães na Capital Europeia da Cultura, tanto no programa de Arte e Arquitetura como na revitalização da Fábrica ASA, onde organizou a exposição e o livro “Edifícios e Vestígios”, entre outros projetos.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação

10 Dezembro 2017 | 11h00

Domingos em Casa
Passarinhas e Sardões

No Domingos em Casa de dezembro, vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?


Monitora Tatiana Santos

Público-alvo Maiores de 5 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 7 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação


10 Dezembro 2017
11h00

Programação

Domingos em Casa
Passarinhas e Sardões

No Domingos em Casa de dezembro, vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?


Monitora Tatiana Santos

Público-alvo Maiores de 5 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 7 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

13 Dezembro 2017 | 17h00

Veduta nº 11
PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado

Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado. Neste dia de celebração do passado vimaranense, chama-se o tema à conversa, partilham-se trabalhos em curso e revisita-se património em estudo. A Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007, e lançada, anualmente a 13 de dezembro, será um dos motivos para este encontro, assim como a investigação que a régie-cooperativa está a levar a cabo, com o objetivo de atualizar o Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães, produção artesanal local certificada desde 2010.


17h00 

Bordado de Guimarães

Apresentação da revisão do caderno de especificações para a certificação 

No ano de 2006 foi elaborado pela Oficina e pelo Museu Alberto Sampaio o caderno de especificações para a certificação do bordado de Guimarães, documento que esteve na base da atribuição da IG – Indicação Geográfica “Bordado de Guimarães” e que tem servido de instrumento regulador para implementação do processo de certificação do Bordado de Guimarães atualmente em curso. Entretanto, tem vindo a ser constatado que, após 10 anos do início do processo, o referido documento necessita de revisão no sentido de melhor se adaptar às realidades constatadas no território e de contemplar algumas correções e melhoramentos que a prática e o conhecimento mais apurado da situação têm vindo a exigir. 

Mais concretamente ir-se-á proceder à validação e correção da informação de enquadramento histórico-geográfico da produção; à definição de uma área de delimitação geográfica mais abrangente tendo em conta a realidade efetiva da produção atual; à revisão dos pontos utilizados pelo bordado de Guimarães e correção de nomenclaturas; ao melhoramento gráfico e aumento de exemplos de composições/motivos no sentido de permitir acesso a bons exemplares, a pontos e composições caídas em desuso e a novas composições; à reflexão sobre possibilidade de outras formas de inovação que valorizem e não descaracterizem o Bordado de Guimarães.


18h30

Veduta nº 11 

PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado 

Apresentação da Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007.


Todas as idades

Entrada livre

Programação


13 Dezembro 2017
17h00

Programação

Veduta nº 11
PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado

Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado. Neste dia de celebração do passado vimaranense, chama-se o tema à conversa, partilham-se trabalhos em curso e revisita-se património em estudo. A Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007, e lançada, anualmente a 13 de dezembro, será um dos motivos para este encontro, assim como a investigação que a régie-cooperativa está a levar a cabo, com o objetivo de atualizar o Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães, produção artesanal local certificada desde 2010.


17h00 

Bordado de Guimarães

Apresentação da revisão do caderno de especificações para a certificação 

No ano de 2006 foi elaborado pela Oficina e pelo Museu Alberto Sampaio o caderno de especificações para a certificação do bordado de Guimarães, documento que esteve na base da atribuição da IG – Indicação Geográfica “Bordado de Guimarães” e que tem servido de instrumento regulador para implementação do processo de certificação do Bordado de Guimarães atualmente em curso. Entretanto, tem vindo a ser constatado que, após 10 anos do início do processo, o referido documento necessita de revisão no sentido de melhor se adaptar às realidades constatadas no território e de contemplar algumas correções e melhoramentos que a prática e o conhecimento mais apurado da situação têm vindo a exigir. 

Mais concretamente ir-se-á proceder à validação e correção da informação de enquadramento histórico-geográfico da produção; à definição de uma área de delimitação geográfica mais abrangente tendo em conta a realidade efetiva da produção atual; à revisão dos pontos utilizados pelo bordado de Guimarães e correção de nomenclaturas; ao melhoramento gráfico e aumento de exemplos de composições/motivos no sentido de permitir acesso a bons exemplares, a pontos e composições caídas em desuso e a novas composições; à reflexão sobre possibilidade de outras formas de inovação que valorizem e não descaracterizem o Bordado de Guimarães.


18h30

Veduta nº 11 

PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado 

Apresentação da Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007.


Todas as idades

Entrada livre


Programação

6 Janeiro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Eduardo Pires de Oliveira

Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é o Guia de Visita de janeiro. Especialista em arquitetura e arte barroca, vem à CDMG lembrar e falar do vimaranense Feliciano Mendes, pai da obra mais importante do barroco colonial Brasileiro - o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais, que se começou a edificar em 1757.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


6 Janeiro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Eduardo Pires de Oliveira

Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é o Guia de Visita de janeiro. Especialista em arquitetura e arte barroca, vem à CDMG lembrar e falar do vimaranense Feliciano Mendes, pai da obra mais importante do barroco colonial Brasileiro - o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais, que se começou a edificar em 1757.


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

21 Janeiro 2018 | 11h00

Domingos em Casa
O Fio da Conversa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em janeiro, o convite é para bordar memórias.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.

Programação


21 Janeiro 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
O Fio da Conversa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em janeiro, o convite é para bordar memórias.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.


Programação

27 Janeiro 2018 | 16h00

À Roda das Estações
Inverno - o pão, o codorno e as urtigas

Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história. Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com a investigadora Cristina Castro, do projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas? 

Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.


Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.


Programação


27 Janeiro 2018
16h00

Programação

À Roda das Estações
Inverno - o pão, o codorno e as urtigas

Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história. Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com a investigadora Cristina Castro, do projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas? 

Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.


Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.



Programação

3 Fevereiro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Noémia Carneiro

A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada. Em fevereiro, a guia de visita é Noémia Carneiro: Professora Associada do Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e dirigente associativa da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


3 Fevereiro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Noémia Carneiro

A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada. Em fevereiro, a guia de visita é Noémia Carneiro: Professora Associada do Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e dirigente associativa da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

18 Fevereiro 2018 | 14h30

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em fevereiro, vamos meter as mãos no barro e partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.


Horários 11h00 (SESSÃO ESGOTADA) 

e 14h30 (NOVA SESSÃO)

Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 15 de fevereiro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt.

Programação


18 Fevereiro 2018
14h30

Programação

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em fevereiro, vamos meter as mãos no barro e partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.


Horários 11h00 (SESSÃO ESGOTADA) 

e 14h30 (NOVA SESSÃO)

Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 5

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 15 de fevereiro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt.


Programação

24 Fevereiro 2018 | 17h00

Memórias da Memória
Pedro Bandeira

O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.

Pedro Bandeira, arquiteto (FAUP), investigador (LAB 2PT) e professor Associado na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. É autor de: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015; e mais recentemente de Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017).


Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


24 Fevereiro 2018
17h00

Programação

Memórias da Memória
Pedro Bandeira

O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.

Pedro Bandeira, arquiteto (FAUP), investigador (LAB 2PT) e professor Associado na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. É autor de: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015; e mais recentemente de Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017).


Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

3 Março 2018 | 17h00

Guia de Visita
Maria José Queirós Meireles

Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG. Historiadora, com vasta experiência e formação no campo das ciências documentais (atualmente exerce funções na área da Gestão de Coleções Museológicas e na Biblioteca e Documentação do Museu de Alberto Sampaio), Maria José Queirós Meireles é também autora, no âmbito do seu mestrado em Arqueologia Urbana pela Universidade do Minho, da obra “O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações”, essencial para a compreensão das transformações da e na cidade no referido período.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


3 Março 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Maria José Queirós Meireles

Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG. Historiadora, com vasta experiência e formação no campo das ciências documentais (atualmente exerce funções na área da Gestão de Coleções Museológicas e na Biblioteca e Documentação do Museu de Alberto Sampaio), Maria José Queirós Meireles é também autora, no âmbito do seu mestrado em Arqueologia Urbana pela Universidade do Minho, da obra “O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações”, essencial para a compreensão das transformações da e na cidade no referido período.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

18 Março 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em março, vamos construir cidades, com casas tortas e sem portas, paredes bicudas e com curvas, ruas que saltam do chão... Ou talvez não.


Criação e Orientação Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Inscrição até 15 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.

Programação


18 Março 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em março, vamos construir cidades, com casas tortas e sem portas, paredes bicudas e com curvas, ruas que saltam do chão... Ou talvez não.


Criação e Orientação Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur

Inscrição até 15 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.


Programação

23 Março 2018 | 21h00

Têxtil: A Memória do Futuro
Haverá espaço para o passado nos desafios do futuro para a têxtil?

A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui. A tecnologia, que se expande e domina em todas as fases dos processos criativos e produtivos, é o centro de uma dinâmica paradoxal: à novidade sucede-se a obsolescência, num ritmo alucinante. Nesta viagem, que iniciamos recordando as primeiras fábricas têxteis instaladas em Guimarães no século XIX, falamos das invenções mecânicas e da introdução da eletricidade, discutimos sobre o aparecimento da química industrial, sobre a introdução das fibras sintéticas e o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da indústria têxtil, um setor que se emaranhou na vida de milhares de vimaranenses. A teia de conversas encaminha-nos agora para o desconhecido: que futuro espera esta indústria?


Intervenção Gilberto Santos

Moderação Paula Ramos Nogueira

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Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação


23 Março 2018
21h00

Programação

Têxtil: A Memória do Futuro
Haverá espaço para o passado nos desafios do futuro para a têxtil?

A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui. A tecnologia, que se expande e domina em todas as fases dos processos criativos e produtivos, é o centro de uma dinâmica paradoxal: à novidade sucede-se a obsolescência, num ritmo alucinante. Nesta viagem, que iniciamos recordando as primeiras fábricas têxteis instaladas em Guimarães no século XIX, falamos das invenções mecânicas e da introdução da eletricidade, discutimos sobre o aparecimento da química industrial, sobre a introdução das fibras sintéticas e o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da indústria têxtil, um setor que se emaranhou na vida de milhares de vimaranenses. A teia de conversas encaminha-nos agora para o desconhecido: que futuro espera esta indústria?


Intervenção Gilberto Santos

Moderação Paula Ramos Nogueira

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Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação

7 Abril 2018 | 17h00

Guia de Visita
Carlos Lobo

O fotógrafo Carlos Lobo é o Guia de Visita da CDMG em abril. Nascido em Guimarães, é autor de uma obra já longa, depurada e reconhecida, realizada da Coreia do Norte ao Vale do Ave, via Estados Unidos, e exposta e publicada um pouco por todo o mundo. Carlos Lobo é também músico – guitarrista dos Evols – e doutorado em fotografia com a tese A fotografia entre a experiência do real e a expressão fragmentária do artista. A sua visita guiada será portanto um modo de ver a memória – fotográfica e pessoal – ao longo da exposição da CDMG e que discursos e partilhas ela provoca no convidado deste mês.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


7 Abril 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Carlos Lobo

O fotógrafo Carlos Lobo é o Guia de Visita da CDMG em abril. Nascido em Guimarães, é autor de uma obra já longa, depurada e reconhecida, realizada da Coreia do Norte ao Vale do Ave, via Estados Unidos, e exposta e publicada um pouco por todo o mundo. Carlos Lobo é também músico – guitarrista dos Evols – e doutorado em fotografia com a tese A fotografia entre a experiência do real e a expressão fragmentária do artista. A sua visita guiada será portanto um modo de ver a memória – fotográfica e pessoal – ao longo da exposição da CDMG e que discursos e partilhas ela provoca no convidado deste mês.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

22 Abril 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Asas de Cera

Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em abril, vamos levantar voo! Inspirados por histórias de Ícaros e Rodolfos, experimentamos criar asas, feitas de cera e liberdade.

Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 19 de abril, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online

Programação


22 Abril 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Asas de Cera

Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em abril, vamos levantar voo! Inspirados por histórias de Ícaros e Rodolfos, experimentamos criar asas, feitas de cera e liberdade.

Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 19 de abril, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online


Programação

25 Abril 2018 | 10h00

2º Aniversário da Casa da Memória
Celebramos para Lembrar

A Casa da Memória de Guimarães (CDMG) está aberta ao mundo há dois anos. Prossegue o seu caminho como espaço de lembrança (sempre incompleto, ou não fosse a memória uma faculdade de impossível perfeição), de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve: assim desde a sua abertura, assim também no ano que há-de vir.


Constatação evidente: uma efeméride, para além de um ato de celebração, é também ela um tempo de projeção. Neste caso, a CDMG continuará, na sua exposição permanente, a receber interpretações do indivíduo ao grupo, da oficina à visita guiada; continuará com as suas atividades de mediação destinadas a todas as idades, continuará com o seu Repositório não só como espaço de reflexão e de lembrança (seja pelo acolhimento de debates, conferências e conversas, seja pela disponibilização em intranet e internet de acervos), mas também como lugar de onde saem projetos de investigação que unem a memória, nas suas múltiplas formas a Guimarães: o terceiro ano da CDMG acolherá edições em torno da fotografia de e em Guimarães, bem como investigações sobre árvores-memória e à volta de uma certa marginália do Concelho. Tempo para repetir: celebrar é também um ato de memória.

PROGRAMA

10h00-13h00 e 14h00-18h00 | Visitas e Oficinas
Visitar e Experimentar

Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, a Casa oferece um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração.

10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas

10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga

10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira

10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida

10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves

10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real

14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)

14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá

15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues

15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras

15h00 | Conversa
Onde estava no 25 de Abril de 1974? 


A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Pelo segundo ano consecutivo, este encontro coletivo na sala do Repositório recebe memórias de um dia inesquecível: a palavra a Ana Maria Lopes, Joaquina Campos, Manuela Juncal, Milice Ribeiro dos Santos e Rosa Guimarães, numa conversa participada pela assistência e moderada por Matilde Seabra.

17h00 | Filme 

Projeção do filme "Toute la Mémoire Du Monde" (Alain Resnais, 1965, 21 min.)
Apresentado por Eduardo Brito 


"Toda a Memória do Mundo" é tanto um olhar sobre o funcionamento interno da Bibliothèque Nationale de France em Paris como uma peça meditativa sobre a fragilidade da memória humana e as formas pelas quais tentamos fortalecê-la.


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Todas as idades
Entrada livre

Programação


25 Abril 2018
10h00

Programação

2º Aniversário da Casa da Memória
Celebramos para Lembrar

A Casa da Memória de Guimarães (CDMG) está aberta ao mundo há dois anos. Prossegue o seu caminho como espaço de lembrança (sempre incompleto, ou não fosse a memória uma faculdade de impossível perfeição), de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve: assim desde a sua abertura, assim também no ano que há-de vir.


Constatação evidente: uma efeméride, para além de um ato de celebração, é também ela um tempo de projeção. Neste caso, a CDMG continuará, na sua exposição permanente, a receber interpretações do indivíduo ao grupo, da oficina à visita guiada; continuará com as suas atividades de mediação destinadas a todas as idades, continuará com o seu Repositório não só como espaço de reflexão e de lembrança (seja pelo acolhimento de debates, conferências e conversas, seja pela disponibilização em intranet e internet de acervos), mas também como lugar de onde saem projetos de investigação que unem a memória, nas suas múltiplas formas a Guimarães: o terceiro ano da CDMG acolherá edições em torno da fotografia de e em Guimarães, bem como investigações sobre árvores-memória e à volta de uma certa marginália do Concelho. Tempo para repetir: celebrar é também um ato de memória.

PROGRAMA

10h00-13h00 e 14h00-18h00 | Visitas e Oficinas
Visitar e Experimentar

Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, a Casa oferece um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração.

10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas

10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga

10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira

10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida

10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves

10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real

14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)

14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá

15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues

15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras

15h00 | Conversa
Onde estava no 25 de Abril de 1974? 


A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Pelo segundo ano consecutivo, este encontro coletivo na sala do Repositório recebe memórias de um dia inesquecível: a palavra a Ana Maria Lopes, Joaquina Campos, Manuela Juncal, Milice Ribeiro dos Santos e Rosa Guimarães, numa conversa participada pela assistência e moderada por Matilde Seabra.

17h00 | Filme 

Projeção do filme "Toute la Mémoire Du Monde" (Alain Resnais, 1965, 21 min.)
Apresentado por Eduardo Brito 


"Toda a Memória do Mundo" é tanto um olhar sobre o funcionamento interno da Bibliothèque Nationale de France em Paris como uma peça meditativa sobre a fragilidade da memória humana e as formas pelas quais tentamos fortalecê-la.


_
Todas as idades
Entrada livre

Onde estava no 25 de Abril de 1974?


Programação

25 Abril 2018 | 10h00

Visitar e Experimentar
2º Aniversário Casa da Memória

Celebrar é um ato de memória e de liberdade. E, para celebrar mais um aniversário da Casa da Memória, estão todos convidados para conhecer os cantos da Casa. Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, cada um terá a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração… Nesta festa, a entrada é livre para todas as idades.  

10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas

10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga

A olaria vimaranense é feita de barro e de histórias. Inspirados pela Cantarinha dos Namorados, moldamos barro vermelho na roda de oleiro. Mão na água, água no barro, barro na mão… Depois de algumas voltas, surgem pequenas peças, que podem ser ornamentadas com mica branca polvilhada. Depois, é só cozer durante algumas horas…

10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira

Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados... Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.

10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida

“Trana cantrantana, trana, trana, trana …”
É assim que se pode trautear o ritmo e o som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.

10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves

Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real

Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.

14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)

Quantos pães o Minho amassou? E que farinhas e fermentos? Pão quente ou pão torrado, pão com sementes ou pão com passas, pão branco ou pão integral… Queremos descobrir um pouco mais sobre opções saudáveis deste produto básico da nossa alimentação, através da receita de pão caseiro e artesanal. Literalmente de mão na massa, experimentamos amassar o pão. E, pão a pão, faremos a revolução!

14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá

Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.

15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues

Há ideias que se ligam como pessoas e cidades, há ideias que nos aproximam ou nos afastam, há ideias grandes que podem mudar o mundo e há ideias pequenas que mudam o meu mundo. Aqui, todas as ideias são bem-vindas. Desejos, esperanças e sonhos também. Partimos do passado e do presente para pensarmos o futuro, através de uma instalação visual coletiva em permanente construção, no pátio da Casa da Memória.

15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras

“E se riscares uma frase para a esconder, essa frase – podes ter a certeza – irá aparecer noutro lado; e com letras grandes”. A partir do texto “Lápis Azul da Censura”, que Gonçalo M. Tavares escreveu para a Casa da Memória, discutimos e refletimos sobre a simbologia deste lápis como objeto de memória coletiva. E, em vez de apagar e proibir, vamos expor e expressar todas as palavras e todos os pensamentos, através do método surrealista do frottrage, uma técnica de desenho por fricção sobre textura.

Todos os públicos
Entrada livre


Programação


25 Abril 2018
10h00

Programação

Visitar e Experimentar
2º Aniversário Casa da Memória

Celebrar é um ato de memória e de liberdade. E, para celebrar mais um aniversário da Casa da Memória, estão todos convidados para conhecer os cantos da Casa. Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, cada um terá a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração… Nesta festa, a entrada é livre para todas as idades.  

10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas

10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga

A olaria vimaranense é feita de barro e de histórias. Inspirados pela Cantarinha dos Namorados, moldamos barro vermelho na roda de oleiro. Mão na água, água no barro, barro na mão… Depois de algumas voltas, surgem pequenas peças, que podem ser ornamentadas com mica branca polvilhada. Depois, é só cozer durante algumas horas…

10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira

Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados... Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.

10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida

“Trana cantrantana, trana, trana, trana …”
É assim que se pode trautear o ritmo e o som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.

10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves

Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real

Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.

14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)

Quantos pães o Minho amassou? E que farinhas e fermentos? Pão quente ou pão torrado, pão com sementes ou pão com passas, pão branco ou pão integral… Queremos descobrir um pouco mais sobre opções saudáveis deste produto básico da nossa alimentação, através da receita de pão caseiro e artesanal. Literalmente de mão na massa, experimentamos amassar o pão. E, pão a pão, faremos a revolução!

14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá

Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.

15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues

Há ideias que se ligam como pessoas e cidades, há ideias que nos aproximam ou nos afastam, há ideias grandes que podem mudar o mundo e há ideias pequenas que mudam o meu mundo. Aqui, todas as ideias são bem-vindas. Desejos, esperanças e sonhos também. Partimos do passado e do presente para pensarmos o futuro, através de uma instalação visual coletiva em permanente construção, no pátio da Casa da Memória.

15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras

“E se riscares uma frase para a esconder, essa frase – podes ter a certeza – irá aparecer noutro lado; e com letras grandes”. A partir do texto “Lápis Azul da Censura”, que Gonçalo M. Tavares escreveu para a Casa da Memória, discutimos e refletimos sobre a simbologia deste lápis como objeto de memória coletiva. E, em vez de apagar e proibir, vamos expor e expressar todas as palavras e todos os pensamentos, através do método surrealista do frottrage, uma técnica de desenho por fricção sobre textura.

Todos os públicos
Entrada livre



Programação

28 Abril 2018 | 17h00

Memórias da Memória
Maria Augusta Babo

Maria Augusta Babo é Professora Associada com Agregação no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Na sua comunicação falar-nos-á da escrita como técnica inaugural e paradigmática de registo, quer pela sua economia, quer pela sua sistematicidade. Exercendo uma elaboração do pensamento e do mundo, é um dispositivo de retenção, que se pode definir como marca presente do tempo passado: será nesta capacidade de retenção, como memória exterior e inorgânica, que consiste a sua força documental.

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


28 Abril 2018
17h00

Programação

Memórias da Memória
Maria Augusta Babo

Maria Augusta Babo é Professora Associada com Agregação no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Na sua comunicação falar-nos-á da escrita como técnica inaugural e paradigmática de registo, quer pela sua economia, quer pela sua sistematicidade. Exercendo uma elaboração do pensamento e do mundo, é um dispositivo de retenção, que se pode definir como marca presente do tempo passado: será nesta capacidade de retenção, como memória exterior e inorgânica, que consiste a sua força documental.

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

1 Maio 2018 | 11h00

A Festa das Cruzes de Serzedelo
Fernando Oliveira

Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração. Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


1 Maio 2018
11h00

Programação

A Festa das Cruzes de Serzedelo
Fernando Oliveira

Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração. Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

5 Maio 2018 | 17h00

Guia de Visita
Paulo Cunha

O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português. Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


5 Maio 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Paulo Cunha

O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português. Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

19 Maio 2018 | 17h00

Edição: Prisma #1 Colecção de Fotografia da Muralha
Susana Lourenço Marques

Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães. A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


19 Maio 2018
17h00

Programação

Edição: Prisma #1 Colecção de Fotografia da Muralha
Susana Lourenço Marques

Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães. A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

20 Maio 2018 | 11h00

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial…

Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online


INSCRIÇÕES ESGOTADAS


Programação


20 Maio 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial…

Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online


INSCRIÇÕES ESGOTADAS



Programação

2 Junho 2018 | 17h00

Guia de Visita
Andreia Martins

Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media. É igualmente consultora na empresa Comned.org fazendo a ponte entre a indústria vimaranense e o mercado holandês, onde se formou em Design de comunicação e onde trabalhou por mais de 10 anos. Veio para Guimarães em 2010 onde integrou a equipa de projeto, comunicação, relações públicas e internacionais da Capital Europeia da Cultura. É a guia de visita da CDMG de junho.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação


2 Junho 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Andreia Martins

Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media. É igualmente consultora na empresa Comned.org fazendo a ponte entre a indústria vimaranense e o mercado holandês, onde se formou em Design de comunicação e onde trabalhou por mais de 10 anos. Veio para Guimarães em 2010 onde integrou a equipa de projeto, comunicação, relações públicas e internacionais da Capital Europeia da Cultura. É a guia de visita da CDMG de junho.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente




Programação

16 Junho 2018 | 17h00

Memórias da Memória
Patrícia Jerónimo

“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
Patrícia Jerónimo é Professora Associada na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde dirige o Mestrado em Direitos Humanos e leciona, entre outras disciplinas, Direito Comparado, Migrações e Refugiados, e Direitos Humanos e Diferença Cultural. Nesta sexta sessão das Memórias da Memória, falar-nos-á da tensão existente entre o direito individual ao esquecimento e o direito coletivo à memória. Ilustrada por um conjunto de decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro a respeito de episódios ocorridos durante da Ditadura Militar, esta conversa deter-se-á na ponderação de interesses/direitos feita pelo Tribunal, tendo presentes as recentes notícias chegadas do Brasil, segundo as quais um significativo número de jovens brasileiros se mostra favorável à instituição de um regime militar no país.  

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


16 Junho 2018
17h00

Programação

Memórias da Memória
Patrícia Jerónimo

“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
Patrícia Jerónimo é Professora Associada na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde dirige o Mestrado em Direitos Humanos e leciona, entre outras disciplinas, Direito Comparado, Migrações e Refugiados, e Direitos Humanos e Diferença Cultural. Nesta sexta sessão das Memórias da Memória, falar-nos-á da tensão existente entre o direito individual ao esquecimento e o direito coletivo à memória. Ilustrada por um conjunto de decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro a respeito de episódios ocorridos durante da Ditadura Militar, esta conversa deter-se-á na ponderação de interesses/direitos feita pelo Tribunal, tendo presentes as recentes notícias chegadas do Brasil, segundo as quais um significativo número de jovens brasileiros se mostra favorável à instituição de um regime militar no país.  

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

17 Junho 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Revestir a Casa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em junho, vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos. Com flores, versos, formas geométricas e outros padrões personalizados.


Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
A inscrição deverá ser efetuada até 14 de junho, presencialmente, na Casa da Memória de Guimarães

Programação


17 Junho 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Revestir a Casa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em junho, vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos. Com flores, versos, formas geométricas e outros padrões personalizados.


Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
A inscrição deverá ser efetuada até 14 de junho, presencialmente, na Casa da Memória de Guimarães


Programação

7 Julho 2018 | 17h00

Guia de Visita
Conceição Rios

Antecipando a chegada da Contextile 2018 à Casa da Memória, Conceição Rios (Santa Maria da Feira, 1955), Coordenadora Científica desta Bienal de Arte Têxtil, é a Guia de Visita de julho. Entre as artes e a filosofia, tem, ao longo dos anos, desenvolvido trabalhos comunitários no norte de Portugal, nos mais variados domínios. Coordenou e produziu o Programa Cultural, em Melgaço, na apresentação da candidatura a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, das Tradições Orais Luso-Galaicas.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


7 Julho 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Conceição Rios

Antecipando a chegada da Contextile 2018 à Casa da Memória, Conceição Rios (Santa Maria da Feira, 1955), Coordenadora Científica desta Bienal de Arte Têxtil, é a Guia de Visita de julho. Entre as artes e a filosofia, tem, ao longo dos anos, desenvolvido trabalhos comunitários no norte de Portugal, nos mais variados domínios. Coordenou e produziu o Programa Cultural, em Melgaço, na apresentação da candidatura a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, das Tradições Orais Luso-Galaicas.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

21 Julho 2018 | 09h30

Magic Talks

Artistas e comunidade local partilham histórias e rituais, em conversas, algumas mágicas, e outras tecidas. Estas conversas integram um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com as artistas residentes (Hermionne Alsopp, Reino Unido e Ida Blazicko, Croácia) e com a comunidade de Trás de Gaia, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. Desta forma, promovem-se novas relações com a comunidade e outras leituras sobre o território e o pensamento artístico e criativo em torno do têxtil. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães (CDMG), insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets, cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.

PROGRAMA

09h30-11h00
Lavadouro/tanque Trás de Gaia
O lavadouro / tanque público: da história ao uso e rituais | Conversas animadas e mágicas

11h00-13h00
Casa da Memória
Magic Talks / Carpets (Virginja Vitkiene) | Projeto CDMG / Trás de Gaia

13h00-15h00
Terraço da Casa da Memória
Magic Pic Nic

15h00-17h00
Magic Visits – o têxtil na exposição da Casa da Memória

17h30-19h00
Lavadouro/tanque de S. Gualter
Performance: usos e rituais + conversas de roupa suja | Refresco na ribeira
_
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


21 Julho 2018
09h30

Programação

Magic Talks

Artistas e comunidade local partilham histórias e rituais, em conversas, algumas mágicas, e outras tecidas. Estas conversas integram um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com as artistas residentes (Hermionne Alsopp, Reino Unido e Ida Blazicko, Croácia) e com a comunidade de Trás de Gaia, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. Desta forma, promovem-se novas relações com a comunidade e outras leituras sobre o território e o pensamento artístico e criativo em torno do têxtil. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães (CDMG), insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets, cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.

PROGRAMA

09h30-11h00
Lavadouro/tanque Trás de Gaia
O lavadouro / tanque público: da história ao uso e rituais | Conversas animadas e mágicas

11h00-13h00
Casa da Memória
Magic Talks / Carpets (Virginja Vitkiene) | Projeto CDMG / Trás de Gaia

13h00-15h00
Terraço da Casa da Memória
Magic Pic Nic

15h00-17h00
Magic Visits – o têxtil na exposição da Casa da Memória

17h30-19h00
Lavadouro/tanque de S. Gualter
Performance: usos e rituais + conversas de roupa suja | Refresco na ribeira
_
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

4 Agosto 2018 | 17h00

Guia de Visita
José Pontes

Na história recente da Marcha Gualteriana, José Pontes é um nome incontornável. Obreiro da Casa da Marcha desde finais dos anos 70 do século passado, assumiu, por várias vezes, a direção de obras da referida Marcha e desde 2015 que preside à Associação Artística da Casa da Marcha. Em mês de Festas da Cidade e Gualterianas, é o guia de visita da CDMG: um passeio essencial pelas memórias da Marcha e de José Pontes.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


4 Agosto 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
José Pontes

Na história recente da Marcha Gualteriana, José Pontes é um nome incontornável. Obreiro da Casa da Marcha desde finais dos anos 70 do século passado, assumiu, por várias vezes, a direção de obras da referida Marcha e desde 2015 que preside à Associação Artística da Casa da Marcha. Em mês de Festas da Cidade e Gualterianas, é o guia de visita da CDMG: um passeio essencial pelas memórias da Marcha e de José Pontes.


Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

1 Setembro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Hermionne Allsopp e Ida Blazicko

Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal. Através de uma parceria entre a CDMG e Ideias Emergentes | Contextile 2018, as artistas desenvolveram, durante dois meses, um trabalho de pesquisa, interação e relação com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter que será, agora, apresentado pelas próprias.


Hermione Allsopp, oriunda do Reino Unido, faz esculturas colecionando objetos e recriando-as em novas formas ou composições que carregam sempre anexos coletivos, memórias e significados. A artista graduou-se na Leeds Metropolitan University em Belas Artes e detém um mestrado pela UCA Canterbury. Ida Blazicko, de nacionalidade croata, é duplamente doutorada pela Academia de Belas Artes de Zagreb e pela Academia chinesa de Arte em Hangzhou com a dissertação sobre ‘Sustentabilidade na Arte Pública: recriação do ambiente urbano’. O seu trabalho evoca a fragilidade da existência humana e a impermanência da beleza, existindo sempre um interesse pela relação percetiva entre obra de arte, espaço e observador.

Todas as idades
Atividade gratuita
, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


1 Setembro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Hermionne Allsopp e Ida Blazicko

Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal. Através de uma parceria entre a CDMG e Ideias Emergentes | Contextile 2018, as artistas desenvolveram, durante dois meses, um trabalho de pesquisa, interação e relação com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter que será, agora, apresentado pelas próprias.


Hermione Allsopp, oriunda do Reino Unido, faz esculturas colecionando objetos e recriando-as em novas formas ou composições que carregam sempre anexos coletivos, memórias e significados. A artista graduou-se na Leeds Metropolitan University em Belas Artes e detém um mestrado pela UCA Canterbury. Ida Blazicko, de nacionalidade croata, é duplamente doutorada pela Academia de Belas Artes de Zagreb e pela Academia chinesa de Arte em Hangzhou com a dissertação sobre ‘Sustentabilidade na Arte Pública: recriação do ambiente urbano’. O seu trabalho evoca a fragilidade da existência humana e a impermanência da beleza, existindo sempre um interesse pela relação percetiva entre obra de arte, espaço e observador.

Todas as idades
Atividade gratuita
, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

23 Setembro 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Do vazio de uma caixa a um museu portátil

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em setembro, partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica.


Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 20 de setembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Programação


23 Setembro 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Do vazio de uma caixa a um museu portátil

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em setembro, partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica.


Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 20 de setembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt


Programação

6 Outubro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Carla Rocha e Paula Mendes

Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte. Impulsionadoras e entusiastas da mobilidade ciclável, são fundadoras da GetGreen – que desde 2013 se dedica a um sem número de atividades relacionadas com a bicicleta, da formação de ciclistas urbanos aos percursos turísticos. Antigas alunas da Universidade do Minho, Carla Rocha e Paula Mendes são as Guias de Visita de outubro da CDMG, propondo uma deriva ciclista pela cidade em dia de Guimarães noc noc, associando-se a CDMG, mais uma vez, a esta iniciativa. Pedimos aos participantes da visita que utilizem a entrada da Casa da Memória pelo Largo Heróis da Fundação, que está devidamente sinalizada.


Visita a partir da CDMG pelo Guimarães noc noc

Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação


6 Outubro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Carla Rocha e Paula Mendes

Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte. Impulsionadoras e entusiastas da mobilidade ciclável, são fundadoras da GetGreen – que desde 2013 se dedica a um sem número de atividades relacionadas com a bicicleta, da formação de ciclistas urbanos aos percursos turísticos. Antigas alunas da Universidade do Minho, Carla Rocha e Paula Mendes são as Guias de Visita de outubro da CDMG, propondo uma deriva ciclista pela cidade em dia de Guimarães noc noc, associando-se a CDMG, mais uma vez, a esta iniciativa. Pedimos aos participantes da visita que utilizem a entrada da Casa da Memória pelo Largo Heróis da Fundação, que está devidamente sinalizada.


Visita a partir da CDMG pelo Guimarães noc noc

Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação

21 Outubro 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Curtir o nosso mapa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.

Em outubro, vamos cartografar memórias e revisitar o mapa dos lugares que cada um tem dentro de si. De forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 18 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Programação


21 Outubro 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Curtir o nosso mapa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.

Em outubro, vamos cartografar memórias e revisitar o mapa dos lugares que cada um tem dentro de si. De forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 18 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt


Programação

3 Novembro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Duarte Belo

Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos. A propósito da inauguração da sua exposição “Depois do tempo” na CDMG, Belo falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


3 Novembro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Duarte Belo

Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos. A propósito da inauguração da sua exposição “Depois do tempo” na CDMG, Belo falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.

Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

17 Novembro 2018 | 17h00

Memórias da Memória | O ouvido reencontrado: Música e Memória
Ana Paixão

A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


17 Novembro 2018
17h00

Programação

Memórias da Memória | O ouvido reencontrado: Música e Memória
Ana Paixão

A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.

Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

18 Novembro 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Corpo-Casa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.

Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos.

Criação e Orientação Melissa Rodrigues
Público-alvo Maiores de 3 anos

Lotação mín 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Programação


18 Novembro 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Corpo-Casa

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.

Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos.

Criação e Orientação Melissa Rodrigues
Público-alvo Maiores de 3 anos

Lotação mín 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt


Programação

1 Dezembro 2018 | 17h00

Guia de Visita
Jean-Yves Durand

Em dezembro, Jean-Yves Durand é o guia de visita da CDMG.
Antropólogo e professor da Universidade do Minho, Durand tem desenvolvido um vasto trabalho na observação das relações entre políticas públicas e atitudes individuais / coletivas em áreas da cultura (museus, artesanato, festas) e da saúde (a vacinação). Foi docente convidado na École du Louvre, diretor do Museu da Terra de Miranda e coordenador do estudo das Festas Nicolinas – uma temática que, naturalmente, estará em destaque nesta visita.


Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Todas as idades

Programação


1 Dezembro 2018
17h00

Programação

Guia de Visita
Jean-Yves Durand

Em dezembro, Jean-Yves Durand é o guia de visita da CDMG.
Antropólogo e professor da Universidade do Minho, Durand tem desenvolvido um vasto trabalho na observação das relações entre políticas públicas e atitudes individuais / coletivas em áreas da cultura (museus, artesanato, festas) e da saúde (a vacinação). Foi docente convidado na École du Louvre, diretor do Museu da Terra de Miranda e coordenador do estudo das Festas Nicolinas – uma temática que, naturalmente, estará em destaque nesta visita.


Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Todas as idades


Programação

12 Dezembro 2018 | 15h00

Depois do tempo
Visita-Palestra com Duarte Belo

“Depois do tempo” percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Aqui procura-se descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. É a partir desta exposição que surgem as Visitas-Palestra, orientadas por Duarte Belo, e que têm como público-alvo os alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho. Estas Visitas-Palestra desafiam o olhar sobre a fotografia como registo topográfico da paisagem e, simultaneamente, como representação artística, estimulando o espírito de investigação e de criação dos mais jovens e sensibilizando para a importância da memória e da identidade de um povo e de um território.
 
Orientação Duarte Belo
Público-alvo Alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho

Programação


12 Dezembro 2018
15h00

Programação

Depois do tempo
Visita-Palestra com Duarte Belo

“Depois do tempo” percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Aqui procura-se descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. É a partir desta exposição que surgem as Visitas-Palestra, orientadas por Duarte Belo, e que têm como público-alvo os alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho. Estas Visitas-Palestra desafiam o olhar sobre a fotografia como registo topográfico da paisagem e, simultaneamente, como representação artística, estimulando o espírito de investigação e de criação dos mais jovens e sensibilizando para a importância da memória e da identidade de um povo e de um território.
 
Orientação Duarte Belo
Público-alvo Alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho


Programação

13 Dezembro 2018

Em Concreto (2)
O

A noção de “património cultural imaterial”, instituída há pouco mais de 10 anos, tem suscitado uma grande atenção por parte da sociedade portuguesa. Numerosos instrumentos, projetos e formações, num quadro institucional ou particular, têm tentado responder a este interesse. Estas iniciativas são agora suficientemente numerosas e desenvolvidas para permitir uma tentativa de confrontação das expetativas e das experiências com a realidade que encontram e constroem no terreno. Depois de um primeiro «Em Concreto», que teve lugar em dezembro de 2016, A Oficina e o Centro em Rede de Investigação em Antropologia – UMinho, em colaboração com o Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), organizam um segundo encontro, como forma de juntar funcionários de instituições culturais, decisores políticos, investigadores, participantes em iniciativas patrimoniais locais, e propor um esforço de reflexão e criatividade aplicadas a uma intervenção etnográfica centrada nas dinâmicas sociais e culturais contemporâneas.

13 DEZEMBRO

LOCAL: CENTRO INTERNACIONAL DAS ARTES JOSÉ DE GUIMARÃES

09h30 Abertura: Presidente da Direção d’ A Oficina, Adelina Paula Pinto

Expetativas, experiências, perspetivas dos municípios
09h45 Apresentação: Jean-Yves Durand (CRIA-UMinho)
Vereadora da Cultura do Município de Guimarães, Adelina Paula Pinto
Vereadora da Cultura do Município de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro
Vereadora da Cultura do Município de Valongo, Ana Maria Rodrigues

10h30 Pausa para café

Expetativas, experiências, perspetivas dos investigadores
11h00 Apresentação: Jorge Freitas Branco (CRIA, ISCTE-IUL)
Álvaro Campelo (FP-B2S, UFPessoa)
Salwa Castelo-Branco (INET-md, UNova)
Rosário Pestana (INET-md, UAveiro)
Rita Ribeiro (CECS, UMinho)
Paulo Lima (investigador independente)

12h30 Debate
 
13h00 Almoço

Expetativas, experiências, perspetivas das comunidades
14h30 Apresentação: Catarina Pereira (Casa da Memória)
Festas Nicolinas, Guimarães: José Ribeiro (Presidente da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães); Francisco Viamonte (Em representação do Presidente da Associação de Comissões de Festas de Nicolinas)
Festa das Rosas, Vila Franca (Viana do Castelo): Sandra Portela, Raul Pereira
Bugiada e Mouriscada de Sobrado: Paulo Moreira, Luísa Aguiar (Centro de Documentação Bugiada e Mouriscada); António César Ferreira (Associação Casa do Bugio)

As perspetivas e o papel da UNESCO
15h30 Anthony Seeger
Anthony Seeger é antropólogo, etnomusicólogo, arquivista e músico. É Distinguished Professor of Ethnomusicology, Emérito da Universidade da Califórnia em Los Angeles e Diretor e Curador Emérito do Smithsonian Folkways Recordings na Smithsonian Institution. Tendo realizado trabalho de campo e ensinado no Brasil, foi Presidente da Society for Ethnomusicology e Presidente e Secretário-geral do International Council for Traditional Music. Tem também uma vasta experiência de participação em programas da UNESCO.

16h00 Apresentação do Estudo Antropológico das Festas Nicolinas de Guimarães Jean-Yves Durand
Hugo Morango (Folk & Wild)

16h30 Debate e síntese final
 
17h00 Visita à festa de Santa Luzia
 
14 DEZEMBRO
LOCAL: CASA DA MEMÓRIA DE GUIMARÃES

10h00-16h00 Dia de trabalho exclusivo para investigadores/instituições que, neste momento, se dedicam a processos de inventariação do património cultural imaterial. Espaço de reflexão sobre os pontos em debate no dia anterior e procura de propostas para uma reformulação do dispositivo português de inventariação.

Convidados: Anthony Seeger, Álvaro Campelo, Jorge Freitas Branco, Jorge Castro Ribeiro, Raul Pereira, Rosário Pestana, Rita Ribeiro

_


INSCRIÇÃO GRATUITA

DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO 07 dezembro

As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível nesta página.

Programação


13 Dezembro 2018

Programação

Em Concreto (2)
O

A noção de “património cultural imaterial”, instituída há pouco mais de 10 anos, tem suscitado uma grande atenção por parte da sociedade portuguesa. Numerosos instrumentos, projetos e formações, num quadro institucional ou particular, têm tentado responder a este interesse. Estas iniciativas são agora suficientemente numerosas e desenvolvidas para permitir uma tentativa de confrontação das expetativas e das experiências com a realidade que encontram e constroem no terreno. Depois de um primeiro «Em Concreto», que teve lugar em dezembro de 2016, A Oficina e o Centro em Rede de Investigação em Antropologia – UMinho, em colaboração com o Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), organizam um segundo encontro, como forma de juntar funcionários de instituições culturais, decisores políticos, investigadores, participantes em iniciativas patrimoniais locais, e propor um esforço de reflexão e criatividade aplicadas a uma intervenção etnográfica centrada nas dinâmicas sociais e culturais contemporâneas.

13 DEZEMBRO

LOCAL: CENTRO INTERNACIONAL DAS ARTES JOSÉ DE GUIMARÃES

09h30 Abertura: Presidente da Direção d’ A Oficina, Adelina Paula Pinto

Expetativas, experiências, perspetivas dos municípios
09h45 Apresentação: Jean-Yves Durand (CRIA-UMinho)
Vereadora da Cultura do Município de Guimarães, Adelina Paula Pinto
Vereadora da Cultura do Município de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro
Vereadora da Cultura do Município de Valongo, Ana Maria Rodrigues

10h30 Pausa para café

Expetativas, experiências, perspetivas dos investigadores
11h00 Apresentação: Jorge Freitas Branco (CRIA, ISCTE-IUL)
Álvaro Campelo (FP-B2S, UFPessoa)
Salwa Castelo-Branco (INET-md, UNova)
Rosário Pestana (INET-md, UAveiro)
Rita Ribeiro (CECS, UMinho)
Paulo Lima (investigador independente)

12h30 Debate
 
13h00 Almoço

Expetativas, experiências, perspetivas das comunidades
14h30 Apresentação: Catarina Pereira (Casa da Memória)
Festas Nicolinas, Guimarães: José Ribeiro (Presidente da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães); Francisco Viamonte (Em representação do Presidente da Associação de Comissões de Festas de Nicolinas)
Festa das Rosas, Vila Franca (Viana do Castelo): Sandra Portela, Raul Pereira
Bugiada e Mouriscada de Sobrado: Paulo Moreira, Luísa Aguiar (Centro de Documentação Bugiada e Mouriscada); António César Ferreira (Associação Casa do Bugio)

As perspetivas e o papel da UNESCO
15h30 Anthony Seeger
Anthony Seeger é antropólogo, etnomusicólogo, arquivista e músico. É Distinguished Professor of Ethnomusicology, Emérito da Universidade da Califórnia em Los Angeles e Diretor e Curador Emérito do Smithsonian Folkways Recordings na Smithsonian Institution. Tendo realizado trabalho de campo e ensinado no Brasil, foi Presidente da Society for Ethnomusicology e Presidente e Secretário-geral do International Council for Traditional Music. Tem também uma vasta experiência de participação em programas da UNESCO.

16h00 Apresentação do Estudo Antropológico das Festas Nicolinas de Guimarães Jean-Yves Durand
Hugo Morango (Folk & Wild)

16h30 Debate e síntese final
 
17h00 Visita à festa de Santa Luzia
 
14 DEZEMBRO
LOCAL: CASA DA MEMÓRIA DE GUIMARÃES

10h00-16h00 Dia de trabalho exclusivo para investigadores/instituições que, neste momento, se dedicam a processos de inventariação do património cultural imaterial. Espaço de reflexão sobre os pontos em debate no dia anterior e procura de propostas para uma reformulação do dispositivo português de inventariação.

Convidados: Anthony Seeger, Álvaro Campelo, Jorge Freitas Branco, Jorge Castro Ribeiro, Raul Pereira, Rosário Pestana, Rita Ribeiro

_


INSCRIÇÃO GRATUITA

DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO 07 dezembro

As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível nesta página.


Programação

16 Dezembro 2018 | 11h00

Domingos em Casa
Transferência de Memórias

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em dezembro, vamos partir das histórias da Casa da Memória, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, para criar fanzines personalizadas, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias e outras ideias.

Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 13 dezembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Programação


16 Dezembro 2018
11h00

Programação

Domingos em Casa
Transferência de Memórias

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em dezembro, vamos partir das histórias da Casa da Memória, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, para criar fanzines personalizadas, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias e outras ideias.

Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur
Inscrição até 13 dezembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt


Programação

23 Abril a 15 Outubro 2017

Memento (Lembra-te)
Jantar de Domingo à Tarde

Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. 


Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.


Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?


Todas as idades

Entrada gratuita

Programação


23 Abril a 15 Outubro 2017

Programação

Memento (Lembra-te)
Jantar de Domingo à Tarde

Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. 


Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.


Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?


Todas as idades

Entrada gratuita


Programação

9 Junho a 1 Outubro 2017

Pergunta ao Tempo
Exposição

A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.

Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.

O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.


Todas as idades

Programação


9 Junho a 1 Outubro 2017

Programação

Pergunta ao Tempo
Exposição

A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.

Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.

O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.


Todas as idades


Programação

4 Novembro 2017

Memento
Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães

Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães.


Todas as idades 

Entrada livre

Programação


4 Novembro 2017

Programação

Memento
Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães

Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães.


Todas as idades 

Entrada livre


Programação

3 a 17 Fevereiro 2018

Reencontrar as Memórias dos Adultos com o Imaginário Infantil

De volta a uma popularidade impressionante – algo que não se via desde os anos 80 – os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos. Numa pequena exposição, apresentam-se algumas peças de colecionadores da PLUG, Associação Portuguesa de utilizadores LEGO: conjuntos dos anos 60, 70 e 80 que farão não só as delícias dos mais novos como despertarão memórias nos mais velhos. Com esta exposição e workshop, miúdos e graúdos observam, constroem e partilham imaginários mais ou menos recentes: altura ideal para os mais velhos transmitirem histórias, brinquedos e boas lembranças à geração mais nova.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação


3 a 17 Fevereiro 2018

Programação

Reencontrar as Memórias dos Adultos com o Imaginário Infantil

De volta a uma popularidade impressionante – algo que não se via desde os anos 80 – os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos. Numa pequena exposição, apresentam-se algumas peças de colecionadores da PLUG, Associação Portuguesa de utilizadores LEGO: conjuntos dos anos 60, 70 e 80 que farão não só as delícias dos mais novos como despertarão memórias nos mais velhos. Com esta exposição e workshop, miúdos e graúdos observam, constroem e partilham imaginários mais ou menos recentes: altura ideal para os mais velhos transmitirem histórias, brinquedos e boas lembranças à geração mais nova.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

3 a 6 Abril 2018

Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Sara Vidal

Cantar! Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona. Às vezes dançava-se, em fugindo as pernas para o baile. Depois vieram as vidas modernas e a gente esqueceu-se de cantar. E de dançar se esqueceu. Haja, pois, quem nos recorde como cantavam os antigos e ponha os novos a cantar, replantando sons antigos nas belas vozes pueris.


Público-alvo Jovens 6 aos 15 anos  

Duração 18 horas

Lotação 16 participantes

Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*

Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00

Apresentação pública final sexta 06 abril, 18h00

Inscrição até 26 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.


*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)


26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória

Programação


3 a 6 Abril 2018

Programação

Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Sara Vidal

Cantar! Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona. Às vezes dançava-se, em fugindo as pernas para o baile. Depois vieram as vidas modernas e a gente esqueceu-se de cantar. E de dançar se esqueceu. Haja, pois, quem nos recorde como cantavam os antigos e ponha os novos a cantar, replantando sons antigos nas belas vozes pueris.


Público-alvo Jovens 6 aos 15 anos  

Duração 18 horas

Lotação 16 participantes

Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*

Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00

Apresentação pública final sexta 06 abril, 18h00

Inscrição até 26 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.


*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)


26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória


Programação

9 Abril a 24 Junho 2018

Memento
A Batalha Perdida, La Lys, 9 de abril de 1918

Cem anos depois da tragédia militar portuguesa em La Lys, a Casa da Memória apresenta uma pequena evocação da grande batalha, inaugurando, no mesmo dia do centenário, o seu Memento: espaço para lembrar apontamentos desta pesada derrota do Corpo Expedicionário Português. A partir de fotografias dos arquivos do Imperial War Museum de Londres (imagens da Frente Portuguesa na Flandres) e da Coleção de Fotografia da Muralha (imagens dos regimentos de Guimarães), bem como de objetos e anotações de soldados vimaranenses de Infantaria que combateram na Primeira Guerra Mundial, traça-se um plano geral do conflito, com pontos de paragem na participação de Portugal na frente europeia da Grande Guerra, no Batalhão de Infantaria n.º 20 de Guimarães (pertencente à 8ª Divisão do Exército de Guarnição do Minho) e no seu soldado Joaquim Magalhães, cuja história se recorda, ao lado de tantas outras que ficam por contar.


Foto © Imperial War Museum


Inauguração da Exposição 9 de abril, às 19h00

Todas as idades
Entrada livre


Programação


9 Abril a 24 Junho 2018

Programação

Memento
A Batalha Perdida, La Lys, 9 de abril de 1918

Cem anos depois da tragédia militar portuguesa em La Lys, a Casa da Memória apresenta uma pequena evocação da grande batalha, inaugurando, no mesmo dia do centenário, o seu Memento: espaço para lembrar apontamentos desta pesada derrota do Corpo Expedicionário Português. A partir de fotografias dos arquivos do Imperial War Museum de Londres (imagens da Frente Portuguesa na Flandres) e da Coleção de Fotografia da Muralha (imagens dos regimentos de Guimarães), bem como de objetos e anotações de soldados vimaranenses de Infantaria que combateram na Primeira Guerra Mundial, traça-se um plano geral do conflito, com pontos de paragem na participação de Portugal na frente europeia da Grande Guerra, no Batalhão de Infantaria n.º 20 de Guimarães (pertencente à 8ª Divisão do Exército de Guarnição do Minho) e no seu soldado Joaquim Magalhães, cuja história se recorda, ao lado de tantas outras que ficam por contar.


Foto © Imperial War Museum


Inauguração da Exposição 9 de abril, às 19h00

Todas as idades
Entrada livre



Programação

Até 31 Dezembro 2018

Ano Europeu do Património Cultural

A Casa da Memória de Guimarães recebeu na sua exposição permanente, “Território e Comunidade”, o Coro Vilancico, uma formação “a capella” que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento, aderindo à iniciativa “Ode2Joy Challenge”, lançada pela Europa Nostra. E desta Casa partimos para celebrar o nosso lugar na Europa, neste Ano Europeu do Património Cultural.
#Ode2Joy
http://www.europanostra.org/ode-joy-challenge/

Vídeo Os Fredericos

Programação


Até 31 Dezembro 2018

Programação

Ano Europeu do Património Cultural

A Casa da Memória de Guimarães recebeu na sua exposição permanente, “Território e Comunidade”, o Coro Vilancico, uma formação “a capella” que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento, aderindo à iniciativa “Ode2Joy Challenge”, lançada pela Europa Nostra. E desta Casa partimos para celebrar o nosso lugar na Europa, neste Ano Europeu do Património Cultural.
#Ode2Joy
http://www.europanostra.org/ode-joy-challenge/

Vídeo Os Fredericos


Programação

16 Maio a 31 Julho 2018

Projeto de Arqueologia Nicolina

Casa da Memória apela à participação da população vimaranense num projeto de arqueologia Nicolina


A Casa da Memória lança a todos um apelo à participação num projeto de investigação em arqueologia das Festas Nicolinas.
Documentos inéditos (cartazes, panfletos, textos de posses, entre tantos outros) e fotografias antigas ou mesmo pequenos filmes amadores estarão por certo em coleções particulares ou em arquivos familiares. Além do seu interesse memorial e patrimonial, a sua redescoberta e divulgação contribuirão para um melhor conhecimento desta manifestação cultural emblemática da cidade.
Por isso, a Casa da Memória de Guimarães pede aos detentores destes documentos que contactem a Casa de modo a que a cedência para estudo e investigação e possível reprodução, em contexto expositivo e editorial, destes espólios seja acordada — prontificando-se a CDMG, entre várias possibilidades, a garantir a sua digitalização, o registo de informações (datação, contexto de realização da imagem, identificação das personagens, etc.) e a conservação das reproduções, integradas no seu acervo nicolino — sendo os originais devolvidos aos seus proprietários, acompanhados do ficheiro informático da reprodução.
Contacto — por email — para casadamemoria@aoficina.ptou presencial / por agendamento de reunião para catarinapereira@aoficina.pt 

Casa da Memória
Av. Conde Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel. 253 424 716
E-mail casadamemoria@aoficina.pt
Site www.casadamemoria.pt

Horário
Terça a Domingo
10h00-13h00
14h00-19h00

Programação


16 Maio a 31 Julho 2018

Programação

Projeto de Arqueologia Nicolina

Casa da Memória apela à participação da população vimaranense num projeto de arqueologia Nicolina


A Casa da Memória lança a todos um apelo à participação num projeto de investigação em arqueologia das Festas Nicolinas.
Documentos inéditos (cartazes, panfletos, textos de posses, entre tantos outros) e fotografias antigas ou mesmo pequenos filmes amadores estarão por certo em coleções particulares ou em arquivos familiares. Além do seu interesse memorial e patrimonial, a sua redescoberta e divulgação contribuirão para um melhor conhecimento desta manifestação cultural emblemática da cidade.
Por isso, a Casa da Memória de Guimarães pede aos detentores destes documentos que contactem a Casa de modo a que a cedência para estudo e investigação e possível reprodução, em contexto expositivo e editorial, destes espólios seja acordada — prontificando-se a CDMG, entre várias possibilidades, a garantir a sua digitalização, o registo de informações (datação, contexto de realização da imagem, identificação das personagens, etc.) e a conservação das reproduções, integradas no seu acervo nicolino — sendo os originais devolvidos aos seus proprietários, acompanhados do ficheiro informático da reprodução.
Contacto — por email — para casadamemoria@aoficina.ptou presencial / por agendamento de reunião para catarinapereira@aoficina.pt 

Casa da Memória
Av. Conde Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel. 253 424 716
E-mail casadamemoria@aoficina.pt
Site www.casadamemoria.pt

Horário
Terça a Domingo
10h00-13h00
14h00-19h00


Programação

12 Junho a 30 Setembro 2018

Pergunta ao Tempo
Exposição Temporária

A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães. O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.


Coordenação Marta Silva

_
Todas as idades
Entrada livre



Programação


12 Junho a 30 Setembro 2018

Programação

Pergunta ao Tempo
Exposição Temporária

A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães. O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.


Coordenação Marta Silva

_
Todas as idades
Entrada livre




Programação

28 Julho a 30 Setembro 2018

Momento 2
Contra a letargia dos alunos em relação à arte

Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade. Estas criações – desenho, pintura, fotografia e instalação, entre outras – refletem sobretudo os lados do testemunho e do manifesto: uma prova do forte impacto da educação artística no percurso de vida de cada um destes antigos alunos.


Todas as idades
Entrada livre

Programação


28 Julho a 30 Setembro 2018

Programação

Momento 2
Contra a letargia dos alunos em relação à arte

Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade. Estas criações – desenho, pintura, fotografia e instalação, entre outras – refletem sobretudo os lados do testemunho e do manifesto: uma prova do forte impacto da educação artística no percurso de vida de cada um destes antigos alunos.


Todas as idades
Entrada livre


Programação

1 Setembro a 20 Outubro 2018

Magic Carpets Plataform
Contextile 2018 - Bienal de Arte Têxtil Contemporânea

Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães, insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets (envolvendo 13 países e 13 parceiros europeus, 2018-2021), cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.

Entrada livre
Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)

Programação


1 Setembro a 20 Outubro 2018

Programação

Magic Carpets Plataform
Contextile 2018 - Bienal de Arte Têxtil Contemporânea

Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães, insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets (envolvendo 13 países e 13 parceiros europeus, 2018-2021), cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.

Entrada livre
Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)


Programação

Até 30 Dezembro 2018 | 19h00

Depois do tempo
Duarte Belo

Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.

Todas as idades
Entrada livre

Programação


Até 30 Dezembro 2018
19h00

Programação

Depois do tempo
Duarte Belo

Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.

Todas as idades
Entrada livre


Programação

Todo o Ano

Visitas Autónomas

O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente. Este guião propõe uma abordagem geral da exposição permanente, sugerindo descobertas e experiências ao longo do circuito.


Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)

_

Preços com desconto (c/d)

Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos

Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%


Programação


Todo o Ano

Programação

Visitas Autónomas

O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente. Este guião propõe uma abordagem geral da exposição permanente, sugerindo descobertas e experiências ao longo do circuito.


Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)

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Preços com desconto (c/d)

Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos

Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%



Programação

Todo o Ano

Visitas de Grupo Orientadas (com monitor)

Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários. Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.


Visitas para Professores/as

A CDMG possibilita a visita ao seu núcleo expositivo a grupos de docentes dos vários ciclos, organizando visitas centradas na partilha de informação e sugestões para o desenho de atividades para a comunidade escolar a concretizar na Casa.


Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas

Preço 1,50 eur (grupos escolares)

Preço 4,00 eur (público em geral)

_

Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 

Programação


Todo o Ano

Programação

Visitas de Grupo Orientadas (com monitor)

Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários. Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.


Visitas para Professores/as

A CDMG possibilita a visita ao seu núcleo expositivo a grupos de docentes dos vários ciclos, organizando visitas centradas na partilha de informação e sugestões para o desenho de atividades para a comunidade escolar a concretizar na Casa.


Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas

Preço 1,50 eur (grupos escolares)

Preço 4,00 eur (público em geral)

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Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 


Programação

Todo o Ano

Oficinas Criativas

As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.


O FIO DA CONVERSA
Oficina de Bordado
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados… Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.

Criação e Orientação Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5 anos

AS VOLTAS DA COLHER DE PAU
Oficina de Sabores Tradicionais
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear. Bom apetite!

Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3 anos

DO VAZIO DE UMA CAIXA A UM MUSEU PORTÁTIL
Oficina de Autobiografia

Partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Livros, segredos, fotografias, sonhos, cartas, medos, brinquedos, desejos, flores… Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica, onde cada um constrói a sua micro-coleção pessoal, entre ficção e realidade.

Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5 anos

CURTIR O NOSSO MAPA
Oficina de Desenho em Couro
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos

TRANSFERÊNCIA DE MEMÓRIAS
Oficina de Fotografia e Escrita
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.

Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos

REVESTIR A CASA
Oficina de Estampagem
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.

Criação e Orientação Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 3 anos


Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos a 2 horas
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas (ou 1 turma)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt


Programação


Todo o Ano

Programação

Oficinas Criativas

As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.


O FIO DA CONVERSA
Oficina de Bordado
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados… Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.

Criação e Orientação Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5 anos

AS VOLTAS DA COLHER DE PAU
Oficina de Sabores Tradicionais
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear. Bom apetite!

Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3 anos

DO VAZIO DE UMA CAIXA A UM MUSEU PORTÁTIL
Oficina de Autobiografia

Partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Livros, segredos, fotografias, sonhos, cartas, medos, brinquedos, desejos, flores… Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica, onde cada um constrói a sua micro-coleção pessoal, entre ficção e realidade.

Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5 anos

CURTIR O NOSSO MAPA
Oficina de Desenho em Couro
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.

Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos

TRANSFERÊNCIA DE MEMÓRIAS
Oficina de Fotografia e Escrita
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.

Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos

REVESTIR A CASA
Oficina de Estampagem
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.

Criação e Orientação Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 3 anos


Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos a 2 horas
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas (ou 1 turma)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt



Programação

Todo o Ano

Aulas na CDMG

São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.


Horário terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00

Duração c. 90 min.

Lotação 1 turma

Atividade gratuita

_

Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 

Programação


Todo o Ano

Programação

Aulas na CDMG

São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.


Horário terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00

Duração c. 90 min.

Lotação 1 turma

Atividade gratuita

_

Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 


Programação

Todo o Ano

Visita Conjunta (CDMG + CIAJG)

Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de “seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.


Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Público-alvo Maiores de 6 anos

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas

Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)

_

Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 

Programação


Todo o Ano

Programação

Visita Conjunta (CDMG + CIAJG)

Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de “seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.


Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Público-alvo Maiores de 6 anos

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas

Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)

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Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 


Programação

Coleções de Fotografia
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Memórias da Memória
A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.
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Coleção de Fotografia da Muralha
A Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é composta por cinco mil seiscentos e trinta e seis originais fotográficos (negativos de gelatina-brometo de prata em placa de vidro e negativos em película de gelatino-brometo de prata). A sua maioria é proveniente dos espólios da Foto Eléctrica-Moderna & Foto Moderna, estúdios de fotografia que existiram em Guimarães entre 1910 e 1980. O arco temporal das imagens da Colecção, porém, não coincide com a vida dos estúdios - a mais antiga imagem data de 1896, a mais recente de finais dos anos 1960. A Associação Muralha adquiriu estas imagens em dois momentos: um, em 1981, outro em finais da década de oitenta do século passado. Desde 2009 que a Colecção se encontra depositada no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em sala com controlo de temperatura e humidade. Nessa data, foi feita uma primeira descrição e sistematização das suas imagens. Em 2012, o programa Reimaginar Guimarães, da área de Cinema e Audiovisual da Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura, limpou, reacondicionou e digitalizou a colecção completa, expondo, editando e disponibilizando online parte significativa. De aí em diante, a Associação Muralha tem prosseguido a partilha destas imagens, através de exposições e publicações anuais.
No repositório online da CDMG encontram-se disponíveis 1676 digitalizações deste espólio.
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Debates, Conversas, Mesas Redondas
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