21 Outubro 2018
3 Novembro 2018
17 Novembro 2018
18 Novembro 2018
16 Dezembro 2018
Até 31 Dezembro 2018
Até 20 Outubro 2018
3 Novembro a 30 Dezembro 2018
A Casa da Memória privilegia a aprendizagem como um processo dinâmico, que parte da experiência e referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no percurso de visita. O discurso expositivo inclui ferramentas e instrumentos de mediação e interpretação, que funcionam como elementos facilitadores entre a/s obra/s, coleção/ões, conceitos e as audiências.
Pela compreensão da memória como um processo de construção, múltiplo e participativo, a Casa da Memória promove uma cultura de diversidade, ciente da sua dimensão essencial na construção de uma cidadania mais justa, solidária e tolerante.
Se a ideia de casa nos remete para o universo de abrigo e de albergue, o que dizer quando falamos de memória? Podemos começar por referir que a importância da memória será porventura a mesma da casa, se pensarmos que abrigo e lembrança sempre foram, desde os primórdios da humanidade, elementos da sua própria sobrevivência e continuação da espécie. A grande reflexão em torno da memória, iniciada na Antiguidade Clássica por Platão e Aristóteles, associa frequentemente a ideia de memória à ideia de casa. A alegoria platónica da placa de cera, que convoca a memória interior e por isso mesmo primeira, diz-nos que essa placa, onde se inscrevem com maior ou menor profundidade as memorizações subjetivas da existência individual, foi uma oferta de Mnemosine, a deusa da memória. E é pelo mesmo mito de Mnemosine que se chega também à memória como necessidade de conservação e transmissão - a ideia aristotélica de mnemê – e daqui ao Museu: o lugar onde as musas, filhas de Mnemosine, ensinavam aos homens os mistérios e a compreensão do mundo. Ao lado dos arquivos e das bibliotecas, as estruturas museológicas surgiram como instituições-memória (Jacques Le Goff): nem mais nem menos que verdadeiras casas da memória. É possível dizer-se que esta representação da memória como um lugar no espaço se prolongou desde o jardim das musas até ao museu tal como o conhecemos hoje, vindo de finais do século XVIII: no século III, Santo Agostinho descrevia-a como “uma imensa sala com os seus “antros e cavernas sem número” ou como um “palácio [...] onde estão tesoiros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda a espécie”. Em 781, o sábio Alcuíno de York referia a Carlos Magno que a memória era “a casa-tesouro de todas as coisas”. Entre a sua representação física, como o abrigo ou repositório, a memória foi também entendida, ao longo do tempo, como uma arte (mnemotécnica) de gestação e transmissão de conhecimento através de um processo de associação de imagens a lugares: uma casa onde se dispõem imagens cujo sentido se apreende num exercício de visita e interpretação, portanto.
Uma casa da memória será portanto um lugar de abrigo e de compreensão do que é lembrado. Abrigo através de um repositório aberto, imaterial, pessoal e coletivo, entendido como “prótese exterior da memória” (Babo), como discurso e projeção temporal no presente de um depósito de informação de outro tempo. Lugar de compreensão do lembrado através de complexos expositivos, interpretativos e de debate: pela apresentação e interpretação do que se construiu como lembrança (individual ou comunitária), seja pela compreensão da memória como processo e como construção, tal como a história que lhe corre paralela.
BABO, Maria Augusta – “Escrita, Memória, Arquivo”. In Revista de Comunicação e Linguagens, nº 40 : Relógio de Água, 2009.
LE GOFF, Jacques (1984) – “Memória”. In Enciclopédia Einaudi, Tomo 1. [S.l.] : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1984.
YATES, Frances Amelia (2010) – The Art of Memory (1966). [S.l.] : Pimlico, 2010.
Direção da Casa da Memória
Catarina Pereira
Museografia
Eduardo Brito
A Casa da Memória é gerida pela A Oficina - Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, uma Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada, fundada em 1989 por iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães.
Órgãos Sociais de A Oficina
Direção
Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - Adelina Paula Pinto
Vice-Presidente
António Augusto Duarte Xavier
Tesoureiro
Maria Soledade da Silva Neves
Secretário
Jaime Marques
Vogal
Casa do Povo de Fermentões
Conselho Fiscal
Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - José Fernandes
Vogal
Taipas Turitermas, CIPRL
Vogal
Djalme Alves Silva
Mesa da Assembleia Geral
Presidente
Câmara Municipal de Guimarães - Lino Moreira da Silva
Vice-Presidente
Manuel Ferreira
Secretário
CAR-Círculo de Arte e Recreio
A Oficina
Presidente da Direção
Adelina Paula Pinto
Assistente de Direção
Anabela Portilha
Direção Artística
João Pedro Vaz
Coordenação Operacional
Ricardo Freitas
Codireção Artística e Internacionalização
Rui Torrinha
Programação
Ana Lúcia Figueiredo (Educação e Mediação Cultural)
Catarina Pereira (CDMG)
Ivo Martins (Guimarães Jazz e Palácio Vila Flor)
João Pedro Vaz (Teatro Oficina)
Nuno Faria (CIAJG)
Rui Torrinha (CCVF e Festivais)
Assistentes de Direção Artística
Cláudia Fontes
Tiago Almeida (CIAJG)
Educação e Mediação Cultural
Marta Silva (Direção)
Celeste Domingues
Daniela Freitas
João Lopes
Carla Oliveira
Produção
Pedro Silva (Direção Áreas Expositivas)
Ricardo Freitas (Direção Artes Performativas e Festivais)
Andreia Abreu
Andreia Novais
Hugo Dias
Nuno Ribeiro
Rui Salazar
Sofia Leite
Susana Pinheiro
Técnica
José Patacão (Direção)
Carlos Ribeiro
Helena Ribeiro (Direção de Cena)
João Castro
Nuno Eiras
Sérgio Sá
Serviços Administrativos / Financeiros
Helena Pereira (Direção)
Susana Costa
Marta Miranda
Ana Carneiro
Liliana Pina
Instalações
Luís Antero Silva (Direção)
Joaquim Mendes (Assistente)
Jacinto Cunha (Manutenção)
Amélia Pereira, Anabela Novais, Cristina Marques, Conceição Leite, Conceição Oliveira, Rosa Fernandes, Maria Conceição Martins, Maria Fátima Faria (Manutenção e Limpeza)
Comunicação e Marketing
Marta Ferreira (Direção)
Bruno Barreto (Assessoria de Imprensa)
Carlos Rego
Susana Magalhães (Sites e Redes Sociais)
Susana Sousa (Design)
Eduarda Fontes (Design)
Andreia Martins, Cláudia Fontes, Josefa Cunha, Marisa Moreira, Sylvie Simões (Atendimento ao Público)
Património e Artesanato
Catarina Pereira (Direção)
Eduardo Brito (Museografia)
Inês Oliveira (Gestão do Património)
Felicidade Bela (Olaria)
Associada a um determinado espaço territorial (país, região ou cidade), e nele incluindo toda a imaterialidade que o define como lugar, a Casa da Memória - neste caso, de Guimarães - tem neste mesmo território o ponto de partida: para o seu habitante, um espaço de conhecimento e de reconhecimento (a memória é aqui lembrança e reminiscência, objetiva e subjetiva). Para o visitante, um lugar de descoberta e interpretação do que se tornou memória (e esta cumpre-se aqui como construção e como transmissão). Em ambos os casos chegamos a um espaço de cidadania, onde nos encontramos enquanto indivíduos e comunidade, a um espaço de projeção, onde dialogamos sobre o que ansiamos, a um espaço de conhecimento, onde apreendemos não só pelo estudo e interpretação, mas também pelas relações ou associações que se propõem, nas quais se incluem a semelhança e diferença (o que permite a localização do território no mundo, o que o iguala e o que o distingue), a lembrança e o esquecimento (entendendo a memória como seletividade), a permanência ou a passagem (como geradores de diferentes profundidades de memória). Esta casa da memória servirá então como lugar de encontro das representações passadas e das imaginações futuras de indivíduo e lugar, de comunidade e território. Um lugar onde pela compreensão das coisas se adia o esquecimento, se conhece e se transmite, e o homem se torna mais tolerante, sábio e por isso mesmo mais humano. A exposição Território e Comunidade materializa esta premissa.
A organização do eixo Território é feita em três segmentos: cartografia, representação e utopia. Esta organização permite-nos compreender a memória como tentativa e processo de objetivação (pela cartografia), como subjetividade (pela representação do espaço) e como projeção (pela sua imaginação). Por outro lado, Guimarães enquanto território é compreendida pela sua cartografia, pelas suas representações ou imagens (em sentido metafórico) e pela sua própria projeção imaginária e utópica.
NÚCLEO 1:
Cartografias e Território de Guimarães
A leitura cronológica da história da humanização do território de Guimarães oferece uma referência linear para conhecer marcos que modelam a região e para compreender a evolução das suas transformações geográficas. Ao longo do tempo, a conformação do território vimaranense foi-se alterando, ganhando e perdendo superfície física na sua demarcação concelhia. E se o Centro Histórico, reconhecido pela UNESCO enquanto Património Mundial, é o epicentro do concelho, também os rios e cursos de água definem as dinâmicas de crescimento e desenvolvimento de Guimarães.
NÚCLEO 2:
Guimarães Representada
Diversas são as representações - e as motivações – que transmitem a perceção e a memória de um território ao longo do tempo. Documentos que fixam leis e normas, como um Foral ou um reconhecimento de Centro Histórico pela UNESCO, a transmissão de uma subjectividade específica através de filmes ou fotografias, o apontamento pessoal num caderno diário ou a um desenho artístico, passando pelas histórias que a censura proibiu, diversas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que guardam sobre Guimarães.
NÚCLEO 3:
Utopias e Outros Futuros
Pensar em utopia na memória encerra em si uma aparente contradição: a memória remete para o passado, a utopia projeta futuros. A ideia de utopia é uma projeção ficcional de um lugar imaginário, sem referente físico concreto, cuja sociedade é distinta daquela que nos é familiar. Por vezes, a utopia é uma proposta de futuro idealizado e inatingível. Pensar num território considerando o presente, o passado e o futuro envolve estabelecer ligações entre as memórias passadas e as utopias futuras. Em Guimarães, houve diversos “projetos de futuro” que não foram realizados e que, se o fossem, teriam transformado o concelho num outro lugar. E porque a memória é situada, contextual, e se vai construindo, também os cenários de futuro podem ser criados e jogados na Casa da Memória.
A organização do eixo Comunidade é estruturada nos núcleos curiosidades, objetos, biografias e testemunhos. Esta organização permite-nos compreender a memória individual e coletiva como processo de unificação e de diferenciação de uma comunidade, a memória dos objetos como parte da memória histórica da cidade e a memória sensitiva como forma de conhecimento e interpretação. Por outro lado, Guimarães é compreendida pela sua relação com quem a habita ou visita, pelo simbolismo das coisas que pertenceram a pessoas cuja história acontece em Guimarães e pela disponibilização de dados que possibilita a criação de memórias não lineares da cidade.
NÚCLEO 4:
Atlas de Curiosidades
Este Atlas reúne um conjunto de objetos e factos que nos permitem conhecer aspetos curiosos da comunidade vimaranense. As estatísticas oficiais das bases de dados caraterizam-na, ao passo que as listagens de vernáculo popular nos fazem sorrir com as suas peculiaridades. O símbolo “Aqui Nasceu Portugal” convive com uma panóplia de anúncios luminosos que, dia e noite, animam os espaços comuns do concelho. E com que auxiliares de memória se apoiam os habitantes de Guimarães? Que memórias lhes trazem os sons e os aromas?
NÚCLEO 5:
Objectos na Memória
Cada objeto pode ser lido como um repositório de memórias individuais e coletivas. Se alguns objetos representam grandes feitos do passado, como a glória de um Rei encontrada numa espada, outros, como um vaso de flores de cemitério, revelam tragédias pessoais. Outros ainda fazem-nos recordar aspetos comuns na nossa vida, como uma bilha de gás ou um par de sapatos. A memória de objetos de Guimarães chega-nos num largo arco temporal: da pré-História à fundação da nacionalidade, das Sociedades Rurais e das Festividades, à Industrialização do Vale do Ave, à Contemporaneidade. Vários tutoriais vídeo ensinam-nos algo através dos objetos dos períodos representados: a doçaria conventual, os toques de caixas e bombos Nicolinos, a dobragem de lençóis, e o imaginário desportivo Vitoriano.
NÚCLEO 6:
Biografias Históricas
Cinquenta biografias de vimaranenses, nascidos ou por adoção, que desde os primórdios da ocupação do território até ao passado recente, se afirmaram em diversas áreas, assumindo papéis marcantes na História de Guimarães e não só.
NÚCLEO 7:
Memórias e Testemunhos
Experiências e histórias de vida marcam a nossa individualidade. Marcam também o modo como nos integramos nas comunidades às quais pertencemos e às quais nos ligamos, em permanência ou de passagem , ainda que temporariamente. Uma mesma pergunta foi colocada a sessenta membros desta comunidade: Qual é a memória mais marcante que têm de Guimarães? A pergunta é tida como o denominador comum do mais vasto segmento possível de pessoas e das suas relações com Guimarães - naturais, habitantes, impermanentes, visitantes, viajantes, turistas – mas também como potenciadora de uma vasta e diversificada panóplia de respostas e de relações com a cidade e o seu espaço público e privado.
Propriedade, promoção e coordenação geral
Câmara Municipal de Guimarães
Coordenação executiva e conceito
Opium
[Joana Meneses Fernandes, Eduardo
Brito, Isabel Reis, Ana Pedrosa]
Investigação e conteúdos
Cabincrew
[Inês Moreira, Sofia Romualdo, Ana
Bragança, Francisco Brito, Sara Moreira]
Design expositivo e gráfico
Studio Andrew Howard
[Andrew Howard, Rita Carvalho, João
Oliveira, Pedro Pina, Gustavo Fernandes,
Sofia Rato, Afonso Borges, Síncrono – illuminação]
Autores convidados
Ana Aragão
Gonçalo M. Tavares
Tito Mouraz
Produção executiva
A Oficina
[Pedro Silva, Catarina Pereira, Hugo
Dias, Inês Oliveira, Jaime Guimarães,
Miguel Barbosa]
Plataforma de criação de
paisagem urbana
Jeremy Hugh Aston
Produção vídeo
Lumatera
[Célia Machado, Rafael Lino]
Os Fredericos
Produção fotográfica
Miguel Oliveira
Paulo Carvalho
Maquete
Alvaro Negrello
Reproduções 3D
Makesolid
[Filipe Noronha, Ivo Mariano]
Alvaro Negrello
Multimédia e tecnologia
Edigma
Power Focus
Equipamento expositivo
Guarnição
Impressão gráfica
Digipress – Edição Electrónica
de Impressos
Lúmen – Design/Imaging
Xirobloc – Comunicação e Imagem
Tradução
TT Minho – Traduções Técnicas do Minho
Alexander D. Kilpatrick
Colaborações e agradecimentos
Institucionais
Arquivo Nacional Torre do Tombo
Cinemateca Portuguesa –
Museu do Cinema
Direção Geral do Património
Cultural – Arquivo de
Documentação Fotográfica
Instituto Geográfico Português
Centro de Informação Geoespacial
do Exército
Centro Português de Fotografia
Fundação de Serralves
ASPA – Associação para a Defesa
do Património Arqueológico, Braga
Museu Nogueira da Silva, Braga
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Sociedade Martins Sarmento
Biblioteca Municipal Raul Brandão
Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
Muralha – Associação de
Guimarães Para a Defesa
do Património
Museu da Agricultura de
Fermentões
Santuário de São Torcato
AAELG – Velhos Nicolinos
Cineclube de Guimarães
Grupo Moretextile
Mundifios
Lameirinho
Pastelaria Costinhas
Pastelaria Clarinha
Vitória Sport Club
Paço dos Duques de Bragança
Museu de Alberto Sampaio
Centro Internacional das Artes José
de Guimarães
Casa Museu Abel Salazar
Associação Comercial e Industrial
de Guimarães
Universidade do Minho
Associação Artística da Marcha
Gualteriana
Versão Infinita – Artigos de decoração
Banco Português de Germoplasma
Vegetal
Individuais
Prof. Doutora Maria Augusta Babo (FCSHUNL)
Doutor Eduardo Pires de Oliveira
Drª Maria Helena Trindade (MNS)
Dr. Rui Vítor Costa (Muralha)
Prof. Doutora Alice Duarte (FLUP)
Professor Carlos Mesquita
(Cineclube de Guimarães)
Carolina Vieira
(Bobine Super 8 São Torcato)
Eng.º Daniel Oliveira e restante
equipa (UM)
Dra. Daniela Xavier (Moretextile)
Dª. Elvira (Pastelaria Costinhas)
Família de Maria da Conceição de
Oliveira Mota Pinto dos Santos
Dra. Francisca Abreu
Prof. Doutor Gonçalo Leite Velho (IPT)
Dra. Inês Pereira (VSC)
Dra. Isabel Fernandes (Paço dos Duques de Bragança)
Joaquim Fernandes (Mundifios)
Joaquina Campos
Dr. João Sousa Pinto
(Casa Museu Abel Salazar)
Jorge Correia
(Loja e Armazém de Brinquedos)
Dr. Luís Farinha Franco
(Biblioteca Nacional)
Eng. Manuel Martins e restante
equipa (ACIG)
Dra. Manuela Silva
Dra. Marta Melo (Delegação Norte
da Alzheimer Portugal)
Dr. Miguel José Teixeira
(historiador)
Dr. Nuno Faria (CIAJG)
Prof. Doutor Paulo Cruz (UMinho)
Dr. Paulo Vieira de Castro e Direção
e equipa da Sociedade
Martins Sarmento
Prof. Doutor Pedro Bandeira (UMinho)
Dr. Ricardo Gonçalves (VSC)
Dra. Rosa Saavedra
(Museu Alberto Sampaio)
Dr. Rui Azevedo (Moretextile)
Dr. Rui J. Lopes Faria (historiador)
Dra. Susana Medina (FEUP)
João Neves (Velhos Nicolinos)
Artesãos
Adélia Faria
Agostinho Silva
Bela Alves
Carla Santos
Conceição Ferreira
Cristina Vilarinho
Fernanda Braga
Gaspar Carreira
Isabel Oliveira
João Barbosa
João Leite
José Manuel Alves
José Ribeiro
Sameiro Fernandes
Tutorial Nicolinos
Alexandra Cerqueira
António Araújo
Jaime Filipe
João Neves
João Vicente Salgado
José Almeida
José M. Almeida Fernandes
José Maia
Luís Mendes Almeida
Mário Gonçalves
Paulo Fernandes
Paulo Gonçalves Soares
Tiago Simães
Família Martins Aldão pela cedência
do local (Quinta de Aldão)
Conceição Clavel pela orientação
na Quinta de Aldão
AAELG Velhos Nicolinos pela
disponibilidade pela Torre dos Almadas
Irmandade de S.Nicolau pela
disponibilidade da Capela de
S.Nicolau
Tutorial Doces Conventuais
Rosário Ferreira
Clara Ferreira
Pastelaria Clarinha
Tutorial Indústria Têxtil
Rui Azevedo
Daniela Xavier
Grupo Moretextile
Tutorial Claques do Vitória
Tazo (Vice-Presidente da Claque
White Angels) e restante claque
Marco (Presidente da Claque
Suspeitos do Costume)
Lobo (Presidente da Claque
Insane Guys)
Entrevistados
Maria Carlos Mesquita
Jorge Diogo Leite
Tiago Magalhães
José Balinha
Pilar Pastor
Cláudia Martins
Daniele Burattini
Sylvie Oliveira Pinheiro
Emília Araújo
Rafaela Salvador
Joana Gama
Ana Zita Lopes
Liliana Ribeiro
Tazo (Anastácio Lima Pereira)
Fabian Jubbega
João Guimarães
Tiago Simães
Joy Hanford
Maria Luís Neiva
Rodrigo Areias
Andreia Martins
Zong Mei
Álvaro Dinis Mendes
Hélder Guimarães
Oliver Pazo
Mário Carvalho
Delia Pereira de Carvalho
José Sousa
Paulo Bessa
Alexandra Oliveira
Paulo Cruz
Luís Ribeiro
Neno (Adelino Barros)
Maria José Marques
José Garcia
José Carlos Oliveira
Anastácia de Oliveira
Vasco Manuel Carneiro Bastos
Egídio Pinheiro
Manuel Leite da Silva
Dimitri Nikolov
António Júlio Freitas Novais
Augusta Ribeiro
Maria Fátima Costa
Maria Manuel Oliveira
Joaquim Fernandes
Margarida Fernandes
João Matos
Manuel Roriz Mendes
Francisca Abreu
Ivo Martins
Abel Pereira
Carlos Mesquita
António Magalhães
Fortunato Frederico
Raimundo Fernandes
Conceição Lemos
José Freitas Abreu
António Emílio Ribeiro
Avelino Ferreira
Av. Conde Margaride, 536
4835–073 Guimarães, Portugal
N 41.442569, W 8.300333
Terça a Domingo
10h00–13h00
14h00–19h00
(últimas entradas às 12h30 e 18h30)
___abertoagora___
___mapa___
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)
_
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Preço 1,50 eur (grupos escolares) / 4,00 eur (público em geral)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 30 pessoas
_
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Preço 2,00 eur (grupos escolares e outras instituições) / 5,00 eur (público em geral)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas (ou 1 turma)
_
Todas as oficinas estão sujeitas a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
1. Introdução
1.1. A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL (doravante OFICINA), é uma Cooperativa de Interesse Público, constituída no dia 14 de março de 1989, por iniciativa do Município de Guimarães (doravante MUNICÍPIO), aprovada em Assembleia Municipal de 19 de outubro de 1985, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 31/84, de 21 de janeiro.
1.2. A Lei n.º 69/2015, de 16 de julho, que procedeu à segunda alteração da Lei n.º 50/2012, de 31 de agosto (doravante a LAEL), introduziu o n.º 3 no seu artigo 58.º, que plasma que o disposto nos capítulos III e VI se aplica, com as devidas adaptações, às régies cooperativas, ou cooperativas de interesse público, em que as entidades públicas participantes possam exercer, de forma direta ou indireta, uma influência dominante em razão da verificação dos requisitos constantes do n.º 1 do artigo 19.º, ainda daquele diploma.
1.3. O Município de Guimarães é seu cooperante, exercendo sobre ela uma influência dominante, designadamente, por ser detentora da maioria dos seus títulos de capital.
1.4. Toda a atividade desenvolvida através dos serviços prestados pela OFICINA, aos utilizadores e público em geral, é de interesse geral, nos termos da alínea a) do artigo 45.º da LAEL, e integra o âmbito das atribuições do MUNICÍPIO, nos termos da alínea e) do n.º 2 do artigo 23.º do Regime Jurídico das Autarquias Locais.
1.5. A OFICINA é, deste modo, um organismo público, designadamente para os efeitos do artigo 37.º, n.º 1, al. a) do Regulamento Geral Sobre a Proteção de Dados (“RGPD”).
2. Objetivo
2.1. Quando utiliza os serviços OFICINA, confia-nos as suas informações. Esta Política de Privacidade destina-se a ajudar o CLIENTE a compreender os dados que recolhemos, o motivo para o fazermos e o que fazemos com esses dados. Este assunto é importante e esperamos que o leia atentamente.
2.2. O Regulamento Geral Sobre a Proteção de Dados (“RGPD”) prevê a proteção das pessoas singulares relativamente ao tratamento e à livre circulação dos dados pessoais, garantindo a licitude das medidas técnicas e organizativas para tal necessárias, nunca descurando, por isso, todos os direitos que assistem aos seus respetivos titulares.
2.3. O RGPD determina que as empresas e os organismos públicos têm de ter um fundamento jurídico para efetuarem o tratamento de dados. Se tiver algum direito específico consoante o fundamento jurídico que utilizamos, os mesmos encontram-se descritos abaixo. Deverá saber que, independentemente do fundamento jurídico aplicável, terá sempre o direito de pedir o acesso, a retificação e a eliminação dos seus dados ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (o "RGPD").
2.4. À medida que utiliza os nossos serviços, queremos que esteja perfeitamente esclarecido sobre a forma como utilizamos as informações e dos meios de que dispõe para proteger a sua privacidade, para tal, explicamos sobre:
●Que informações recolhemos e porque o fazemos.
●Como utilizamos essas informações.
●As opções que disponibilizamos, incluindo como aceder e atualizar informações.
2.5. A missão que nos foi acometida de proteger os seus dados pessoais é um processo contínuo, o que justifica que a nossa Política de Privacidade possa ser alterada. Porém, nenhuma alteração poderá reduzir direitos adquiridos sem o seu expresso consentimento.
2.6. Qualquer alteração à política de privacidade será publicada no nosso sítio eletrónico e, na eventualidade daquelas alterações serem consideráveis, destacaremos a sua alteração. Em todos os casos, manteremos o acesso a versões anteriores num arquivo para consulta.
3. Conceito de dados pessoais
3.1. São dados pessoais toda e qualquer informação, independentemente da natureza e do suporte em que se encontre armazenada, relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável, a qual se denomina de titular dos dados.
3.2. É considerada identificável a pessoa singular que possa ser identificada, direta ou indiretamente, nomeadamente por referência a determinados identificadores relevantes, como, por exemplo, um nome, um número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica ou um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular.
4. Tratamento de dados pessoais
4.1. O tratamento de dados pessoais consiste numa operação ou num conjunto de operações efetuadas sobre dados pessoais ou sobre conjuntos de dados pessoais, por meios automatizados ou não automatizados, tais como a recolha, o registo, a organização, a estruturação, a conservação, a adaptação ou alteração, a recuperação, a consulta, a utilização, a divulgação por transmissão, difusão ou qualquer outra forma de disponibilização, a comparação ou interconexão, a limitação, o apagamento ou a destruição.
4.2. Assumimos o compromisso de proteger os nossos CLIENTES de acessos não autorizados a ou alterações, divulgações ou destruições não autorizadas de informações que se encontram sob a nossa responsabilidade, designadamente através da revisão das nossas práticas de recolha, processamento e armazenamento de informações, incluindo medidas de segurança físicas, bem como outras medidas de segurança como restringir o acesso de informações pessoais apenas a funcionários, contratantes e agentes da OFICINA que precisarem de saber determinadas informações para efeitos de processamento e que estão sujeitos a obrigações estritas de confidencialidade contratual, podendo ser objeto de processo disciplinar ou rescisão contratual em caso de incumprimento das referidas obrigações.
5. Responsável pelo tratamento de dados pessoais e Subcontratante
5.1. O responsável pelo tratamento de dados pessoais pode ser uma pessoa singular ou coletiva, autoridade pública, agência ou outro organismo que, a nível individual ou em conjuntamente com outras, tem como objetivo determinar as finalidades e os meios de tratamento de dados pessoais.
5.2. O subcontratante pode ser uma pessoa singular ou coletiva, autoridade pública, agência ou outro organismo que trate os dados pessoais por conta do responsável pelo tratamento.
5.3. De acordo com a finalidade de tratamento que sumariamos no quadro que elencamos nesta política de privacidade, a OFICINA atua na qualidade de responsável de tratamento de dados pessoais, recorrendo a subcontratados em determinados tratamentos.
5.4. A OFICINA procede a Avaliações de Impacto das operações de tratamento previstas sobre a proteção de dados pessoais, nos termos previstos no artigo 35.º do RGPD.
5.5. Como boa prática, a OFICINA determinou que as Avaliações de Impacto sejam regularmente revistas e reavaliado o contexto de cada tratamento à luz de eventuais desenvolvimentos tecnológicos e sociais.
6. Encarregado de proteção de dados pessoais
6.1. O encarregado de proteção de dados tem como função principal garantir que o tratamento de dados pessoais não colide ou prejudica os direitos, liberdades e garantias do sujeito em causa.
6.2. A sua assistência não atende à dimensão da organização, mas sim ao risco que os tratamentos a efetuar têm no que concerne aos direitos, liberdades e garantias do titular dos dados.
6.3. Assim, é obrigatória a presença do encarregado de proteção de dados em três situações, nomeadamente quando o tratamento é efetuado por uma autoridade ou organismo público (excetuando os tribunais no exercício da sua função jurisdicional), quando as atividades principais do responsável pelo tratamento ou do subcontratante consistam em operações de tratamento que, devido à sua natureza, âmbito e/ou finalidade, exijam um controlo regular e sistemático dos titulares dos dados em grande escala e ainda quando as atividades principais do responsável pelo tratamento ou do subcontratante consistam em operações de tratamento em grande escala de categorias especiais de dados nos termos do artigo 9.º do RGPD ou de dados pessoais relacionados com condenações penais e infrações a que se refere o artigo 10.º do mesmo Regulamento.
6.4. Pelo facto de a OFICINA ser um organismo público, está, por respeito ao artigo 37.º, n.º 1, al. a), obrigada a designar um encarregado de proteção de dados.
7. Tipos de dados pessoais tratados
A OFICINA nas suas relações com os CLIENTES procede ao tratamento dos dados que melhor identifica no “quadro sumário” descrito nas finalidades de tratamento.
8. Modo de recolha dos dados pessoais
8.1. De acordo com o RGPD, as empresas têm de ter um fundamento jurídico para efetuarem um qualquer tratamento de dados, e ao titular dos dados pessoais são conferidos direitos específicos consoante o fundamento jurídico que é utilizado e os mesmos encontram-se descritos infra.
8.2. Assim, um tratamento de dados pessoais só é lícito se e na medida em que se verifique pelo menos uma das seguintes situações:
a) O titular dos dados tiver dado o seu consentimento para o tratamento dos seus dados pessoais para uma ou mais finalidades específicas;
b) O tratamento for necessário para a execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados;
c) O tratamento for necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica a que o responsável pelo tratamento esteja sujeito;
d) O tratamento for necessário para a defesa de interesses vitais do titular dos dados ou de outra pessoa singular;
e) O tratamento for necessário ao exercício de funções de interesse público ou ao exercício da autoridade pública de que está investido o responsável pelo tratamento;
f) O tratamento for necessário para efeito dos interesses legítimos prosseguidos pelo responsável pelo tratamento ou por terceiros, exceto se prevalecerem os interesses ou direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais, em especial se o titular for uma criança.
8.3. A OFICINA acautela que os dados recolhidos no âmbito das finalidades de tratamento melhor resumidas no “quadro sumário” são necessários, limitados e pertinentes para cada uma das finalidades declarada.
8.4. Os dados pessoais são armazenados em bases de dados específicas e criadas para o efeito, podendo ser tratados informaticamente e de forma automatizada ou não automatizada, tendo sempre por base o cumprimento da legislação relativa à proteção de dados pessoais.
8.5. Os dados recolhidos pela OFICINA nunca serão utilizados para outra finalidade que não aquela para a qual foram recolhidos ou dado o consentimento por parte do titular dos dados, exceto se tal for determinado por norma ou interesse público que prevaleça.
8.6. O titular dos dados terá sempre o direito de se opor ao tratamento de dados e de pedir a restrição do tratamento. A sua oposição será respeitada e a OFICINA deixará de tratar das suas informações, exceto se o tratamento tiver por base fundamentos legítimos convincentes ou for necessário por motivos legais.
9. Violação de dados pessoais
9.1. Existe violação de dados pessoais quando estivermos perante uma violação da segurança que provoque, de modo acidental ou ilícito, a destruição, a perda, a alteração, a divulgação ou o acesso, não autorizados, a dados pessoais transmitidos, conservados ou sujeitos a qualquer outro tipo de tratamento.
9.2. Na eventualidade de ocorrer uma violação de dados pessoais, a OFICINA notifica o responsável pelo tratamento de dados, se aplicável, a autoridade de controlo ou o titular dos dados, conforme a violação dos dados for suscetível de implicar um elevado risco para os seus direitos, liberdades e garantias.
10. Finalidades do tratamento dos dados pessoais
Quadro sumário do tratamento de dados pessoais em função da sua finalidade:
Finalidade do tratamento
Gestão dos Equipamentos Culturais
Condições de Legitimidade
Artigo 6.º, n.º 1, al. b) do RGPD: execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados.
Categoria de dados pessoais tratados
Na finalidade do tratamento estão contidos o controlo de documentos de admissão, gestão de cooperantes, reserva e concessão de espaços, gestão de classes e inscrições, taxa de assiduidade das classes, controlo de acessos, controlo do número de utilizações. Os dados contidos em cada registo são o nome, morada, data de nascimento, bilhete de identidade, número de identificação fiscal, estado civil, filiação, número de identificação bancária, contactos e, no caso de utilizador deficiente, indicação da deficiência e atestado médico, que dependerá sempre do consentimento expresso e explícito por parte do titular dos dados.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
A entidades oficiais ou outras com as quais o responsável colabore ou venha a colaborar, com a finalidade de promoção e elaboração de estudos e inquéritos, desde que verificado o consentimento do titular dos dados para essa finalidade específica.
Autoridade Tributária: dados de faturação
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Prazo de Conservação
2 anos após a cessação da relação contratual.
Dados para faturação: 10 anos.
Finalidade do tratamento
Envio Newsletters e Marketing
Condições de Legitimidade
Artigo 6.º, n.º 1, al. a) do RGPD: Consentimento expresso do titular e artigo 13.º-A, n.º 3 da Lei n.º 41/2004, de 18/8, alterada pela Lei n.º 46/2012.
Categoria de dados pessoais tratados
Nome e endereço eletrónico
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
Não existe comunicação de dados
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Direitos a observar
Direito de informação: o responsável deve garantir que, no momento da recolha, disponibiliza ao titular a informação relativa à finalidade da recolha. Nesse momento, bem como do envio de cada newsletter, a OFICINA garante que o titular tem um campo específico para exercer o direito de oposição ao tratamento dos seus dados para efeito de marketing direto, nos termos previstos no n.º 3 do artigo 13.º-A da Lei n.º41/2004, de 18/8, alterada pela Lei n.º 46/2012.
Prazo de Conservação
1 mês após o pedido de oposição ao tratamento
Finalidade do tratamento
Serviços de Férias Escolares
Condições de Legitimidade
Artigo 6.º, n.º 1, al. b) do RGPD: execução de um contrato no qual o titular dos dados é parte, ou para diligências pré-contratuais a pedido do titular dos dados e Artigo 6.º, n.º 1, al. a) do RGPD: consentimento explícito.
Categoria de dados pessoais tratados
Nome, endereço eletrónico, NIF, N.º de Identificação, contacto telefónico, nome do educando menor, data de nascimento, NIF, N.º de Identificação, necessidades educativas especiais.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
Não existe comunicação de dados, para além dos dados de faturação para a Autoridade Tributária
Medidas de Segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas asseguram, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
Os dados são categorizados como dados sensíveis e é promovido o tratamento com recurso a técnicas de pseudonimização e permite o acesso a informação de acordo com os diferentes níveis de acesso dos utilizadores. Foram realizadas Avaliações de Impacto nos termos do RGPD.
Prazo de Conservação
2 anos após a cessação da relação contratual.
Dados para faturação: 10 anos.
Finalidade do tratamento
Proteção de pessoas e bens
Condições de Legitimidade
Artigo 6.º, n.º 1, al. f) do RGPD: interesses legítimos prosseguidos pelo responsável pelo tratamento.
Categoria de dados pessoais tratados
Imagens captadas pelo sistema.
Qualidade em que intervém
Responsável pelo Tratamento
Comunicação de Dados
As imagens só podem ser transmitidas nos termos da lei processual penal.
Detetada a eventual infração penal, o responsável deverá, juntamente com a participação, enviar à autoridade judiciária ou ao órgão de polícia criminal competentes as imagens recolhidas. Noutras situações em que as autoridades solicitem acesso às imagens, tal só poderá ocorrer, no âmbito de processo judicial devidamente identificado, em cumprimento de despacho fundamentado da autoridade judiciária competente. Fora destas condições não pode o responsável comunicar as imagens.
Medidas de segurança
O responsável pelo tratamento põe em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizados, nomeadamente quando o tratamento implicar a sua transmissão por rede, e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito; estas medidas devem assegurar, atendendo aos conhecimentos técnicos disponíveis e aos custos resultantes da sua aplicação, um nível de segurança adequado em relação aos riscos que o tratamento apresenta e à natureza dos dados a proteger.
O responsável pelo tratamento toma as medidas adequadas para:
a) Impedir o acesso de pessoa não autorizada às instalações utilizadas para o tratamento desses dados (controlo da entrada nas instalações);
b) Impedir que suportes de dados possam ser lidos, copiados, alterados ou retirados por pessoa não autorizada (controlo dos suportes de dados);
c) Impedir a introdução não autorizada, bem como a tomada de conhecimento, a alteração ou a eliminação não autorizadas de dados pessoais inseridos (controlo da inserção);
d) Impedir que sistemas de tratamento automatizados de dados possam ser utilizados por pessoas não autorizadas através de instalações de transmissão de dados (controlo da utilização);
e) Garantir que as pessoas autorizadas só possam ter acesso aos dados abrangidos pela autorização (controlo de acesso);
f) Garantir a verificação das entidades a quem possam ser transmitidos os dados pessoais através das instalações de transmissão de dados (controlo da transmissão);
g) Garantir que possa verificar-se a posteriori, em prazo adequado à natureza do tratamento, a fixar na regulamentação aplicável a cada sector, quais os dados pessoais introduzidos quando e por quem (controlo da introdução);
h) Impedir que, na transmissão de dados pessoais, bem como no transporte do seu suporte, os dados possam ser lidos, copiados, alterados ou eliminados de forma não autorizada (controlo do transporte).
Limites ao Tratamento
Não é permitida a recolha de som; A recolha de imagens deve confinar-se à propriedade do responsável, não podendo abranger imagens da via pública ou de propriedades limítrofes; No caso de existirem terminais de pagamento ATM, as câmaras não podem estar direcionadas de modo a captar a digitação dos códigos; Não podem as câmaras incidir regularmente sobre os trabalhadores durante a atividade laboral, nem as imagens podem ser utilizadas para o controlo da atividade dos trabalhadores, seja para aferir a produtividade seja para efeitos de responsabilização disciplinar (cf. artigos 20º e 21º do Código do Trabalho); Em circunstância alguma são recolhidas imagens de acesso ou interior de instalações sanitárias, acesso e interiores de vestiários, áreas de descanso ou outras áreas destinadas aos trabalhadores, zonas de fabrico, zonas de espera, salas de reuniões e auditórios.
Sistema de videovigilância
Pontos de acesso a partir do exterior/ Zonas de pagamentos/ Locais de circulação/ Zonas técnicas/ Locais de atendimento ao público/ Zonas comerciais
Prazo de Conservação
30 dias
11. Duração da conservação dos dados pessoais
11.1. Os dados pessoais serão conservados apenas durante o período necessário para as finalidades para as quais são tratados, a não ser que sejam tratados exclusivamente para fins de arquivo de interesse público, para fins de investigação científica ou histórica ou para fins estatísticos.
11.2. Os titulares dos dados pessoais serão sempre informados sobre a duração do período de duração e de quais os critérios definidos para tal.
12. Direitos do titular dos dados pessoais
12.1 Regra geral, e independentemente do fundamento do tratamento, o titular dos dados pessoais tem direito à informação, à confirmação do tratamento e ao acesso aos dados pessoais, bem como à retificação.
12.2. Não obstante, tem ainda direito a apagar, limitar, atualizar e retificar os dados, tal como a ser notificado em caso de uma violação de dados pessoais.
13. Medidas técnicas e organizativas para assegurar a segurança dos dados pessoais
13.1. De modo a evitar a divulgação acidental, intencional ou indevida dos dados pessoais, a OFICINA tem implementado e continua a implementar um conjunto rigoroso de medidas capazes de proteger os dados pessoais contra qualquer forma de tratamento ilícito.
13.2. A OFICINA compromete-se a desenvolver todos os esforços para garantir que as medidas técnicas e organizativas implementadas sejam cumpridas por parte de todos aqueles que tiverem permissão legal para aceder aos dados pessoais.
14. Disponibilização de dados pessoais a terceiros
14.1. Terceiro é a pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, o serviço ou organismo que não seja o titular dos dados, o responsável pelo tratamento, o subcontratante e as pessoas que, sob a autoridade direta do responsável pelo tratamento ou do subcontratante, estão autorizadas a tratar os dados pessoais.
14.2. Quando tal sucede, o terceiro deve assegurar a proteção dos dados pessoais, utilizando as mesmas medidas técnicas e organizativas do que o responsável pelo tratamento.
1.4.3. Em caso algum se verificará a transferência de dados pessoais para países terceiros em nenhuma das finalidades de tratamentos.
15. Fluxos Transfronteiriços de Dados
15.1. Os “Fluxos Transfronteiriços de Dados” referem-se à movimentação ou transferência de informações entre servidores através das fronteiras dos países.
15.2. Em caso algum se verificará a transferência de dados pessoais para países terceiros em nenhuma das finalidades de tratamentos.
16. Comunicações Comerciais e Promocionais
16.1. A OFICINA procede ao tratamento de dados pessoais fornecidos pelos titulares dos dados para enviar comunicações eletrónicas com informações relativas a comunicações comerciais e promocionais.
16.2. Sempre que a OFICINA fizer uma comunicação deste tipo, será direcionada exclusivamente aos titulares dos dados que as tenham autorizado previamente e de forma expressa.
16.3. De acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de janeiro, mais concretamente no n.º 3 do seu artigo 13.º-A, no caso de o utilizador desejar deixar de receber comunicações comerciais ou promocionais da OFICINA, poderá solicitar a oposição do serviço utilizando o “remover”.
17. Cookies
17. 1. Os cookies são ficheiros que têm pequenos fragmentos de informação que é descarregada do seu dispositivo quando visita um website.
17. 2. Os cookies ajudam o Website a memorizar informações sobre a sua visita, como o seu idioma preferido e outras definições. Isto pode facilitar a sua próxima visita e tornar o Website mais útil para si. Os cookies desempenham um papel importante. Sem eles, utilizar a Web seria uma experiência muito mais frustrante. Os cookies aumentam a eficiência da navegação nos websites.
17.3. A OFICINA pode utilizar Cookies. A utilização de Cookies na internet é usual e não prejudica os computadores dos utilizadores. Os Cookies executam diversas funções, nomeadamente auxiliar os responsáveis do website a perceber o modo como este é utilizado, facilitando a respetiva navegação, guardando as suas preferências e, de modo geral, melhorando a sua experiência de utilização, servindo ainda para garantir que o website lhe mostra conteúdo relevante. Como utilizamos os cookies para personalizar a sua experiência no nosso site? A tecnologia "cookie" ajuda-nos a fornecer conteúdos adaptados aos interesses dos visitantes.
17.4. E se o Titular dos Dados não quiser os "cookies"? Se não desejar receber "cookies", pode configurar o seu computador para o avisar sempre que receber um "cookie" ou desativar todos os "cookies" através do seu programa de consulta (ex: Internet Explorer ou Google Chrome). (Consulte o menu de Ajuda do seu programa de consulta para saber qual a forma correta de alterar ou atualizar os "cookies"). Se desativar os "cookies", poderá não conseguir aceder a algumas das funções acima indicadas. Através das definições do browser, é possível ter algum controlo sobre a maioria dos cookies.
17.5. Que tipo de cookies podem ser utilizados? Existem dois grupos cookies que podem ser utilizados - Cookies permanentes - são cookies que ficam armazenados ao nível do browser nos seus equipamentos de acesso (PC, mobile e tablet) e que são utilizados sempre que faz uma nova visita a um dos nossos websites. São utilizados, geralmente, para direcionar a navegação aos interesses do utilizador, permitindo-nos prestar um serviço mais personalizado. - Cookies de sessão - são cookies temporários que permanecem no arquivo de cookies do seu browser até sair do website. A informação obtida por estes cookies serve para analisar padrões de tráfego na web, permitindo-nos identificar problemas e fornecer uma melhor experiência de navegação. A informação obtida por estes cookies serve para analisar padrões de tráfego na web, permitindo-nos identificar problemas e fornecer uma melhor experiência de navegação.
18. Exercício dos Direitos do titular dos Dados
18.1. De acordo com as disposições do RGPD, o utilizador pode exercer a todo o tempo os seus direitos de acesso, retificação, apagamento, limitação, oposição e portabilidade. Os Titulares do Dados têm diferentes preocupações de privacidade e podem a qualquer momento rever, atualizar e decidir que tipo de dados pretendem ver guardados. O encarregado pela proteção dos dados designado pela OFICINA pode ser contactado diretamente através do endereço de correio eletrónico dpo@aoficina.pt
18.2. Utilize o contacto disponível para esclarecer qualquer dúvida que tenha no âmbito da proteção de dados. A OFICINA garante, como estabelecido no RGPD, o prazo de um mês (prorrogável por 2 meses quando justificável) para dar resposta às solicitações, bem como prestar os esclarecimentos necessários ao Titular dos Dados.
19. Autoridades de Proteção de Dados (APD)
19.1. As APD são autoridades públicas independentes que controlam, através de poderes de investigação e de correção, a aplicação da legislação relativa à proteção de dados. Prestam aconselhamento especializado sobre questões de proteção de dados e tratam reclamações apresentadas contra violações do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e as leis nacionais pertinentes. Existe uma em cada Estado-Membro da União Europeia.
19.2. De um modo geral, o principal ponto de contacto para questões sobre proteção de dados é a APD do Estado-Membro da União Europeia, que em Portugal é a Comissão Nacional de Proteção de Dados – CNPD, com os seguintes contactos:
R. de São. Bento, 148-3°
1200-821 Lisboa
+351 21 392 84 00
geral@cnpd.pt
http://www.cnpd.pt
20. Reclamações
20.1. A Autoridade Europeia para a Proteção de Dados recomenda que, se tiver razões para crer que o seu direito à privacidade foi violado por uma instituição ou um organismo da UE, deverá contactar, em primeiro lugar, os responsáveis pelo tratamento dos dados pessoais na instância onde pensa que foi cometida a infração. Se não ficar satisfeito com o resultado, deverá contactar o encarregado da proteção de dados da instituição ou do organismo da UE onde pensa que foi cometida a infração.
Se aquela diligência não resultar, pode apresentar queixa à AEPD, utilizando um formulário próprio.
20.2. O formulário da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) encontra-se disponível em https://www.cnpd.pt/bin/duvidas/queixas_frm.aspx

Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
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Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal.
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Na história recente da Marcha Gualteriana, José Pontes é um nome incontornável.
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Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade.
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Artistas e comunidade local partilham histórias e rituais, em conversas, algumas mágicas, e outras tecidas. Estas conversas integram um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com as artistas residentes (Hermionne Alsopp, Reino Unido e Ida Blazicko, Croácia) e com a comunidade de Trás de Gaia, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos.
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Antecipando a chegada da Contextile 2018 à Casa da Memória, Conceição Rios (Santa Maria da Feira, 1955), Coordenadora Científica desta Bienal de Arte Têxtil, é a Guia de Visita de julho.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
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A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães.
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Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães.
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Casa da Memória apela à participação da população vimaranense num projeto de arqueologia Nicolina
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O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português.
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Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração.
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Maria Augusta Babo é Professora Associada com Agregação no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
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Celebrar é um ato de memória e de liberdade. E, para celebrar mais um aniversário da Casa da Memória, estão todos convidados para conhecer os cantos da Casa.
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A Casa da Memória de Guimarães (CDMG) está aberta ao mundo há dois anos. Prossegue o seu caminho como espaço de lembrança (sempre incompleto, ou não fosse a memória uma faculdade de impossível perfeição), de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve: assim desde a sua abertura, assim também no ano que há-de vir.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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Cem anos depois da tragédia militar portuguesa em La Lys, a Casa da Memória apresenta uma pequena evocação da grande batalha, inaugurando, no mesmo dia do centenário, o seu Memento: espaço para lembrar apontamentos desta pesada derrota do Corpo Expedicionário Português.
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O fotógrafo Carlos Lobo é o Guia de Visita da CDMG em abril.
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Cantar! Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona.
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A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG.
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O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada.
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De volta a uma popularidade impressionante - algo que não se via desde os anos 80 - os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos.
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Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
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Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é o Guia de Visita de janeiro.
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Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado.
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No Domingos em Casa de dezembro, vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?
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Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP.
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Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação.
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“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
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Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil.
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Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista.
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Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região.
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Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.
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Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho.
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Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada.
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Jorge Castelar é o Guia de Visita da Casa da Memória de outubro.
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Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.
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A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.
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Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.
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Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.
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Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?
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No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!
Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.
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Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.
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Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares.
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Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.
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O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo.
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O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida.
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Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?
Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.
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Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
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Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.
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A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.
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A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
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Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.
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E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.
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Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.
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A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia.
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O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?
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Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.
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No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.
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A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos.
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Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.
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Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
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Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual.
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Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.
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Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.
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Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?
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Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
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Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.
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Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
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Como será a cidade de Guimarães no futuro? A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação.
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No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
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Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro.
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A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
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Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
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A Casa da Memória de Guimarães recebeu na sua exposição permanente, “Território e Comunidade”, o Coro Vilancico, uma formação “a capella” que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento, aderindo à iniciativa “Ode2Joy Challenge”, lançada pela Europa Nostra.
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Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos.
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Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente.
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O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente.
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Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários.
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As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.
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São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.
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Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização.
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No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.
Todas as idades
Programação
Programação
No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.
Todas as idades
Programação
Como será a cidade de Guimarães no futuro?
A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Como será a cidade de Guimarães no futuro?
A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
Monitora Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Horário 10h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
Monitora Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Horário 10h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.
Monitores Cor de Tangerina e convidados
Público-alvo Maiores de 12
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.
Monitores Cor de Tangerina e convidados
Público-alvo Maiores de 12
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.
Memórias da Memória #1, 22.04.2017
Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.
Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?
Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.
Memórias da Memória #1, 22.04.2017
Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.
Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?
Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.
Monitora Vera Santos
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.
Monitora Vera Santos
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00
No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.
Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00
No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.
Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30
Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador
Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.
Guia convidado Miguel Teixeira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30
Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador
Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.
Guia convidado Miguel Teixeira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?
A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?
A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.
No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro). A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.
Convidados
José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)
Francisco Brito Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);
Moderação
Paula Ramos Nogueira Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.
No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro). A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.
Convidados
José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)
Francisco Brito Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);
Moderação
Paula Ramos Nogueira Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30
Arquitetura Contemporânea em Guimarães
Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.
Guia convidado João Rosmaninho
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30
Arquitetura Contemporânea em Guimarães
Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.
Guia convidado João Rosmaninho
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.
Monitora Matilde Seabra
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.
Monitora Matilde Seabra
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30
Entre Imagens da Cidade
A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.
Guia convidado Eduardo Brito
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30
Entre Imagens da Cidade
A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.
Guia convidado Eduardo Brito
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.
Memórias da Memória #2, 17.06.2017
Daniel Blaufuks
Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.
Público-alvo Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.
Memórias da Memória #2, 17.06.2017
Daniel Blaufuks
Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.
Público-alvo Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
Monitora Carina Oliveira
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
Monitora Carina Oliveira
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30
Guimarães e o dia 1 de Portugal
Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?
Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.
Guia convidado Raul Pereira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30
Guimarães e o dia 1 de Portugal
Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?
Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.
Guia convidado Raul Pereira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
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O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.
“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.
As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)
Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva
Moderação Paula Ramos Nogueira
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
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O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.
“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.
As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)
Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva
Moderação Paula Ramos Nogueira
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30
A Marcha de S. Gualter
Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.
Workshop para famílias
Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30
A Marcha de S. Gualter
Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.
Workshop para famílias
Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.
Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:
Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);
Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a
Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares.
Público-alvo Maiores de 12
Horário 16h00
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.
Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:
Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);
Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a
Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares.
Público-alvo Maiores de 12
Horário 16h00
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!
Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.
Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.
O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.
Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.
Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva
Ponto de encontro CDMG
Programação
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No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!
Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.
Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.
O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.
Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.
Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva
Ponto de encontro CDMG
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?
Monitora Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?
Monitora Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.
Guia convidado Ricardo Rodrigues
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.
Guia convidado Ricardo Rodrigues
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.
Guia convidado Maria Manuel Oliveira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
Programação
A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.
Guia convidado Maria Manuel Oliveira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Atividade gratuita
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.
Monitora Elsa Martinho
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.
Monitora Elsa Martinho
Público-alvo Maiores de 6
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?
Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.
Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?
Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.
Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.
Público-alvo Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.
Público-alvo Maiores de 15
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.
Monitoras Tatiana Santos e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.
Monitoras Tatiana Santos e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 3
Horário 11h00
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil. Chegamos ao tempo em que a ciência e a técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política e económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem as novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e a tecnologia no centro da nova era. Nesta sessão vamos tentar perceber como a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.
Convidado: Professor Carlos Fiolhais
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil. Chegamos ao tempo em que a ciência e a técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política e económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem as novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e a tecnologia no centro da nova era. Nesta sessão vamos tentar perceber como a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.
Convidado: Professor Carlos Fiolhais
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação.
Organiza-se em três tempos: presente – pela partilha de uma parte significativa dos processos que deram origem à nova exposição permanente; passado – da reconversão da Fábrica de Plásticos Pátria em centro cultural; e futuro – propondo projeções sobre as expetativas e desafios da CDMG. Esta edição é coordenada por Inês Moreira, que para ela contribui com um ensaio, assim como José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes e José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; foi desenhada por Andrew Howard.
A apresentação contará com uma conversa com a editora e convidados.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação.
Organiza-se em três tempos: presente – pela partilha de uma parte significativa dos processos que deram origem à nova exposição permanente; passado – da reconversão da Fábrica de Plásticos Pátria em centro cultural; e futuro – propondo projeções sobre as expetativas e desafios da CDMG. Esta edição é coordenada por Inês Moreira, que para ela contribui com um ensaio, assim como José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes e José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; foi desenhada por Andrew Howard.
A apresentação contará com uma conversa com a editora e convidados.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP. A curadoria da coleção da exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães, os seus guiões expositivos, foram coordenados por si e com a equipa da Cabincrew, sua empresa. Desde 2010 tem dedicado especial atenção a Guimarães e à sua cultura contemporânea, tendo colaborado com a Fundação Cidade de Guimarães na Capital Europeia da Cultura, tanto no programa de Arte e Arquitetura como na revitalização da Fábrica ASA, onde organizou a exposição e o livro “Edifícios e Vestígios”, entre outros projetos.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP. A curadoria da coleção da exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães, os seus guiões expositivos, foram coordenados por si e com a equipa da Cabincrew, sua empresa. Desde 2010 tem dedicado especial atenção a Guimarães e à sua cultura contemporânea, tendo colaborado com a Fundação Cidade de Guimarães na Capital Europeia da Cultura, tanto no programa de Arte e Arquitetura como na revitalização da Fábrica ASA, onde organizou a exposição e o livro “Edifícios e Vestígios”, entre outros projetos.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
No Domingos em Casa de dezembro, vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?
Monitora Tatiana Santos
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 7 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Programação
No Domingos em Casa de dezembro, vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?
Monitora Tatiana Santos
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur/pessoa
Atividade sujeita a inscrição até dia 7 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Programação
Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado. Neste dia de celebração do passado vimaranense, chama-se o tema à conversa, partilham-se trabalhos em curso e revisita-se património em estudo. A Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007, e lançada, anualmente a 13 de dezembro, será um dos motivos para este encontro, assim como a investigação que a régie-cooperativa está a levar a cabo, com o objetivo de atualizar o Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães, produção artesanal local certificada desde 2010.
17h00
Bordado de Guimarães
Apresentação da revisão do caderno de especificações para a certificação
No ano de 2006 foi elaborado pela Oficina e pelo Museu Alberto Sampaio o caderno de especificações para a certificação do bordado de Guimarães, documento que esteve na base da atribuição da IG – Indicação Geográfica “Bordado de Guimarães” e que tem servido de instrumento regulador para implementação do processo de certificação do Bordado de Guimarães atualmente em curso. Entretanto, tem vindo a ser constatado que, após 10 anos do início do processo, o referido documento necessita de revisão no sentido de melhor se adaptar às realidades constatadas no território e de contemplar algumas correções e melhoramentos que a prática e o conhecimento mais apurado da situação têm vindo a exigir.
Mais concretamente ir-se-á proceder à validação e correção da informação de enquadramento histórico-geográfico da produção; à definição de uma área de delimitação geográfica mais abrangente tendo em conta a realidade efetiva da produção atual; à revisão dos pontos utilizados pelo bordado de Guimarães e correção de nomenclaturas; ao melhoramento gráfico e aumento de exemplos de composições/motivos no sentido de permitir acesso a bons exemplares, a pontos e composições caídas em desuso e a novas composições; à reflexão sobre possibilidade de outras formas de inovação que valorizem e não descaracterizem o Bordado de Guimarães.
18h30
Veduta nº 11
PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado
Apresentação da Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado. Neste dia de celebração do passado vimaranense, chama-se o tema à conversa, partilham-se trabalhos em curso e revisita-se património em estudo. A Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007, e lançada, anualmente a 13 de dezembro, será um dos motivos para este encontro, assim como a investigação que a régie-cooperativa está a levar a cabo, com o objetivo de atualizar o Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães, produção artesanal local certificada desde 2010.
17h00
Bordado de Guimarães
Apresentação da revisão do caderno de especificações para a certificação
No ano de 2006 foi elaborado pela Oficina e pelo Museu Alberto Sampaio o caderno de especificações para a certificação do bordado de Guimarães, documento que esteve na base da atribuição da IG – Indicação Geográfica “Bordado de Guimarães” e que tem servido de instrumento regulador para implementação do processo de certificação do Bordado de Guimarães atualmente em curso. Entretanto, tem vindo a ser constatado que, após 10 anos do início do processo, o referido documento necessita de revisão no sentido de melhor se adaptar às realidades constatadas no território e de contemplar algumas correções e melhoramentos que a prática e o conhecimento mais apurado da situação têm vindo a exigir.
Mais concretamente ir-se-á proceder à validação e correção da informação de enquadramento histórico-geográfico da produção; à definição de uma área de delimitação geográfica mais abrangente tendo em conta a realidade efetiva da produção atual; à revisão dos pontos utilizados pelo bordado de Guimarães e correção de nomenclaturas; ao melhoramento gráfico e aumento de exemplos de composições/motivos no sentido de permitir acesso a bons exemplares, a pontos e composições caídas em desuso e a novas composições; à reflexão sobre possibilidade de outras formas de inovação que valorizem e não descaracterizem o Bordado de Guimarães.
18h30
Veduta nº 11
PATRIMÓNIO, distinguido, partilhado e revisitado
Apresentação da Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é o Guia de Visita de janeiro. Especialista em arquitetura e arte barroca, vem à CDMG lembrar e falar do vimaranense Feliciano Mendes, pai da obra mais importante do barroco colonial Brasileiro - o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais, que se começou a edificar em 1757.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é o Guia de Visita de janeiro. Especialista em arquitetura e arte barroca, vem à CDMG lembrar e falar do vimaranense Feliciano Mendes, pai da obra mais importante do barroco colonial Brasileiro - o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais, que se começou a edificar em 1757.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em janeiro, o convite é para bordar memórias.
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em janeiro, o convite é para bordar memórias.
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.
Programação
Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história. Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com a investigadora Cristina Castro, do projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas?
Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.
Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.
Programação
Programação
Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história. Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com a investigadora Cristina Castro, do projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas?
Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.
Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou através do preenchimento do formulário disponível online.
Programação
A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada. Em fevereiro, a guia de visita é Noémia Carneiro: Professora Associada do Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e dirigente associativa da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada. Em fevereiro, a guia de visita é Noémia Carneiro: Professora Associada do Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e dirigente associativa da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em fevereiro, vamos meter as mãos no barro e partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.
Horários 11h00 (SESSÃO ESGOTADA)
e 14h30 (NOVA SESSÃO)
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 15 de fevereiro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt.
Programação
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em fevereiro, vamos meter as mãos no barro e partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.
Horários 11h00 (SESSÃO ESGOTADA)
e 14h30 (NOVA SESSÃO)
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 15 de fevereiro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt.
Programação
O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.
Pedro Bandeira, arquiteto (FAUP), investigador (LAB 2PT) e professor Associado na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. É autor de: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015; e mais recentemente de Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017).
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.
Pedro Bandeira, arquiteto (FAUP), investigador (LAB 2PT) e professor Associado na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. É autor de: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015; e mais recentemente de Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017).
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG. Historiadora, com vasta experiência e formação no campo das ciências documentais (atualmente exerce funções na área da Gestão de Coleções Museológicas e na Biblioteca e Documentação do Museu de Alberto Sampaio), Maria José Queirós Meireles é também autora, no âmbito do seu mestrado em Arqueologia Urbana pela Universidade do Minho, da obra “O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações”, essencial para a compreensão das transformações da e na cidade no referido período.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG. Historiadora, com vasta experiência e formação no campo das ciências documentais (atualmente exerce funções na área da Gestão de Coleções Museológicas e na Biblioteca e Documentação do Museu de Alberto Sampaio), Maria José Queirós Meireles é também autora, no âmbito do seu mestrado em Arqueologia Urbana pela Universidade do Minho, da obra “O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações”, essencial para a compreensão das transformações da e na cidade no referido período.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em março, vamos construir cidades, com casas tortas e sem portas, paredes bicudas e com curvas, ruas que saltam do chão... Ou talvez não.
Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.
Programação
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em março, vamos construir cidades, com casas tortas e sem portas, paredes bicudas e com curvas, ruas que saltam do chão... Ou talvez não.
Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.
Programação
A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui. A tecnologia, que se expande e domina em todas as fases dos processos criativos e produtivos, é o centro de uma dinâmica paradoxal: à novidade sucede-se a obsolescência, num ritmo alucinante. Nesta viagem, que iniciamos recordando as primeiras fábricas têxteis instaladas em Guimarães no século XIX, falamos das invenções mecânicas e da introdução da eletricidade, discutimos sobre o aparecimento da química industrial, sobre a introdução das fibras sintéticas e o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da indústria têxtil, um setor que se emaranhou na vida de milhares de vimaranenses. A teia de conversas encaminha-nos agora para o desconhecido: que futuro espera esta indústria?
Intervenção Gilberto Santos
Moderação Paula Ramos Nogueira
_
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui. A tecnologia, que se expande e domina em todas as fases dos processos criativos e produtivos, é o centro de uma dinâmica paradoxal: à novidade sucede-se a obsolescência, num ritmo alucinante. Nesta viagem, que iniciamos recordando as primeiras fábricas têxteis instaladas em Guimarães no século XIX, falamos das invenções mecânicas e da introdução da eletricidade, discutimos sobre o aparecimento da química industrial, sobre a introdução das fibras sintéticas e o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da indústria têxtil, um setor que se emaranhou na vida de milhares de vimaranenses. A teia de conversas encaminha-nos agora para o desconhecido: que futuro espera esta indústria?
Intervenção Gilberto Santos
Moderação Paula Ramos Nogueira
_
Público-alvo Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
O fotógrafo Carlos Lobo é o Guia de Visita da CDMG em abril. Nascido em Guimarães, é autor de uma obra já longa, depurada e reconhecida, realizada da Coreia do Norte ao Vale do Ave, via Estados Unidos, e exposta e publicada um pouco por todo o mundo. Carlos Lobo é também músico – guitarrista dos Evols – e doutorado em fotografia com a tese A fotografia entre a experiência do real e a expressão fragmentária do artista. A sua visita guiada será portanto um modo de ver a memória – fotográfica e pessoal – ao longo da exposição da CDMG e que discursos e partilhas ela provoca no convidado deste mês.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
O fotógrafo Carlos Lobo é o Guia de Visita da CDMG em abril. Nascido em Guimarães, é autor de uma obra já longa, depurada e reconhecida, realizada da Coreia do Norte ao Vale do Ave, via Estados Unidos, e exposta e publicada um pouco por todo o mundo. Carlos Lobo é também músico – guitarrista dos Evols – e doutorado em fotografia com a tese A fotografia entre a experiência do real e a expressão fragmentária do artista. A sua visita guiada será portanto um modo de ver a memória – fotográfica e pessoal – ao longo da exposição da CDMG e que discursos e partilhas ela provoca no convidado deste mês.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em abril, vamos levantar voo! Inspirados por histórias de Ícaros e Rodolfos, experimentamos criar asas, feitas de cera e liberdade.
Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 19 de abril, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online
Programação
Programação
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em abril, vamos levantar voo! Inspirados por histórias de Ícaros e Rodolfos, experimentamos criar asas, feitas de cera e liberdade.
Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 19 de abril, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online
Programação
A Casa da Memória de Guimarães (CDMG) está aberta ao mundo há dois anos. Prossegue o seu caminho como espaço de lembrança (sempre incompleto, ou não fosse a memória uma faculdade de impossível perfeição), de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve: assim desde a sua abertura, assim também no ano que há-de vir.
Constatação evidente: uma efeméride, para além de um ato de celebração, é também ela um tempo de projeção. Neste caso, a CDMG continuará, na sua exposição permanente, a receber interpretações do indivíduo ao grupo, da oficina à visita guiada; continuará com as suas atividades de mediação destinadas a todas as idades, continuará com o seu Repositório não só como espaço de reflexão e de lembrança (seja pelo acolhimento de debates, conferências e conversas, seja pela disponibilização em intranet e internet de acervos), mas também como lugar de onde saem projetos de investigação que unem a memória, nas suas múltiplas formas a Guimarães: o terceiro ano da CDMG acolherá edições em torno da fotografia de e em Guimarães, bem como investigações sobre árvores-memória e à volta de uma certa marginália do Concelho. Tempo para repetir: celebrar é também um ato de memória.
PROGRAMA
10h00-13h00 e 14h00-18h00 | Visitas e Oficinas
Visitar e Experimentar
Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, a Casa oferece um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração.
10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas
10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga
10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida
10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves
10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real
14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá
15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues
15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras
15h00 | Conversa
Onde estava no 25 de Abril de 1974?
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Pelo segundo ano consecutivo, este encontro coletivo na sala do Repositório recebe memórias de um dia inesquecível: a palavra a Ana Maria Lopes, Joaquina Campos, Manuela Juncal, Milice Ribeiro dos Santos e Rosa Guimarães, numa conversa participada pela assistência e moderada por Matilde Seabra.
17h00 | Filme
Projeção do filme "Toute la Mémoire Du Monde" (Alain Resnais, 1965, 21 min.)
Apresentado por Eduardo Brito
"Toda a Memória do Mundo" é tanto um olhar sobre o funcionamento interno da Bibliothèque Nationale de France em Paris como uma peça meditativa sobre a fragilidade da memória humana e as formas pelas quais tentamos fortalecê-la.
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Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
A Casa da Memória de Guimarães (CDMG) está aberta ao mundo há dois anos. Prossegue o seu caminho como espaço de lembrança (sempre incompleto, ou não fosse a memória uma faculdade de impossível perfeição), de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve: assim desde a sua abertura, assim também no ano que há-de vir.
Constatação evidente: uma efeméride, para além de um ato de celebração, é também ela um tempo de projeção. Neste caso, a CDMG continuará, na sua exposição permanente, a receber interpretações do indivíduo ao grupo, da oficina à visita guiada; continuará com as suas atividades de mediação destinadas a todas as idades, continuará com o seu Repositório não só como espaço de reflexão e de lembrança (seja pelo acolhimento de debates, conferências e conversas, seja pela disponibilização em intranet e internet de acervos), mas também como lugar de onde saem projetos de investigação que unem a memória, nas suas múltiplas formas a Guimarães: o terceiro ano da CDMG acolherá edições em torno da fotografia de e em Guimarães, bem como investigações sobre árvores-memória e à volta de uma certa marginália do Concelho. Tempo para repetir: celebrar é também um ato de memória.
PROGRAMA
10h00-13h00 e 14h00-18h00 | Visitas e Oficinas
Visitar e Experimentar
Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, a Casa oferece um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração.
10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas
10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga
10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida
10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves
10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real
14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá
15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues
15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras
15h00 | Conversa
Onde estava no 25 de Abril de 1974?
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Pelo segundo ano consecutivo, este encontro coletivo na sala do Repositório recebe memórias de um dia inesquecível: a palavra a Ana Maria Lopes, Joaquina Campos, Manuela Juncal, Milice Ribeiro dos Santos e Rosa Guimarães, numa conversa participada pela assistência e moderada por Matilde Seabra.
17h00 | Filme
Projeção do filme "Toute la Mémoire Du Monde" (Alain Resnais, 1965, 21 min.)
Apresentado por Eduardo Brito
"Toda a Memória do Mundo" é tanto um olhar sobre o funcionamento interno da Bibliothèque Nationale de France em Paris como uma peça meditativa sobre a fragilidade da memória humana e as formas pelas quais tentamos fortalecê-la.
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Todas as idades
Entrada livre
Programação
Celebrar é um ato de memória e de liberdade. E, para celebrar mais um aniversário da Casa da Memória, estão todos convidados para conhecer os cantos da Casa. Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, cada um terá a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração… Nesta festa, a entrada é livre para todas as idades.
10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas
10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga
A olaria vimaranense é feita de barro e de histórias. Inspirados pela Cantarinha dos Namorados, moldamos barro vermelho na roda de oleiro. Mão na água, água no barro, barro na mão… Depois de algumas voltas, surgem pequenas peças, que podem ser ornamentadas com mica branca polvilhada. Depois, é só cozer durante algumas horas…
10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados... Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.
10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida
“Trana cantrantana, trana, trana, trana …”
É assim que se pode trautear o ritmo e o som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.
14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Quantos pães o Minho amassou? E que farinhas e fermentos? Pão quente ou pão torrado, pão com sementes ou pão com passas, pão branco ou pão integral… Queremos descobrir um pouco mais sobre opções saudáveis deste produto básico da nossa alimentação, através da receita de pão caseiro e artesanal. Literalmente de mão na massa, experimentamos amassar o pão. E, pão a pão, faremos a revolução!
14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.
15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues
Há ideias que se ligam como pessoas e cidades, há ideias que nos aproximam ou nos afastam, há ideias grandes que podem mudar o mundo e há ideias pequenas que mudam o meu mundo. Aqui, todas as ideias são bem-vindas. Desejos, esperanças e sonhos também. Partimos do passado e do presente para pensarmos o futuro, através de uma instalação visual coletiva em permanente construção, no pátio da Casa da Memória.
15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras
“E se riscares uma frase para a esconder, essa frase – podes ter a certeza – irá aparecer noutro lado; e com letras grandes”. A partir do texto “Lápis Azul da Censura”, que Gonçalo M. Tavares escreveu para a Casa da Memória, discutimos e refletimos sobre a simbologia deste lápis como objeto de memória coletiva. E, em vez de apagar e proibir, vamos expor e expressar todas as palavras e todos os pensamentos, através do método surrealista do frottrage, uma técnica de desenho por fricção sobre textura.
Todos os públicos
Entrada livre
Programação
Programação
Celebrar é um ato de memória e de liberdade. E, para celebrar mais um aniversário da Casa da Memória, estão todos convidados para conhecer os cantos da Casa. Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, cada um terá a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa de visitas e oficinas que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração… Nesta festa, a entrada é livre para todas as idades.
10h00, 11h30, 14h00 e 15h30
Visitas Orientadas
10h00, 11h30 e 17h00
Histórias de Cântaros e Cantarinhas | Oficina de Olaria
Maria Fernanda Braga
A olaria vimaranense é feita de barro e de histórias. Inspirados pela Cantarinha dos Namorados, moldamos barro vermelho na roda de oleiro. Mão na água, água no barro, barro na mão… Depois de algumas voltas, surgem pequenas peças, que podem ser ornamentadas com mica branca polvilhada. Depois, é só cozer durante algumas horas…
10h00 e 11h30
O Fio da Conversa | Oficina de Bordado
Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados... Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.
10h00 e 11h30
Tranacantrantana | Oficina de Música
Pedro Almeida
“Trana cantrantana, trana, trana, trana …”
É assim que se pode trautear o ritmo e o som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
10h00 e 11h30
Curtir o nosso Mapa | Oficina de Desenho em Couro
Francisco Neves
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
10h00 e 11h30
Transferência de Memórias | Oficina de Fotografia e Escrita
Maria Côrte-Real
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.
14h00, 15h30 e 17h00
Amassar o Pão | Oficina de Sabores Tradicionais
Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Quantos pães o Minho amassou? E que farinhas e fermentos? Pão quente ou pão torrado, pão com sementes ou pão com passas, pão branco ou pão integral… Queremos descobrir um pouco mais sobre opções saudáveis deste produto básico da nossa alimentação, através da receita de pão caseiro e artesanal. Literalmente de mão na massa, experimentamos amassar o pão. E, pão a pão, faremos a revolução!
14h00 e 15h30
Revestir a Casa | Oficina de Azulejo
Juliana Sá
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.
15h30 e 17h30
Daqui para o Futuro | Oficina de Instalação Visual
Melissa Rodrigues
Há ideias que se ligam como pessoas e cidades, há ideias que nos aproximam ou nos afastam, há ideias grandes que podem mudar o mundo e há ideias pequenas que mudam o meu mundo. Aqui, todas as ideias são bem-vindas. Desejos, esperanças e sonhos também. Partimos do passado e do presente para pensarmos o futuro, através de uma instalação visual coletiva em permanente construção, no pátio da Casa da Memória.
15h30 e 17h30
Uma frase nunca se risca | Oficina de Frottage
João Terras
“E se riscares uma frase para a esconder, essa frase – podes ter a certeza – irá aparecer noutro lado; e com letras grandes”. A partir do texto “Lápis Azul da Censura”, que Gonçalo M. Tavares escreveu para a Casa da Memória, discutimos e refletimos sobre a simbologia deste lápis como objeto de memória coletiva. E, em vez de apagar e proibir, vamos expor e expressar todas as palavras e todos os pensamentos, através do método surrealista do frottrage, uma técnica de desenho por fricção sobre textura.
Todos os públicos
Entrada livre
Programação
Maria Augusta Babo é Professora Associada com Agregação no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Na sua comunicação falar-nos-á da escrita como técnica inaugural e paradigmática de registo, quer pela sua economia, quer pela sua sistematicidade. Exercendo uma elaboração do pensamento e do mundo, é um dispositivo de retenção, que se pode definir como marca presente do tempo passado: será nesta capacidade de retenção, como memória exterior e inorgânica, que consiste a sua força documental.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Maria Augusta Babo é Professora Associada com Agregação no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Na sua comunicação falar-nos-á da escrita como técnica inaugural e paradigmática de registo, quer pela sua economia, quer pela sua sistematicidade. Exercendo uma elaboração do pensamento e do mundo, é um dispositivo de retenção, que se pode definir como marca presente do tempo passado: será nesta capacidade de retenção, como memória exterior e inorgânica, que consiste a sua força documental.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração. Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração. Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português. Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português. Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães. A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães. A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial…
Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online
INSCRIÇÕES ESGOTADAS
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial…
Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online
INSCRIÇÕES ESGOTADAS
Programação
Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media. É igualmente consultora na empresa Comned.org fazendo a ponte entre a indústria vimaranense e o mercado holandês, onde se formou em Design de comunicação e onde trabalhou por mais de 10 anos. Veio para Guimarães em 2010 onde integrou a equipa de projeto, comunicação, relações públicas e internacionais da Capital Europeia da Cultura. É a guia de visita da CDMG de junho.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media. É igualmente consultora na empresa Comned.org fazendo a ponte entre a indústria vimaranense e o mercado holandês, onde se formou em Design de comunicação e onde trabalhou por mais de 10 anos. Veio para Guimarães em 2010 onde integrou a equipa de projeto, comunicação, relações públicas e internacionais da Capital Europeia da Cultura. É a guia de visita da CDMG de junho.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
Patrícia Jerónimo é Professora Associada na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde dirige o Mestrado em Direitos Humanos e leciona, entre outras disciplinas, Direito Comparado, Migrações e Refugiados, e Direitos Humanos e Diferença Cultural. Nesta sexta sessão das Memórias da Memória, falar-nos-á da tensão existente entre o direito individual ao esquecimento e o direito coletivo à memória. Ilustrada por um conjunto de decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro a respeito de episódios ocorridos durante da Ditadura Militar, esta conversa deter-se-á na ponderação de interesses/direitos feita pelo Tribunal, tendo presentes as recentes notícias chegadas do Brasil, segundo as quais um significativo número de jovens brasileiros se mostra favorável à instituição de um regime militar no país.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
Patrícia Jerónimo é Professora Associada na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde dirige o Mestrado em Direitos Humanos e leciona, entre outras disciplinas, Direito Comparado, Migrações e Refugiados, e Direitos Humanos e Diferença Cultural. Nesta sexta sessão das Memórias da Memória, falar-nos-á da tensão existente entre o direito individual ao esquecimento e o direito coletivo à memória. Ilustrada por um conjunto de decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro a respeito de episódios ocorridos durante da Ditadura Militar, esta conversa deter-se-á na ponderação de interesses/direitos feita pelo Tribunal, tendo presentes as recentes notícias chegadas do Brasil, segundo as quais um significativo número de jovens brasileiros se mostra favorável à instituição de um regime militar no país.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em junho, vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos. Com flores, versos, formas geométricas e outros padrões personalizados.
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
A inscrição deverá ser efetuada até 14 de junho, presencialmente, na Casa da Memória de Guimarães
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em junho, vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos. Com flores, versos, formas geométricas e outros padrões personalizados.
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
A inscrição deverá ser efetuada até 14 de junho, presencialmente, na Casa da Memória de Guimarães
Programação
Antecipando a chegada da Contextile 2018 à Casa da Memória, Conceição Rios (Santa Maria da Feira, 1955), Coordenadora Científica desta Bienal de Arte Têxtil, é a Guia de Visita de julho. Entre as artes e a filosofia, tem, ao longo dos anos, desenvolvido trabalhos comunitários no norte de Portugal, nos mais variados domínios. Coordenou e produziu o Programa Cultural, em Melgaço, na apresentação da candidatura a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, das Tradições Orais Luso-Galaicas.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Antecipando a chegada da Contextile 2018 à Casa da Memória, Conceição Rios (Santa Maria da Feira, 1955), Coordenadora Científica desta Bienal de Arte Têxtil, é a Guia de Visita de julho. Entre as artes e a filosofia, tem, ao longo dos anos, desenvolvido trabalhos comunitários no norte de Portugal, nos mais variados domínios. Coordenou e produziu o Programa Cultural, em Melgaço, na apresentação da candidatura a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, das Tradições Orais Luso-Galaicas.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Artistas e comunidade local partilham histórias e rituais, em conversas, algumas mágicas, e outras tecidas. Estas conversas integram um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com as artistas residentes (Hermionne Alsopp, Reino Unido e Ida Blazicko, Croácia) e com a comunidade de Trás de Gaia, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. Desta forma, promovem-se novas relações com a comunidade e outras leituras sobre o território e o pensamento artístico e criativo em torno do têxtil. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães (CDMG), insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets, cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.
PROGRAMA
09h30-11h00
Lavadouro/tanque Trás de Gaia
O lavadouro / tanque público: da história ao uso e rituais | Conversas animadas e mágicas
11h00-13h00
Casa da Memória
Magic Talks / Carpets (Virginja Vitkiene) | Projeto CDMG / Trás de Gaia
13h00-15h00
Terraço da Casa da Memória
Magic Pic Nic
15h00-17h00
Magic Visits – o têxtil na exposição da Casa da Memória
17h30-19h00
Lavadouro/tanque de S. Gualter
Performance: usos e rituais + conversas de roupa suja | Refresco na ribeira
_
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Artistas e comunidade local partilham histórias e rituais, em conversas, algumas mágicas, e outras tecidas. Estas conversas integram um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com as artistas residentes (Hermionne Alsopp, Reino Unido e Ida Blazicko, Croácia) e com a comunidade de Trás de Gaia, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. Desta forma, promovem-se novas relações com a comunidade e outras leituras sobre o território e o pensamento artístico e criativo em torno do têxtil. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães (CDMG), insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets, cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.
PROGRAMA
09h30-11h00
Lavadouro/tanque Trás de Gaia
O lavadouro / tanque público: da história ao uso e rituais | Conversas animadas e mágicas
11h00-13h00
Casa da Memória
Magic Talks / Carpets (Virginja Vitkiene) | Projeto CDMG / Trás de Gaia
13h00-15h00
Terraço da Casa da Memória
Magic Pic Nic
15h00-17h00
Magic Visits – o têxtil na exposição da Casa da Memória
17h30-19h00
Lavadouro/tanque de S. Gualter
Performance: usos e rituais + conversas de roupa suja | Refresco na ribeira
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Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Na história recente da Marcha Gualteriana, José Pontes é um nome incontornável. Obreiro da Casa da Marcha desde finais dos anos 70 do século passado, assumiu, por várias vezes, a direção de obras da referida Marcha e desde 2015 que preside à Associação Artística da Casa da Marcha. Em mês de Festas da Cidade e Gualterianas, é o guia de visita da CDMG: um passeio essencial pelas memórias da Marcha e de José Pontes.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Na história recente da Marcha Gualteriana, José Pontes é um nome incontornável. Obreiro da Casa da Marcha desde finais dos anos 70 do século passado, assumiu, por várias vezes, a direção de obras da referida Marcha e desde 2015 que preside à Associação Artística da Casa da Marcha. Em mês de Festas da Cidade e Gualterianas, é o guia de visita da CDMG: um passeio essencial pelas memórias da Marcha e de José Pontes.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal. Através de uma parceria entre a CDMG e Ideias Emergentes | Contextile 2018, as artistas desenvolveram, durante dois meses, um trabalho de pesquisa, interação e relação com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter que será, agora, apresentado pelas próprias.
Hermione Allsopp, oriunda do Reino Unido, faz esculturas colecionando objetos e recriando-as em novas formas ou composições que carregam sempre anexos coletivos, memórias e significados. A artista graduou-se na Leeds Metropolitan University em Belas Artes e detém um mestrado pela UCA Canterbury. Ida Blazicko, de nacionalidade croata, é duplamente doutorada pela Academia de Belas Artes de Zagreb e pela Academia chinesa de Arte em Hangzhou com a dissertação sobre ‘Sustentabilidade na Arte Pública: recriação do ambiente urbano’. O seu trabalho evoca a fragilidade da existência humana e a impermanência da beleza, existindo sempre um interesse pela relação percetiva entre obra de arte, espaço e observador.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal. Através de uma parceria entre a CDMG e Ideias Emergentes | Contextile 2018, as artistas desenvolveram, durante dois meses, um trabalho de pesquisa, interação e relação com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter que será, agora, apresentado pelas próprias.
Hermione Allsopp, oriunda do Reino Unido, faz esculturas colecionando objetos e recriando-as em novas formas ou composições que carregam sempre anexos coletivos, memórias e significados. A artista graduou-se na Leeds Metropolitan University em Belas Artes e detém um mestrado pela UCA Canterbury. Ida Blazicko, de nacionalidade croata, é duplamente doutorada pela Academia de Belas Artes de Zagreb e pela Academia chinesa de Arte em Hangzhou com a dissertação sobre ‘Sustentabilidade na Arte Pública: recriação do ambiente urbano’. O seu trabalho evoca a fragilidade da existência humana e a impermanência da beleza, existindo sempre um interesse pela relação percetiva entre obra de arte, espaço e observador.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em setembro, partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica.
Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 20 de setembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em setembro, partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica.
Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 20 de setembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte. Impulsionadoras e entusiastas da mobilidade ciclável, são fundadoras da GetGreen – que desde 2013 se dedica a um sem número de atividades relacionadas com a bicicleta, da formação de ciclistas urbanos aos percursos turísticos. Antigas alunas da Universidade do Minho, Carla Rocha e Paula Mendes são as Guias de Visita de outubro da CDMG, propondo uma deriva ciclista pela cidade em dia de Guimarães noc noc, associando-se a CDMG, mais uma vez, a esta iniciativa. Pedimos aos participantes da visita que utilizem a entrada da Casa da Memória pelo Largo Heróis da Fundação, que está devidamente sinalizada.
Visita a partir da CDMG pelo Guimarães noc noc
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte. Impulsionadoras e entusiastas da mobilidade ciclável, são fundadoras da GetGreen – que desde 2013 se dedica a um sem número de atividades relacionadas com a bicicleta, da formação de ciclistas urbanos aos percursos turísticos. Antigas alunas da Universidade do Minho, Carla Rocha e Paula Mendes são as Guias de Visita de outubro da CDMG, propondo uma deriva ciclista pela cidade em dia de Guimarães noc noc, associando-se a CDMG, mais uma vez, a esta iniciativa. Pedimos aos participantes da visita que utilizem a entrada da Casa da Memória pelo Largo Heróis da Fundação, que está devidamente sinalizada.
Visita a partir da CDMG pelo Guimarães noc noc
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em outubro, vamos cartografar memórias e revisitar o mapa dos lugares que cada um tem dentro de si. De forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 18 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em outubro, vamos cartografar memórias e revisitar o mapa dos lugares que cada um tem dentro de si. De forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 18 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos. A propósito da inauguração da sua exposição “Depois do tempo” na CDMG, Belo falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos. A propósito da inauguração da sua exposição “Depois do tempo” na CDMG, Belo falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.
Maiores de 12
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos.
Criação e Orientação Melissa Rodrigues
Público-alvo Maiores de 3 anos
Lotação mín 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos.
Criação e Orientação Melissa Rodrigues
Público-alvo Maiores de 3 anos
Lotação mín 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em dezembro, vamos partir das histórias da Casa da Memória, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, para criar fanzines personalizadas, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias e outras ideias.
Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 13 dezembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em dezembro, vamos partir das histórias da Casa da Memória, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, para criar fanzines personalizadas, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias e outras ideias.
Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 13 dezembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.
Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
Todas as idades
Entrada gratuita
Programação
Programação
Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.
Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
Todas as idades
Entrada gratuita
Programação
A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.
Todas as idades
Programação
Programação
A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.
Todas as idades
Programação
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
De volta a uma popularidade impressionante – algo que não se via desde os anos 80 – os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos. Numa pequena exposição, apresentam-se algumas peças de colecionadores da PLUG, Associação Portuguesa de utilizadores LEGO: conjuntos dos anos 60, 70 e 80 que farão não só as delícias dos mais novos como despertarão memórias nos mais velhos. Com esta exposição e workshop, miúdos e graúdos observam, constroem e partilham imaginários mais ou menos recentes: altura ideal para os mais velhos transmitirem histórias, brinquedos e boas lembranças à geração mais nova.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Programação
De volta a uma popularidade impressionante – algo que não se via desde os anos 80 – os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos. Numa pequena exposição, apresentam-se algumas peças de colecionadores da PLUG, Associação Portuguesa de utilizadores LEGO: conjuntos dos anos 60, 70 e 80 que farão não só as delícias dos mais novos como despertarão memórias nos mais velhos. Com esta exposição e workshop, miúdos e graúdos observam, constroem e partilham imaginários mais ou menos recentes: altura ideal para os mais velhos transmitirem histórias, brinquedos e boas lembranças à geração mais nova.
Todas as idades
Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente
Programação
Cantar! Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona. Às vezes dançava-se, em fugindo as pernas para o baile. Depois vieram as vidas modernas e a gente esqueceu-se de cantar. E de dançar se esqueceu. Haja, pois, quem nos recorde como cantavam os antigos e ponha os novos a cantar, replantando sons antigos nas belas vozes pueris.
Público-alvo Jovens 6 aos 15 anos
Duração 18 horas
Lotação 16 participantes
Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*
Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sexta 06 abril, 18h00
Inscrição até 26 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.
*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)
26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória
Programação
Programação
Cantar! Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona. Às vezes dançava-se, em fugindo as pernas para o baile. Depois vieram as vidas modernas e a gente esqueceu-se de cantar. E de dançar se esqueceu. Haja, pois, quem nos recorde como cantavam os antigos e ponha os novos a cantar, replantando sons antigos nas belas vozes pueris.
Público-alvo Jovens 6 aos 15 anos
Duração 18 horas
Lotação 16 participantes
Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*
Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sexta 06 abril, 18h00
Inscrição até 26 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível online.
*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)
26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória
Programação
Cem anos depois da tragédia militar portuguesa em La Lys, a Casa da Memória apresenta uma pequena evocação da grande batalha, inaugurando, no mesmo dia do centenário, o seu Memento: espaço para lembrar apontamentos desta pesada derrota do Corpo Expedicionário Português. A partir de fotografias dos arquivos do Imperial War Museum de Londres (imagens da Frente Portuguesa na Flandres) e da Coleção de Fotografia da Muralha (imagens dos regimentos de Guimarães), bem como de objetos e anotações de soldados vimaranenses de Infantaria que combateram na Primeira Guerra Mundial, traça-se um plano geral do conflito, com pontos de paragem na participação de Portugal na frente europeia da Grande Guerra, no Batalhão de Infantaria n.º 20 de Guimarães (pertencente à 8ª Divisão do Exército de Guarnição do Minho) e no seu soldado Joaquim Magalhães, cuja história se recorda, ao lado de tantas outras que ficam por contar.
Foto © Imperial War Museum
Inauguração da Exposição 9 de abril, às 19h00
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Cem anos depois da tragédia militar portuguesa em La Lys, a Casa da Memória apresenta uma pequena evocação da grande batalha, inaugurando, no mesmo dia do centenário, o seu Memento: espaço para lembrar apontamentos desta pesada derrota do Corpo Expedicionário Português. A partir de fotografias dos arquivos do Imperial War Museum de Londres (imagens da Frente Portuguesa na Flandres) e da Coleção de Fotografia da Muralha (imagens dos regimentos de Guimarães), bem como de objetos e anotações de soldados vimaranenses de Infantaria que combateram na Primeira Guerra Mundial, traça-se um plano geral do conflito, com pontos de paragem na participação de Portugal na frente europeia da Grande Guerra, no Batalhão de Infantaria n.º 20 de Guimarães (pertencente à 8ª Divisão do Exército de Guarnição do Minho) e no seu soldado Joaquim Magalhães, cuja história se recorda, ao lado de tantas outras que ficam por contar.
Foto © Imperial War Museum
Inauguração da Exposição 9 de abril, às 19h00
Todas as idades
Entrada livre
Programação
A Casa da Memória de Guimarães recebeu na sua exposição permanente, “Território e Comunidade”, o Coro Vilancico, uma formação “a capella” que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento, aderindo à iniciativa “Ode2Joy Challenge”, lançada pela Europa Nostra. E desta Casa partimos para celebrar o nosso lugar na Europa, neste Ano Europeu do Património Cultural.
#Ode2Joy
http://www.europanostra.org/ode-joy-challenge/
Vídeo Os Fredericos
Programação
Programação
A Casa da Memória de Guimarães recebeu na sua exposição permanente, “Território e Comunidade”, o Coro Vilancico, uma formação “a capella” que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento, aderindo à iniciativa “Ode2Joy Challenge”, lançada pela Europa Nostra. E desta Casa partimos para celebrar o nosso lugar na Europa, neste Ano Europeu do Património Cultural.
#Ode2Joy
http://www.europanostra.org/ode-joy-challenge/
Vídeo Os Fredericos
Programação
Casa da Memória apela à participação da população vimaranense num projeto de arqueologia Nicolina
A Casa da Memória lança a todos um apelo à participação num projeto de investigação em arqueologia das Festas Nicolinas.
Documentos inéditos (cartazes, panfletos, textos de posses, entre tantos outros) e fotografias antigas ou mesmo pequenos filmes amadores estarão por certo em coleções particulares ou em arquivos familiares. Além do seu interesse memorial e patrimonial, a sua redescoberta e divulgação contribuirão para um melhor conhecimento desta manifestação cultural emblemática da cidade.
Por isso, a Casa da Memória de Guimarães pede aos detentores destes documentos que contactem a Casa de modo a que a cedência para estudo e investigação e possível reprodução, em contexto expositivo e editorial, destes espólios seja acordada — prontificando-se a CDMG, entre várias possibilidades, a garantir a sua digitalização, o registo de informações (datação, contexto de realização da imagem, identificação das personagens, etc.) e a conservação das reproduções, integradas no seu acervo nicolino — sendo os originais devolvidos aos seus proprietários, acompanhados do ficheiro informático da reprodução.
Contacto — por email — para casadamemoria@aoficina.ptou presencial / por agendamento de reunião para catarinapereira@aoficina.pt
Casa da Memória
Av. Conde Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel. 253 424 716
E-mail casadamemoria@aoficina.pt
Site www.casadamemoria.pt
Horário
Terça a Domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Programação
Programação
Casa da Memória apela à participação da população vimaranense num projeto de arqueologia Nicolina
A Casa da Memória lança a todos um apelo à participação num projeto de investigação em arqueologia das Festas Nicolinas.
Documentos inéditos (cartazes, panfletos, textos de posses, entre tantos outros) e fotografias antigas ou mesmo pequenos filmes amadores estarão por certo em coleções particulares ou em arquivos familiares. Além do seu interesse memorial e patrimonial, a sua redescoberta e divulgação contribuirão para um melhor conhecimento desta manifestação cultural emblemática da cidade.
Por isso, a Casa da Memória de Guimarães pede aos detentores destes documentos que contactem a Casa de modo a que a cedência para estudo e investigação e possível reprodução, em contexto expositivo e editorial, destes espólios seja acordada — prontificando-se a CDMG, entre várias possibilidades, a garantir a sua digitalização, o registo de informações (datação, contexto de realização da imagem, identificação das personagens, etc.) e a conservação das reproduções, integradas no seu acervo nicolino — sendo os originais devolvidos aos seus proprietários, acompanhados do ficheiro informático da reprodução.
Contacto — por email — para casadamemoria@aoficina.ptou presencial / por agendamento de reunião para catarinapereira@aoficina.pt
Casa da Memória
Av. Conde Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel. 253 424 716
E-mail casadamemoria@aoficina.pt
Site www.casadamemoria.pt
Horário
Terça a Domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Programação
A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães. O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
Coordenação Marta Silva
_
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães. O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
Coordenação Marta Silva
_
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade. Estas criações – desenho, pintura, fotografia e instalação, entre outras – refletem sobretudo os lados do testemunho e do manifesto: uma prova do forte impacto da educação artística no percurso de vida de cada um destes antigos alunos.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade. Estas criações – desenho, pintura, fotografia e instalação, entre outras – refletem sobretudo os lados do testemunho e do manifesto: uma prova do forte impacto da educação artística no percurso de vida de cada um destes antigos alunos.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães, insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets (envolvendo 13 países e 13 parceiros europeus, 2018-2021), cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.
Entrada livre
Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
Programação
Programação
Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos. A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães, insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets (envolvendo 13 países e 13 parceiros europeus, 2018-2021), cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.
Entrada livre
Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
Programação
Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
Programação
Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.
Todas as idades
Entrada livre
Programação
O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente. Este guião propõe uma abordagem geral da exposição permanente, sugerindo descobertas e experiências ao longo do circuito.
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)
_
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Programação
Programação
O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente. Este guião propõe uma abordagem geral da exposição permanente, sugerindo descobertas e experiências ao longo do circuito.
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)
_
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Programação
Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários. Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.
Visitas para Professores/as
A CDMG possibilita a visita ao seu núcleo expositivo a grupos de docentes dos vários ciclos, organizando visitas centradas na partilha de informação e sugestões para o desenho de atividades para a comunidade escolar a concretizar na Casa.
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas
Preço 1,50 eur (grupos escolares)
Preço 4,00 eur (público em geral)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários. Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.
Visitas para Professores/as
A CDMG possibilita a visita ao seu núcleo expositivo a grupos de docentes dos vários ciclos, organizando visitas centradas na partilha de informação e sugestões para o desenho de atividades para a comunidade escolar a concretizar na Casa.
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas
Preço 1,50 eur (grupos escolares)
Preço 4,00 eur (público em geral)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.
O FIO DA CONVERSA
Oficina de Bordado
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados… Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.
Criação e Orientação Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5 anos
AS VOLTAS DA COLHER DE PAU
Oficina de Sabores Tradicionais
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear. Bom apetite!
Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3 anos
DO VAZIO DE UMA CAIXA A UM MUSEU PORTÁTIL
Oficina de Autobiografia
Partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Livros, segredos, fotografias, sonhos, cartas, medos, brinquedos, desejos, flores… Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica, onde cada um constrói a sua micro-coleção pessoal, entre ficção e realidade.
Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5 anos
CURTIR O NOSSO MAPA
Oficina de Desenho em Couro
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos
TRANSFERÊNCIA DE MEMÓRIAS
Oficina de Fotografia e Escrita
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.
Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
REVESTIR A CASA
Oficina de Estampagem
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.
Criação e Orientação Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 3 anos
Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos a 2 horas
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas (ou 1 turma)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.
O FIO DA CONVERSA
Oficina de Bordado
Sobre o pano de linho cru, desenham-se motivos tradicionais: vegetalistas, florais, geometrizados… Depois, escolhem-se os pontos, entre os 20 possíveis. Mas há um ponto obrigatório no bordado de Guimarães: o canutilho. E quem conhece as cores permitidas no bordado? À conversa, entre fios e agulhas, bordamos padrões e afetos.
Criação e Orientação Adélia Faria, Conceição Ferreira e Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5 anos
AS VOLTAS DA COLHER DE PAU
Oficina de Sabores Tradicionais
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear. Bom apetite!
Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3 anos
DO VAZIO DE UMA CAIXA A UM MUSEU PORTÁTIL
Oficina de Autobiografia
Partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Livros, segredos, fotografias, sonhos, cartas, medos, brinquedos, desejos, flores… Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica, onde cada um constrói a sua micro-coleção pessoal, entre ficção e realidade.
Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5 anos
CURTIR O NOSSO MAPA
Oficina de Desenho em Couro
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. Vamos cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
Criação e Orientação Francisco Neves
Público-alvo Maiores de 8 anos
TRANSFERÊNCIA DE MEMÓRIAS
Oficina de Fotografia e Escrita
Da memória à imagem, do texto à memória, fazemos história(s). E são muitas as histórias da Casa da Memória. A partir delas, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, criamos postais personalizados, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade, testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias. E outras ideias.
Criação e Orientação Maria Côrte-Real
Público-alvo Maiores de 6 anos
REVESTIR A CASA
Oficina de Estampagem
Todas as casas têm paredes: umas estão pintadas, outras mostram tijolos e outras têm desenhos estampados em azulejos. Flores, formas geométricas e versos revestem algumas destas casas. Vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos, em conjunto, um grande painel de azulejos.
Criação e Orientação Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 3 anos
Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos a 2 horas
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas (ou 1 turma)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.
Horário terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00
Duração c. 90 min.
Lotação 1 turma
Atividade gratuita
_
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.
Horário terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00
Duração c. 90 min.
Lotação 1 turma
Atividade gratuita
_
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de “seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Público-alvo Maiores de 6 anos
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas
Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Programação
Programação
Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de “seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Público-alvo Maiores de 6 anos
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 25 pessoas
Preço 2,00 eur (grupos escolares / instituições) e 5,00 eur (outros grupos)
_
Marcação com, pelo menos, 1 semana de antecedência, através do telefone 253 424 700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
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